Editora inova com proposta de Original Series

Draco oficializa na Bienal do Livro SP 2016 o sucesso e a forma inovadora de suas publicações

draco-selfieblsp2016

Fotos: Divulgação

Quem gosta de TV já ouviu o termo Original Series, mas quando a editora Draco foi fundada, com a proposta de publicações inovadoras já tinha um vislumbre de tal ideia para suas publicações e desde o ano passado, na Bienal do Livro RJ 2015,  está em grande evidência.

Esse ano, na Bienal do Livro SP 2016, a editora consolidou oficialmente o que já vinha plantado com suas publicações desde o início. Tornando oficial a ideia de publicações ‘Draco Original Series’, diferenciadas e com leitores como fãs fiéis.

Para explicar a proposta da editora e suas publicações ‘Draco Original Series’ o fundador da Draco Erick Sama, deu uma entrevista exclusiva ao jornal O Estado RJ.

O Estado RJ: A editora é conhecida pela originalidade de suas publicações, qual a proposta da Draco original series?
Erick Sama: Nossas publicações sempre foram pensadas dessa forma: como faremos algo dos gêneros que gostamos, mas com o nosso jeito. As séries originais que a Draco vem desenvolvendo podem ser acompanhadas em nossa linha de quadrinhos e literatura. Por exemplo, a série de mangás ‘Quack’, de Kaji Pato, trazem o humor e a aventura dos shonen para uma linguagem totalmente Draco. Nós acreditamos que publicações pop exclusivas e originais, somadas a uma equipe de autores, roteiristas e artistas que acreditam no nosso jeito de criar, formam o que chamamos de espírito Draco de contar histórias.

OERJ: Alguns autores desenvolveram projetos paralelos as publicações individuais, como surgiram tais ideias, deles ou sua?
ES: Os nossos autores mais próximos têm liberdade para oferecer novos projetos. Sem falar que a Draco oferece oportunidades constantes para quem quer trabalhar nas nossas produções coletivas, que são o verdadeiro centro criativo da editora. Nosso objetivo é que os autores desenvolvam seu estilo próprio de contar histórias e conquistem cada vez mais o público brasileiro com seus livros e quadrinhos.

OERJ: Você também é escritor, tem algum trabalho recente ou está se dedicado só a parte editorial?
ES: Publiquei alguns contos nas antologias da Draco e estou terminando meu projeto pessoal, que são dois romances interligados. O lançamento deve ser para o ano que vem. Quem sabe para a Bienal do RJ [2017]?

OERJ: Quais os lançamentos que o publico da bienal SP mais gostou e, no geral, os livros mais procurados?

ES: Quem curte HQ não saiu do estande sem um exemplar de ‘O Rei Amarelo em Quadrinhos’ ou o ‘Apagão: Cidade sem Lei/Luz’. Quem é do YA esgotou os dois livros da série ‘Espelho, Inverso e Reverso’, da Karen Alvares. Quem curte magia foi na ‘Trilogia Athelgard’ da Ana Lúcia Merege. A Vivianne Fair arrebentou no cosplay e fez seu lançamento ‘A rainha Sombria’ esgotar em três dias com constantes reposições, além de vários leitores para a sua série ‘A Caçadora’. A distopia ‘Metrópole: Despertar’, da Melissa de Sá, também vendeu tudo. A série ‘Boy’s Love’ tem ótima aceitação, e a Dana Guedes que fez light novels e conto estava sempre lá. Curtimos muito as famílias que levavam autógrafos e carinhos da Ana Lúcia Merege (Anna e a Trilha Secreta) e da Karen Alvares (Jornada para FarLands – Minecraft). A galera do FC levou a trilogia ‘Punk’ e a ‘Space Opera’, e os novíssimos livros de referência ‘Títulos de Nobreza’ e ‘Hierarquias’ e o ‘Armas Brancas’ foram muito bem também.

Por

Webjornal O Estado RJ > No ar desde 28/05/2007 > Promovemos o Projeto Futuro Jornalista.

Comentários estão fechados.

http://api.clevernt.com/0d18126b-b33f-11e7-bb95-f213f22ad24e