Mundo

Imigrantes brasileiros: EUA cogitam enviar ao México em meio a aumento de prisões

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) cogita enviar imigrantes brasileiros que cruzam a fronteira do México de volta ao território mexicano enquanto aguardam audiência em tribunais norte-americanos, de acordo com uma autoridades EUA e uma autoridade mexicana a par das conversas. As deliberações são uma reação ao aumento do número de brasileiros chegando à divisa entre EUA e México para pedir asilo a Washington, disseram as autoridades. O governo do presidente Donald Trump também estuda a possibilidade de enviar brasileiros postulantes a asilo a outras nações, segundo o funcionário norte-americano. Trump, que busca a reeleição em novembro, fez da imigração um dos argumentos centrais de seu discurso ao eleitores. Durante seu governo, ele criticou os postulantes a asilo e argumentou que a maior parte dos imigrantes que chegam à fronteira carecem de uma justificativa válida para pedir proteção. Se o plano avançar, os brasileiros podem ser enviados ao México em obediência a um programa conhecido como Protocolos de...
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População da China aumenta para 1,4 bilhão de habitantes

A população da China ultrapassou 1,4 bilhão de habitantes, pela primeira vez, no fim de 2019. O Departamento Nacional de Estatísticas da China anunciou (17), em Pequim, que a população do país aumentou em mais de 4,6 milhões em relação ao ano anterior. A China é o país com a  maior população em todo o planeta. Em 2016, o governo chinês aboliu a política de filho único, que vigorava há mais de 30 anos. Hoje, os casais podem ter dois filhos. Contudo, a taxa de natalidade continua a cair por causa de fatores como alto custo para a criação dos filhos em cidades e mudança nos estilos de vida. Segundo o departamento, 14,6 milhões de bebês nasceram no ano passado na China. Houve uma queda de 580 mil em comparação com o ano anterior, e é o terceiro ano consecutivo de declínio anual. ...
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Bolívia: Tribunal Constitucional prorroga governo interino até maio

A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, que assumiu o governo em novembro do ano passado, após a renúncia de Evo Morales, ficará no poder até a realização das novas eleições gerais no país. O mandato de Jeanine Áñez, que inicialmente iria até a próxima quarta-feira (22), foi estendido até 3 de maio. A prorrogação dos mandatos abarca também governadores, parlamentares federais e legisladores regionais, prefeitos e vereadores. Os magistrados do Tribunal Constitucional da Bolívia entenderam que "o vazio iminente que poderia ocorrer" a partir do dia 22 deste mes, teria o efeito de "fratura do estado de direito constitucional", o que colocaria em risco a validade dos fundamentos constitucionais. As eleições gerais na Bolívia foram realizadas no dia 20 de outubro do ano passado e, após uma apuração que foi muito questionada, foi anunciada a vitória de Evo Morales em primeiro turno. No dia 10 de novembro, após três semanas de protestos nas ruas e pressionado pelas Forças Armadas, Morales renunciou ao...
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Vírus chinês misterioso: OMS quer preparar hospitais de todo mundo

A Organização Mundial de Saúde anunciou, nesta terça-feira (14), um plano para preparar os hospitais de todo o mundo para um novo vírus que já contagiou dezenas de pessoas na China, provocando uma morte. O anúncio foi feito depois que uma pessoa fora da China foi diagnosticada com o mesmo vírus misterioso. “Estamos nos preparando para a hipótese de contágios em massa. Por isso, estão sendo tomadas medidas de prevenção e controle de infecções para que todos os hospitais do mundo apliquem as precauções habituais”, informou a diretora interina do Departamento de Doenças Emergentes da Organização Mundial de Saúde, Maria Van Kerkhove. As declarações surgem depois de a agência de notícias oficial da China ter divulgado que uma mulher chinesa que viajou para a Tailândia transportou consigo o vírus e foi colocada em quarentena. A mulher, que voou da cidade chinesa de Wuhan, onde o surto teve origem em dezembro, foi hospitalizada depois de ter chegado a Bangkok e acabou por ser...
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Líderes do Irã enfrentam indignação pública após derrubada de avião

Líderes do Irã estão enfrentando a indignação do público, devido ao ataque de militares do país que derrubou um avião de passageiros ucraniano. A aeronave caiu nas proximidades de Teerã na quarta-feira passada (8), matando todas as 176 pessoas a bordo. Os militares iranianos inicialmente negaram qualquer envolvimento, mas posteriormente admitiram que derrubaram por engano o avião. Entretanto, a medida foi vista por muitos como uma tentativa da liderança de encobrir a verdade, e desencadeou protestos em todo o país. As manifestações continuaram nessa segunda-feira (13). Policiais armados foram enviados ao centro de Teerã. Acredita-se que as autoridades estejam tentando controlar informações, uma vez que a internet está fora do ar em algumas partes do país. Rumores se espalharam na internet, dizendo que manifestantes foram feridos por tiros. A polícia divulgou declaração, afirmando que não disparou contra ninguém, e que está agindo com comedimento. *Emissora pública de televisão do Japão ...
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Bolívia deveria ter “milícias armadas”, afirma Evo Morales

