EUA vão afrouxar algumas sanções energéticas contra a Venezuela

O governo americano também procura maneiras de permitir que a Venezuela comece a produzir mais petróleo e vendê-lo no mercado internacional, reduzindo assim a dependência energética mundial da Rússia

O governo Joe Biden começará a afrouxar algumas sanções energéticas à Venezuela para incentivar as discussões políticas em andamento entre o presidente Nicolás Maduro e a oposição, disseram dois altos funcionários do governo.

O primeiro passo, a ser anunciado nesta terça-feira (17), permitirá que a Chevron – a última grande petrolífera americana operando na Venezuela – negocie sua licença com a estatal petrolífera PDVSA para continuar as operações no país, informaram as autoridades.

Os Estados Unidos estão há meses conversando com o governo venezuelano e o governo interino do líder da oposição, Juan Guaidó, sobre avanços em um acordo político após a contestada vitória eleitoral de Maduro em 2019, a qual os EUA não reconheceram como legítima.

O governo americano também procura maneiras de permitir que a Venezuela comece a produzir mais petróleo e vendê-lo no mercado internacional, reduzindo assim a dependência energética mundial da Rússia, complementaram as autoridades.

Porém, a flexibilização das sanções em qualquer âmbito só acontecerá à medida que Maduro continuar com discussões substanciais com a oposição.

As medidas adotadas pelos EUA nesta terça-feira (17) foram tomadas “em plena coordenação” com Guaidó e seu governo interino, que os EUA reconhecem como a liderança legítima da Venezuela, segundo um dos funcionários.

Por fim, as fontes disseram que para que o alívio das sanções vá além os Estados Unidos terão que ver um progresso significativo nas discussões políticas. CNN

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