Os impactos do consumo por impulso na vida das pessoas

As emoções são uma grande influenciadora para consumos por impulsividade

O consumo por sua vez, remete-se a vários situações, desde o simples fato e sensação de comprar algo por necessidade, por não querer ficar de fora de uma promoção, como também de forma impulsiva para adquirir alguma coisa e se inserir no mundo.

O consumo por sua vez, remete-se a vários situações, desde o simples fato e sensação de comprar algo por necessidade, por não querer ficar de fora de uma promoção, como também de forma impulsiva para adquirir alguma coisa e se inserir no mundo.

A Psicologia do consumo abrange diversos fatores como psicológicos como sensações e emoções em um movimento ou manifestação psicossocial. Dessa maneira, uma pesquisa realizada com mais de mil pessoas adultas nos Estados Unidos no ano de 2016, trouxeram que 96% das pessoas compram algo para se sentirem melhor.

Diante disso, os impactos do consumo começam a serem vistos para o simples bem estar do indivíduo, quando as emoções levam a uma perda de autoestima e interesse pelo mundo. Sendo assim, nos momentos mais tristes compram para se sentirem melhor, como uma espécie de “terapia”.

As emoções são uma grande influenciadora para consumos por impulsividade, por isso, saber controlá-la pode ser um ótimo passo para não se afundar em dívidas desenfreadas. No entanto, as emoções é uma das principais demandas a serem trabalhadas em um quadro de diagnóstico de depressão. Sendo para especialistas, a depressão deve ser prevenida desde a infância.

Compreender as situações frustrantes da infância e ter consciência da nossa responsabilidade diante das atitudes imediatistas para atender a vontade dos pequenos, é um caminho essencial para ensinar a prática do consumo consciente.

Práticas de consumo consciente no dia a dia

Com a impulsividade de consumo impactando negativamente a maioria das pessoas, principalmente o bolso, saber consumir de maneira consciente poderá trazer benefícios enquanto qualidade de vida pessoal e social.

No nosso dia a dia, podemos adotar práticas que podem nos ajudar a manter nossa mente livre de emoções e sentimentos negativos, com pequenas ações você pode poupar tempo e incentivar a criançada.

Uma das práticas de consumo consciente é fazer lista de tudo que você precisa, desde aquilo que é necessidade e o que faz você sentir-se bem. Antes de sair comprando tudo que vê pela frente, veja sua lista, e equilibre o que realmente você precisa.

O reaproveitamento das coisas causa um impacto no seu orçamento e também para o meio ambiente, por isso, antes de jogar fora as casca de alimentos, verifique se elas não podem ser utilizada em uma receita caseira. 

A mesma coisa vale para utensílios de cozinha e brinquedos, se aquela sua bolsa predileta estragou a alça, certifique se não possui conserto. A internet se torna uma ferramenta básica e acessível para se aprender instruções para reparação.

A moda do faça você mesmo

Também conhecido como “Diy” (Do it Yourself) que traduzido literal significa “Faça você mesmo”, é uma alternativa encontrada para quem gosta criar decorações, móveis e reaproveitar utensílios domésticos através de materiais que são comuns no dia a dia.

Com viés terapêutico, os artesanatos são as primeiras opções escolhidas para atividades de manuais. Entre os tutoriais  mais acessados estão as decorações, móveis e consertos e reparos de utensílios domésticos e objetos pessoais.

Contudo, esse tipo de atividade é uma sugestão para quem quer aprender algo novo, seja para passar o tempo ou ganhar aquela grana extra. Além disso, poderá ser uma opção para renovar a sua casa e modernizar a decoração.

Além disso, é um ótimo começo para quem busca um novo estilo de vida, com práticas que modificam o comportamento humano trazendo o autocontrole e o altruísmo como fatores fundamentais para um consumo consciente.

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