Vaidade de vaidades…

Pode ser nosso exílio

Talvez, por cada homem pensar que sua esperteza, sua sabedoria, suas capacidades e potencialidades são o que há de mais novo, ele sofre de vaidade.

A vaidade leva o homem a ter a sensação de poderes ilimitados. Mas, ele é o mesmo homem de todos os séculos: as mesmas funções fisiológicas, biológicas e psicológicas. É a própria mesmice da espécie. O melhor é que tem a oportunidade de ser novo, trocando a raiva, a tristeza e o medo pela alegria e pelo amor. Mas quão difícil é-lhe esta tarefa magnânima. Prefere ficar exilado na ideia do falso poder e diz o que não deve, faz o que não deve, ofende pessoas e a si próprio, briga, calunia, blasfema, mal diz, pratica a ingratidão, não perdoa e até mata o próximo; mas, prefere correr atrás do vento sem ao menos saber do seu verdadeiro paradeiro.

“Vaidade de vaidades…” um grande exílio humano. Será?

Sugestão de leitura: declarações filosóficas do Rei Salomão no Velho Testamento: Livro do Eclesiastes ou o Pregador: versículo 1 a 26. 

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