Parabéns! Saúde! Paz! Sucesso!

Hoje eu acordei e senti uma sensação diferente. Pensei que pudesse ser algum sonho que estava me trazendo lembranças estranhas, mas não

Continuei minha pesquisa para entender a sensação, que não era ruim e sim de felicidade. Tomei meu café e fui ver meus e-mails e mensagens. Em seguida, foi checar minha participação num programa esportivo de uma rádio de Minas Gerais, e lembrei que justo hoje, sexta-feira, é minha folga.

Então que sensação é essa que não consigo parar de sentir e que me remete a coisas boas e especiais? Fui para o estúdio, pois as sextas-feiras o dia sempre é pequeno para os afazeres. E começo a gravar e editar e vira e mexe me deparo com a mesma emoção. Dei uma parada e tentei focar num processo seletivo de eventos que corroborassem com meus pensamentos e, depois de tanto buscar uma resposta, ela veio de forma clara e límpida em minha mente.

A alegria que tive foi a mesma de quando comecei a entender-me como gente e a pensar. Foram anos incríveis. As descobertas, as frustrações, os desejos e anseios, a felicidade. Quando somos crianças temos tantos questionamentos, mas não damos tanta importância assim. Ainda mais quando temos com quem brincar e nos divertir. Isso mesmo, vamos deixar as indagações para mais tarde, pois agora eu quero brincar! Os anos se passam e vamos criando um vínculo ainda maior. Cumplicidade, parceria e tudo que se pode.

O tempo vai passando e muitas vezes nos deparamos com o inesperado. Algo que pode nos afastar e com isso cortar o cordão umbilical que construímos ao longo dos anos. Fatalidade? Não, apenas naturalidade, afinal, um dia isso iria acontecer. Mas o que fazer quando isso acontece? Será que estamos preparados para viver esse momento? Ninguém está, mas vive. E é assim com todo mundo. Podemos até ficar inseguros com o que nos espera no futuro, mas com certeza, saberemos o que fazer. E eu vivi e passei por esse momento. Estou aqui para contar.

O processo está evoluindo e estou me sentindo bem, pois sei exatamente o que me fez acordar com essa felicidade e leveza no coração. Hoje, dia 17 de setembro, é aniversário do meu irmão. Quantas emoções afloraram nesse momento. Lembranças mil. Ele costuma dizer que eu tenho uma memória incrível, e tenho. Me vem à cabeça momentos de nossas vidas tão felizes e ao mesmo tempo tão intensos que daria um livro ou uma supersérie de TV.

Como disse, também tivemos nossos desencontros, nossas divergências, mas nada que abalasse nossa amizade e respeito. Mais um ponto para a educação que minha mãe nos deu. Dizia a Dona Marly: “Sempre que vocês brigarem por qualquer coisa, façam logo as pazes. Meu sonho é quando eu partir dessa vida, que vocês sejam unidos”.

Minha mãe estava certa. Somos unidos e seremos para sempre. Nossas profissões hoje não nos permitem estar mais próximos, mas ainda assim, procuramos sempre nos falar. E quando acordei hoje percebi que o dia estava mais bonito e meu coração transbordava felicidade. O sentimento era tão especial que aproveitei para divulgá-lo aqui, pois acredito que muita gente que ler a minha coluna hoje, vai se identificar com o que escrevi. Vivemos num mundo em que as pessoas têm vergonha de se manifestar. E isso nos leva a pior doença que existe, a falta de amor no coração.

Então queria deixar esse último parágrafo para te parabenizar, meu irmão. Que não só o dia de hoje, mas sim todos os outros 364 dias do ano sejam uma eterna renovação do ciclo que se inicia hoje. Saiba que lhe tenho em muita alta estima e que torço a cada dia pelo seu sucesso sempre. E que possa aproveitar seu dia da melhor forma. Muita saúde, paz e sucesso. Você merece! Vou ficar por aqui, trabalhando e com meu coração feliz por saber que você está bem e com saúde. Em breve nos veremos e poderemos matar as saudades e brindar seu aniversário.

Feliz aniversário meu irmão, Fábio Marcelo!

 

 

 

 

 

 

Por

alexandre.mauro@oestadorj.com.br

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

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