Sem retorno

Até pouco tempo vivíamos a sensação do grande estresse provocado pelo ritmo frenético do trabalho com múltiplas e incessantes mudanças e consequentes variações na vida cotidiana, porém num ritmo que causava a sensação de estabilidade devido nosso caminhar ao lado das mudanças constantes.

Nesse presente que já iniciou-se num passado presente, a apreensão é a tônica, pois a guinada do volante da mudança foi brusca, saindo do compasso do nosso caminhar. Não se sabe o rumo da economia e a ameaça das reservas financeiras, se existem para alguns, preocupam. Demissões, poucas oportunidades de trabalho e a ansiedade acompanhada de seus distúrbios e síndromes variadas nos tiram o sono, o sossego e a alegria. Estes são os resultados de uma terceira guerra mundial, de munição biológica, que gera uma pandemia, trazendo forçosamente além de novas rotinas, um estado de alerta que nos sensibiliza e deixa-nos fragilizados emocionalmente e daqui a pouco fisicamente.

Aceitar as mudanças, tornar-se um aprendiz contínuo, assumir o controle, encontrar o sentido do seu desenvolvimento, prestar a atenção em si mesmo, cultivar sempre novos relacionamentos e refletir, são ações que podem promover a aprendizagem, criar novas perspectivas e aumentar a autoconsciência. Ainda é importante não se esquecer de sempre adquirir novas habilidades.

Prepare-se, não há retorno.

Por

* Cientista Social, Pesquisador e Consultor de Desenvolvimento Humano e Empresarial. Especilizações em Psicologia Social, Análise Transacional, Administração Mercadológica, Psicodrama e Dinâmica de Grupo. Autor de livro e de programas de treinamento comportamental, com reconhecimento científico a nível nacional.

Comentários estão fechados.

http://api.clevernt.com/0d18126b-b33f-11e7-bb95-f213f22ad24e