Como saber das coisas

A atitude da pessoa que faz perguntas‚ é o elemento fundamental responsável pelos efeitos nocivos ou benéficos desta forma de comunicação. Frequentemente fazemos perguntas em tom de interrogatório: expressamos desconfiança e acusação com o intuito de investigar, vigiar, inquirir, controlar, descobrir o erro para então acusar e criticar. Este clima gera tensão, temor e as respostas, quando dadas, são cada vez mais lacônicas: “sim”, “não”, “não sei”.

Quando as perguntas são feitas dentro de uma atitude de respeito pela liberdade e autonomia do outro, podem de fato expressar real interesse e vontade de ajudar se a pessoa quiser. Neste caso, as perguntas tem diversas funções:

a) servem para nos ajudar a entender melhor o outro;

b) podem ser colocadas como hipóteses para verificar se o que estamos percebendo confere com o que a pessoa está sentindo;

c) podem servir para explorar melhor algo que o outro imagina de modo confuso e obscuro, a fim de que, posteriormente, se possa dar as informações.

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