Segundo brasileiro vai ao espaço

A inovação humana é algo que vemos diariamente e talvez nem percebamos. Um bom exemplo são os celulares. A cada dia, vemos mais aplicações sendo criadas e também funções novas.

Os jogos que antes só eram vistos presencialmente em um casino, por exemplo, podem hoje ser aproveitados em plataformas como a PlayAmo casino, os bancos já são 100% digitais, é possível até mesmo fazer faculdade através da internet. Ou seja, desde a diversão até o conhecimento, o desenvolvimento humano gerou incríveis resultados.

Mas, algumas áreas por muitas vezes parecem que ficaram de lado, o que com o tempo vamos descobrindo que não é verdade. Muitas pessoas acham que o interesse do homem em descobrir o espaço está parado, mas, na verdade, a evolução nessa área está mais dinâmica que nunca.

Antes, somente astronautas tinham visitado o espaço, mas não esse fato é realmente passado.

A Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, bilionário criador da Amazon, lançou ao espaço o primeiro voo suborbital somente com turistas espaciais. Isso significa que nenhum astronauta estava dentro do voo, até mesmo porque a nave não precisa de piloto.

Esse voo foi especial para todo o mundo, que entende agora a possibilidade real de fazer turismo espacial mas, teve um sentimento especial para os brasileiros. Victor Hespanha, uma das seis pessoas da nave, é brasileiro e foi sorteado em um concurso para fazer a viagem.

O voo é curto, durou apenas 10 minutos no total entre a decolagem e o pouso da cápsula com todos os passageiros, mas Victor descreve a experiência como “Emocionante, indescrítivel”.

Ele é o primeiro turista espacial brasileiro e o segundo a ir ao espaço. O primeiro foi o astronauta Marcos Pontes, que ficou 8 dias fora do planeta Terra em um vôo orbital.

Victor é engenheiro de produção, tem 28 anos e é de Minas Gerais. Ele levou a bandeira do Brasil e se sentou no assento 2.

O voo feito pelo brasileiro é o voo suborbital, ou seja, o foguete New Shepard chega a 100 km do ponto inicial e depois volta para a Terra, porém em queda livre, somente com a ajuda de um paraquedas. 

O foguete chega a incríveis 3,7 mil km/hora e por isso, a sensação de dentro da nave é de gravidade zero, então os sortudos puderam flutuar em parte do trajeto.

O turismo fora da Terra é um ponto alto para vários empresários, que querem aproveitar o momento para investir nesse tipo de atividade, que em alguns anos pode se tornar comum.

Victor, por exemplo, conseguiu o espaço no foguete por apenas 4 mil reais. Ele comprou um token não-fundível (NFL) na Crypto Space Agency (CSA) e conseguiu ser sorteado entre os compradores para participar da ida ao espaço.

Essa experiência ainda não é tão prática mas, outras empresas já estão criando foguetes não-tripulados exatamente para enviar turistas. Por enquanto, os testes são para voos suborbitais mas o que se espera é que em alguns anos os voos se tornem mais longos e também com destino a outros planetas.

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