Dólar fica volátil e Bolsa firma queda

Considerando toda a sessão, que se inicia às 9h, a cotação foi de alta de 0,65%, a R$ 5,3556, a queda de 0,92%, a R$ 5,2716

O Ibovespa abriu o pregão desta quarta-feira (13) andando de lado, mas firmou viés negativo ao longo do dia. Às 13h54, o principal índice da bolsa de valores recuava 1.89%, aos 121.657 pontos.

Já o dólar, que começou a sessão em leve alta frente ao real nesta manhã, iniciou uma sessão de intensa volatilidade, oscilando entre ganhos e perdas.

Investidores se dividiam entre notícias positivas do setor de serviços em novembro, perspectiva de início de vacinação, corrida para eleição nas duas casas legislativas brasileiras e apostas sobre os rumos da política monetária.

Às 12h47, o dólar negociado no mercado interbancário rondava estabilidade, a R$ 5,3242, depois de variar cerca de 8 centavos de real entre mínimas e máximas desde 11h.

Considerando toda a sessão, que se inicia às 9h, a cotação foi de alta de 0,65%, a R$ 5,3556, a queda de 0,92%, a R$ 5,2716.

Em parte, o movimento do câmbio começou o dia refletindo as declarações sobre suporte do banco central norte-americano, o Federal Reserve (Fed). Os investidores acompanham a discussão em torno do “tapering”, ou seja, a possível redução do estímulo monetário pela autoridade.

Durante a semana, vários executivos do banco, incluindo Loretta Mester, Esther George, James Bullard e Eric Rosengren, recuaram da ideia de que o Fed vai reduzir suas compras de ativos em breve.

Agora, o mercado aguarda dados sbre a inflação de dezembro e do acumulado de 2020 nos EUA, que devem ser divulgados ainda pela manhã.

No Brasil segue a discussão política com o presidente Jair Bolsonaro afirmando ter “simpatia” pelo senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para a presidência do Senado.

Além disso, investidores da B3 ainda repercutem a decisão da Ford de abandonar o país.

Bolsas internacionais

Em Wall Street, os principais índices rondavam a estabilidade antes da abertura. Os contratos futuros do S&P 500 caíam 0,06%, a 3.792 pontos.

Também na zona do euro, as bolsas andavam de lado, com leve viés positivo. O índice pan-europeu Stoxx 600 tinha alta de 0,07%, aos 408,88 pontos e o Financial Times, de Londres, avançava 0,02%, a 6.755 pontos.

Já as bolsas da Ásia encerraram o pregão desta quarta-feira (13), sem direção única. Seguindo o tom de Nova York, o japonês Nikkei encerrou o dia em alta de 1,04%, aos 28.456,59 pontos, recorde de fechamento desde agosto de 1990, com destaque para o setor de tecnologia.

De olho no novo coronavírus, na China continental, o índice Xangai composto fechou em queda de 0,27%, aos 3.598,65 pontos, acompanhado pelo índice Shenzhen, que baixou 1,08%, a 2.393,74 pontos. 

(Com informações da Reuters)

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