O ex-presidente da Bolívia Evo Morales afirmou que, se voltar ao país, será preciso "organizar, como na Venezuela, milícias armadas do povo". Na Venezuela, a milícia bolivariana é composta por civis e ex-oficiais militares e funciona como uma espécie de tropa de choque do presidente Nicolás Maduro. Morales está asilado na Argentina há um mês. Ele deixou a Bolívia no dia 10 de novembro do ano passado, após renunciar ao cargo de presidente. Depois das eleições do dia 20 de outubro, nas quais Morales foi anunciado vencedor em primeiro turno, a Bolívia foi palco de três semanas seguidas de manifestações. Com fortes indícios de fraude eleitoral, depois confirmados em uma auditoria da Organização dos Estados Americanos (OEA), Morales viu-se pressionado pelas Forças Armadas a renunciar. Ele pediu, então, pediu asilo no México, onde ficou um mês, e depois seguiu para a Argentina. Nesta segunda-feira (13), a presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, reagiu às declarações de Morales. "A paz, a...
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Venezuela eleva salário mínimo em 66,66% para cerca de US$3,7 por mês

O governo venezuelano elevou o salário mínimo para 250.000 bolívares por mês, cerca de 3,71 dólares, na taxa de câmbio oficial vigente de uma economia que há dois anos sofre com uma hiperinflação que destrói o valor da moeda local. O aumento de 66,66% está em vigor desde 1º de janeiro e se soma a um aumento de 33,33% no bônus de alimentação, a 200.000 bolívares. O ex-ministro e atual membro da Assembleia Nacional Constituinte Francisco Torrealba postou no Twitter os decretos presidenciais publicados no diário oficial de 9 de janeiro de 2020. O novo salário é suficiente para comprar uma caixa de ovos e cerca de 100 gramas de queijo branco fresco, ou um pouco mais de um 1 quilo de carne. A inflação anualizada da Venezuela para novembro foi de 13.476%, segundo dados do Congresso. O último relatório do Banco Central em setembro de 2019 mostrou um aumento acumulado de 4.679,5% nos preços. A oposição e analistas acusam o governo do...
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Pequim reitera oposição à independência de Taiwan após vitória de Tsai

Pouco após a confirmação de que a atual presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, 63 anos, venceu as eleições presidenciais realizadas hoje (11) e assumirá um segundo mandato, o governo da China voltou a se opor às manifestações pró-independência da ilha. “Opomo-nos veementemente a qualquer forma de independência de Taiwan”, disse o porta-voz do gabinete de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado da China, Ma Xiaoguang, num breve comunicado divulgado pela imprensa estatal chinesa. Ma lembrou que o governo chinês continuará estimulando a "reunificação pacífica" entre Taiwan e a China, por meio da aplicação do princípio “um país, dois sistemas” - o mesmo que já vigora em Hong Kong e Macau, territórios que já estiveram sob administração inglesa e portuguesa, respectivamente, e que, hoje, são regiões administrativas especiais consideradas partes do território chinês, mas com relativa autonomia em várias áreas de governo. O porta-voz chinês disse também que a China está "disposta a trabalhar" com os "compatriotas de Taiwan para promover...
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Com mais de 8 milhões de votos Tsai Ing-wen é reeleita no Taiwan

A atual presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, vai para um segundo mandato após vencer seu rival nas eleições presidenciais deste sábado (11). Em uma conferência de imprensa, Tsai disse que o resultado tem um significado especial. Ela disse que a eleição mostra que as pessoas de Taiwan vão gritar sua determinação ainda mais alto quando sua soberania e democracia estiverem ameaçadas. “Quero mais uma vez exortar as autoridades de Pequim a lembrá-las de que paz, paridade, democracia e diálogo são as chaves da interação e do desenvolvimento estável a longo prazo. Essas quatro palavras também são o único caminho para reunir e beneficiar nossos dois povos”, disse Tsai.  A Comissão Central de Eleição disse que Tsai teve um recorde de mais de 8 milhões de votos. O candidato do Partido Nacionalista, seu principal rival, Han Kuo-yu, teve 5,5 milhões. Mais cedo, Han disse que ele não conseguiu vencer, pois seus esforços não foram suficientes. “Eu pedi à presidente Tsai para trabalhar duro nos próximos...
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Irã admite abate de avião ucraniano com míssil e reconhece erro

O presidente do Irã, Hassan Rouhani, afirmou hoje (11) que o país "lamenta profundamente" ter abatido um avião civil ucraniano, sublinhando tratar-se de "uma grande tragédia e um erro imperdoável". O líder supremo do Irã foi informado ontem (10) das investigações e exigiu que a informação fosse tornada pública. O avião foi confundido com um míssil de cruzeiro. "O inquérito interno das forças armadas concluiu que lamentavelmente mísseis lançados devido a erro humano provocaram a queda horrível do avião ucraniano e a morte de 176 inocentes", admitiu Rouhani, numa mensagem divulgada na rede social Twitter. "As investigações continuam para identificar e levar à justiça" os responsáveis, acrescentou, classificando o abate do avião como "uma grande tragédia e um erro imperdoável".  Em um segundo tweet, Rouhani diz que o Irã “lamenta profundamente esse erro desastroso”. “Os meus pensamentos e orações vão para todas as famílias de luto. Ofereço as minhas mais sinceras condolências”, acrescentou. Também o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Javad Zarif, apresentou "as desculpas"...
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