Quem veio primeiro: a arte ou a vida?

Dizem que nos dias de frio é melhor assistir a um filmezinho debaixo das cobertas com a pessoa amada e um vinho do lado. Romance é a melhor pedida para esse programa a dois

Quantos filmes você viu no ano passado? Eu me refiro a filme mesmo, longa metragem. Aqueles que aguardamos ansiosos pela estreia nas salas de cinema. Pois é, a pandemia veio e nos privou desse programa. É verdade que alguns filmes acabaram sendo lançados através na rede. Mas é diferente. Desde criança eu sou um apaixonado pela sétima arte. Viajo nas histórias bem contadas e aventuras que nos permitem sonhar. Romances também são bem vindos, é claro que na medida certa.

Sou um amante do cinema, bons filmes nunca são demais. Tenho uma pequena videoteca em casa e não me canso de assistir a alguns bons filmes. Hoje em dia ficou um pouco mais complicado, pois o tempo está curto para tantas coisas e esse costume fica um pouco mais de lado. É verdade que as séries tomam conta de nosso pouco tempo disponível e acabamos por nos acomodar com a praticidade de, num simples toque no computador, acessarmos o canal.

Quem termina primeiro, o filme ou a pipoca?

Mas o fato é que nada supera uma boa sala de cinema ou mesmo a tela de sua TV com um dvd ou blu-ray que te faça viajar, pensar, questionar, etc. Viva a tecnologia a serviço do entretenimento. Mas voltando à questão de quantos filmes você viu ano passado, não desanime, pois eu também não vi muitos, mas para esse ano já preparei uma lista bem interessante, entre eles, “Casablanca”, “Blade Runner – Caçador de Androides”, “O poderoso chefão”, “Luzes da cidade”, do gênio Charles Chaplin, “Quem tem medo de Virginia Wolf”, entre tantos outros. Já alguns dos melhores filmes que já assisti, eu posso indicar como: “Ben-Hur”, “E o vento levou”, “2001, uma odisseia no espaço”, “Um corpo que cai”, “A janela indiscreta”, “Os embalos de sábado a noite”, “Grease – Nos tempos da brilhantina”, “A lista de Schindler”, “O iluminado”…

Sempre curti televisão, cinema, teatro, enfim, a arte nos permite crescer como ser humano, nos dá a noção do que nossa vida vale. A história imita a arte ou a arte imita a história? Está aí uma questão que ainda não consegui responder. Talvez porque elas se misturam. Como o ovo e a galinha, o feijão com o arroz, “O Bêbado e a equilibrista”, a “Geni e o Zepelim”, “A Ana Raio e o Zé Trovão”…

Já estou fazendo minha lista de filmes que espero assistir em 2022. Como sou um apreciador de arte, não importa o gênero e sim o roteiro, e nesse quesito, um dos melhores roteiros que eu já assisti foi “Chinatown”, um filme bem amarrado, com uma história envolvente e cheia de emoções. Está aí uma grande dica de um filme que você precisa assistir. Ah, não esquece a pipoca.

Semana que vem vou começar a falar sobre os 70 anos de telenovelas na televisão brasileira. Você que gosta dos folhetins, vamos nos divertir muito!

Por

alexandre.mauro@oestadorj.com.br

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

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