Em agosto, trens da SuperVia podem parar de operar

Para a empresa, que se encontra em recuperação judicial, volte a operar o sistema de forma eficaz, seja firmado um novo termo aditivo para que o Governo do Estado garanta o reequilíbrio financeiro do contrato

Na segunda-feira, (7), foi realizada uma audiência pública da CPI dos Trens da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e durante o encontro foi divulgado pela Gumi Brasil, controladora da SuperVia, que depende de recursos do Governo Estado para continuar operando o serviço.

A partir de agosto, o sistema ferroviário pode ter serviço interrompido caso não haja acordo entre o Governo do Estado e a companhia que detém o controle acionário da concessionária SuperVia.

Em 2010, o contrato de concessão com a SuperVia foi prorrogado pelo Poder Executivo até 2045. No entanto, a concessionária pode devolver a gestão em 2023, caso não estejam sendo cumpridas as obrigações previstas.

Segundo o diretor-executivo da Gami, Kazuhisa Ota, a expectativa é de que seja firmado um novo termo aditivo para que o Governo do Estado garanta o reequilíbrio financeiro do contrato, permitindo que a empresa, que se encontra em recuperação judicial, volte a operar o sistema de forma eficaz.

O subsecretário de Mobilidade da Secretaria de Estado de Transportes (Setrans), Alexandre Daiuto, afirma que o valor exato do repasse ainda está sendo discutido por representantes da pasta, como: a Agência Reguladora de Transportes (Agetransp), da empresa Gumi Brasil e da SuperVia. O acordo deve ser celebrado ainda este mês.

Com informações do Diário de Rio

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