Você sabe o que é uma Startup?

Empreendedoras representam pouco mais de 10% de comandantes de startups brasileiras. O crescimento no número de startups do Brasil nos últimos anos tem chamado a atenção para a liderança de mulheres no setor.

Apesar de as empreendedoras representarem pouco mais de 10% das comandantes das startups, seus empreendimentos têm gerado impacto significativo em alguns segmentos da economia.

Sua nova oportunidade de crescer rápido e com segurança está aqui.

Afinal, o que é uma startup?

Yuri Gitahy, especialista em startups nos esclarece: Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto.com o termo “startup“ começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, startup sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento. Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup.

Pesquisa da Associação Brasileira de Startups (ABStartups) aponta que 74% das equipes de startups são formadas por homens e quase 90% das empresas de inovação e base tecnológica são comandadas por eles, mas esta realidade pode mudar.

Toda inovação requer conhecimento e Startup une estas duas possibilidades

Cristina Bittencourt, cofundadora da Agriness, startup que gerencia soluções de gestão e melhoria de produtividade no mercado de suinocultura, já está há 17 anos no mercado. A empresa já atende 90% dos produtores de suínos do país e metade do mercado argentino. Ela diz: “Eu estava em dois setores resistentes, que é a tecnologia e o agronegócio. Para mim, o que fez a diferença foi ter a parceria certa, meus sócios me deram espaço, eu conquistei meu espaço, mas a gente conseguiu construir essa relação junto”.

A empreendedora conta que várias vezes participou de reuniões com outras empresas em que era a única mulher. “Acontecia bastante isso, era como se eu não estivesse na reunião. Mas, eu sabia que meu papel naquela reunião era importante, que eu precisava perguntar o que precisava saber, e eu comecei a conquistar meu espaço. A gente não pode se acanhar”, afirma. E fica a dica!

Já a Engenheira Civil Paula Lunardelli, 31 anos, também teve que aprender a se impor em um ambiente ocupado majoritariamente por homens. Ela é a única mulher da recém iniciada startup Welog, que desenvolve software e soluções para planejamento e gestão de obras da construção civil, com o objetivo de garantir maior previsibilidade e evitar atrasos.

Em experiências profissionais anteriores, Paula conta que enfrentou dificuldades na sua trajetória como mulher. “Eu lido com o meio masculino há muito tempo, então sendo engenheira civil eu já fiz uma escolha lá atrás que me fez trabalhar com pessoas, estudar e conviver com um mercado muito machista. Já passei por preconceitos, já recebi assédio, já perdi contratos”, relata.

Hoje, enquanto se dedica a firmar o novo negócio, Paula afirma que se sente mais preparada e não tem enfrentado mais tantas situações de discriminação. Depois de ter já ter atuado no mercado como engenheira e consultora de empresas, ela sentiu confiança para iniciar o desafio da startup ao lado de dois sócios da área tecnológica e comercial. “A gente entende que obras bem planejadas podem ser muito mais rentáveis e acabam gerando benefícios para o consumidor; e podem ser muito mais sustentáveis, trazendo benefícios para a própria construtora e para o país em geral”, explica.

A Nutricionista Priscila Sabará, que criou uma plataforma que promove a conexão entre pessoas e empresas de vários locais por meio do alimento usa a ferramentas de tecnologia e marketing, para cadastra eventos gastronômicos e articula com uma rede de contatos, o que possibilidade novos negócios em diferentes áreas. A empresa só tem funcionárias. Segundo Priscila, a decisão por contratar somente mulheres foi tomada para reforçar o empreendedorismo feminino como um ato político pela busca de oportunidades iguais.

“As pessoas desacreditam da sua capacidade de fazer negócio. Acho que isso vem de um abuso de poder. A gente tem que desconstruir, batalhar por eficiência, profissionalismo e não ser um objeto sexual. Acho que esse é um lugar importante para a mulher conquistar”, declarou Priscila. No mundo do startup a gente amadurece rapidinho no que diz respeito ao mercado profissional e na vida pessoal você aprende a ter postura diante das circunstâncias.

Empreendedoras, está na hora de procurar novas oportunidades de negócios, ou novas ferramentas para te ajudar a crescer ainda mais com seus talentos. Estude mais sobre este assunto “Startup” e veja o quanto de possibilidades têm em inovar.

Sucesso para todas nós! Eu acredito em você!

Por

* Radialista, Fotógrafa e Palestrante Motivacional.

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