Wagner Moura: “Viver no Brasil é um ato revolucionário”

“Viver no Brasil é um ato revolucionário”, segundo o ator Wagner Moura, que estreia como diretor em “Marighella”, filme lançado com dois anos de atraso devido, conforme ele denunciou, à “censura” do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Depois de dar vida a personagens emblemáticos, como o traficante Pablo Escobar, na série “Narcos”, e Capitão Nascimento, em “Tropa de Elite”, vencedor do Urso de Ouro em 2008, Moura agora dirige a história do político e revolucionário Carlos Marighella, um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985. Efe

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