Siga sempre em frente

O que aconteceu já faz parte do passado. Não podemos viver com os pensamentos atrelados em lembranças dos acontecimentos passados, para não permitir que esses acontecimentos perdurem no presente e nos encarcere lá no ontem; afinal sempre estamos no presente e não no passado. Usemos apenas o aprendizado do ontem relativizado pelo hoje, como um acervo de palavras que precisamos ter para escrever uma nova história.    

Temos que ter a convicção (fé) nas coisas boas que são as únicas verdades senão de nada adiantará ficarmos orando e meditando. A nossa dificuldade de convicção: a fé, é por ser ela invisível e vivermos no mundo do fenômeno, que é uma ilusão por ser efêmero e sentimos e vemos as coisas pelos cinco sentidos (visão, audição, olfato, gustação e tato).

O medo é grande parceiro do passado. Esse medo há que me refiro não é o sentimento de autopreservação, um instinto natural e imprescindível ao ser humano, mas “medos irreais”. Esse medo é nosso maior entrave: medo disso…medo daquilo outro…medo de coisas antecipadas e na maioria, de coisas fantasmagóricas.  Esse medo nos paralisa ou nos coloca em posição pendular com relação a nossos desejos. Ele nos leva a sabotar os mapas que indicam caminhos que nos conduz ao alcance de nossos objetivos e, consequentemente, de sermos felizes. Isso é a autopunição por acreditarmos que o que fizemos no passado é pecado e precisa de uma punição. O ponto forte a desenvolvermos é pensar e dizer coisas boas e fazê-las acreditando(com fé) nelas.  

Não importa o que fizemos e, sim, o que fazemos e faremos.    

Por

* Cientista Social, Pesquisador e Consultor de Desenvolvimento Humano e Empresarial. Especilizações em Psicologia Social, Análise Transacional, Administração Mercadológica, Psicodrama e Dinâmica de Grupo. Autor de livro e de programas de treinamento comportamental, com reconhecimento científico a nível nacional.

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