Efeito estufa. O que é, como aconteceu e o que podemos fazer é o desafio da vez

A degradação do meio ambiente é uma das causas do aumento do efeito estufa no mundo. COP 21 substitui o protocolo de Kyoto

Com a 21ª Conferência do Clima (COP 21) já logo aí em 30 de novembro, em Paris, grandes países discutirão um modo eficiente de minimizar um pouco, mas gradativamente, a emissão de gases de efeito estufa, dessa maneira evitando o tão conhecido aquecimento global. Substituindo o protocolo de Kyoto, que estabeleceu metas de redução de gases de efeito estufa para diversos países, a Conferência deve enxergar com bons olhos o que está sendo feito no Brasil.

Segundo a Agência Brasil, as emissões brutas de gases do efeito estufa (GEE) no Brasil, entre 1990 e 2013, diminuíram de 1,83 bilhão de toneladas de gás carbônico equivalente (GtCO2e) para 1,59 bilhões de toneladas, o que representa uma queda de 15%. Ainda segundo a Agência, no mesmo período, as emissões globais cresceram mais de 35%, alcançando cerca de 52 bilhões de toneladas.

O reflorestamento é um dos mecanismos que evitam o aquecimento e o Brasil tem se comportado muito bem, com programas de reflorestamento com árvores nativas, como o ipê amarelo, jequitibá e canela. A Confederação Nacional da Indústria (CNI),criou em 2014 um programa de reflorestamento dessas árvores em áreas degradadas da Mata Atlântica, durante o evento Encontros CNI Sustentabilidade de 2014, no Estado de São Paulo.

Agora chegou a vez do Encontro CNI no Rio de Janeiro, em que muitos especialistas de diversas áreas discutirão propostas para serem implementadas e que podem pautar as discussões na COP 21. Espera-se que a Conferência resulte em um novo acordo climático para conter o aquecimento global.

O diretor executivo de O Estado RJ, Guilherme da Franca, sugere: “Atualmente resido no Município de Mesquita, última cidade emancipada no Brasil. A região é privilegiada pela natureza, o Maciço do Gericinó é um conjunto de montanhas plantado bem na área central da Baixada Fluminense. Em sua volta estão os municípios de Nova Iguaçu, Mesquita, Nilópolis, Seropédica e os bairros da Zona Oeste e da Zona Norte do Rio de Janeiro. A região possui a cachoeira Véu de Noiva, a um quilômetro de minha residência.”

“Minha rua é arborizada, embora os bairros não são. Minha proposta é que, se todos os bairros dos municípios brasileiros tivessem em cada rua árvores plantadas, certamente o Brasil contribuiria com a redução de forma positiva para compensar as emissões de gases de efeito estufa no país.” O Estado RJ é um dos patrocinadores do evento CNI Sustentabilidade que acontece no Rio, dia 3 de setembro.

A presidente Dilma Rousseff e o presidente dos Estados Unidos Barack Obama firmaram um acordo, em junho, onde a presidente Dilma se comprometeu a recuperar 120 mil km² de florestas até 2030 e de zerar, nesse mesmo período, o desmatamento ilegal, entre outros acordos.

Cada país tem sua parte nessa degradação do meio ambiente e todos são responsáveis pela manutenção de um clima limpo, ameno e respirável. O uso do etanol no Brasil foi uma iniciativa válida para brecar um pouco a emissão de CO2 na atmosfera. Mas ainda há muito a se fazer.

Palestra de Sustentabilidade CNI (Confederação Nacional da Indústria) – RJ

Em Copacabana, dia 03 de setembro, acontece a 4ª edição do Encontros CNI Sustentabilidade – Mudanças Climáticas: desenvolvimento em uma economia global de baixo carbono é o tema que promoverá debates sobre os desafios que a indústria enfrentará, buscando um modelo de desenvolvimento sustentável. O Estado RJ patrocina esse evento e estará presente com sua equipe, cobrindo, informando e formando novas opiniões.

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