II Bienal do Livro de Volta Redonda atrai público

Evento é recorde de público na região do Vale do Paraíba fluminense. De acordo com a presidente do Instituto o resultado foi satisfeito

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Foto: Priscila Xavier

A segunda edição da Bienal do Livro de Volta Redonda, RJ, que aconteceu no Condomínio Cultural do Instituto Dagaz, se surpreendeu ao contabilizar cerca de 22 mil pessoas presente durante os quatro dias de evento.

Mesmo focado no público da cidade de Volta Redonda, interior do estado do Rio de Janeiro, o evento  se destacou e despertou o interesse do público e dos profissionais da região do Vale do Paraíba fluminense.

Organizada pelo Instituto Dagaz, a II Bienal do Livro de Volta Redonda ofereceu espaços temáticos e muitas atrações.  Em relação as opções de compra, a presença de livrarias não só de Volta Redonda, como de cidades próximas como Barra Mansa, permitiu além de uma variedade farta de opções, a divulgação de autores da região.

Lançamentos e novos talentos do Vale

O Instituto Dagaz, responsável pela realização do evento,  não só conseguiu destaque para  mas, proporcionou a região ótimas opções de livros e os mais variados produtos de incentivo a leitura a preços populares.

O evento também auxiliou na divulgação de jovens talentos da região do Vale do Paraíba, do rio, como a autora de literatura fantástica sobrenatural Priscila Xavier, de Barra Mansa.

A autora, que lançou seu livro ‘Herança de Sangue’ na Bienal do Rio de Janeiro passada, agora lança a segunda edição de seu romance de estreia, com nova capa e editora, a Interagir.

Super animada pelo sucesso do livro e o carinho dos fãs de literatura fantástica nacional, a história de Priscila Xavier se destaca por ter lugares conhecidos do Vale do Paraíba, como base para criação de uma cidade fictícia para a trama de seu livro sobre vampiros e bruxas.

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Foto: Korja dos Quadrinhos

Participaram de sessões de autógrafos outras autoras da Editora Interagir, todas de Valença, RJ, como Elayne Aparecida Amorim que autografou ‘Enquanto os homens dormem’; Raquel Freire com o livro ‘Meu amigo Astral’; Pit Lara com ‘Tribo do Amor’; e Jô Coelho, com uma longa lista de livros, estava no evento lançando ‘Do fundo do coração’.

Com o tema Diversidade, a Bienal 2015 contou também com espaços que incluiu área de estandes e palcos onde aconteceram apresentações variadas, como do Coral Abassá de Omolu e dos Sertanejos de Resende.

Seguindo a linha das grandes Bienais do Livro brasileiras, como as realizadas no Rio de Janeiro e São Paulo, a de Volta Redonda também teve espaços para ‘Contação de histórias’, palestras e oficinas.

Aconteceu também o encontro entre autores e leitores que vieram de cidades fora da região, como Rio de Janeiro e Paraty, além de alguns nomes dos estados de Goiás e Minas Gerais.

Fãs de quadrinhos tiveram lugar garantido

Os fãs de quadrinhos nacionais tiveram um lugar certo para ir, a Korja dos Quadrinhos, presente no evento trouxeram alguns talentos nacionais, como o desenhista Marcus Vinicius Rodrigues.

Entre os lançamentos recentes com destaque no evento estava ‘A Cozinha dos Quilombos: Sabores, Territórios e Memórias’, uma publicação do Instituto Dagaz, sobre a cultura culinária dos Quilombos do Estado do Rio de Janeiro, reconhecidos pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Já conhecido na região por outros eventos culturais, como a Mostra Cinema e Direitos Humanos em sua nona edição, o Instituto Dagaz também incluiu no evento a Sala de Cinema, onde ocorreu exibições de curta metragens de diversos temas.

A Presidente do Instituto Dagaz, Marinêz Fernandes, declarou estar satisfeita com o resultado do evento e que o objetivo traçado para a segunda edição da Bienal do Livro de Volta Redonda foi alcançado.

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