Mundo

Junho teve a maior temperatura já registrada para o mês no planeta

O mês de junho teve a temperatura mais alta já registrada para o mês, no planeta. O recorde abrangeu as temperaturas tanto na terra quanto no mar, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês).. No acumulado de janeiro a junho, 2019 teve a maior temperatura nos últimos 140 anos. Apenas o ano de 2016 teve mais calor do que o medido neste ano. Na medição da média mensal, nove dos 10 meses de junho mais quentes da história ocorreram desde 2010. A exceção foi o calor registrado em 1998. Segundo a Noaa, foi o 43º junho consecutivo com temperaturas acima da média do século XX. O pico de calor foi registrado em diversas regiões do mundo, como Ásia, África, América do Sul e Europa. Nesta última, uma onda de calor, que atingiu o continente, chegou a ter temperaturas até 10º mais quentes do que a média normal para a região. Os dados são importantes para aferir...
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África do Sul comemora 101 anos do nascimento de Nelson Mandela

A África do Sul comemora nesta quinta-feira (18) com pequenas obras e projetos solidários distribuídos por todo o país, o dia em que o ex-presidente Nelson Mandela completaria seu 101° aniversário. Como em todo 18 de julho, milhares de sul-africanos dedicam simbolicamente 6 minutos e 7 segundos de silêncio, que simbolizam os 67 anos de ativismo e da ação política do ícone da luta contra o "apartheid" e pai da democracia sul-africana, preso durante 27 anos pelo regime racista da minoria branca. Neste ano, precisamente, se completa uma década desde que a ONU declarou 18 de julho como o Dia Internacional de Nelson Mandela, em reconhecimento ao sacrifício pela libertação dos africanos e seu serviço aos direitos humanos e à democracia. "As chamadas de Nelson Mandela à coesão social e a acabar com o racismo são especialmente relevantes hoje, com o discurso de ódio se estendendo ao redor do mundo", afirmou hoje o secretário-geral da ONU, António Guterres, segundo divulgou a...
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Mais de 821 milhões de pessoas no mundo passaram fome em 2018

Relatório da Orgnização das Nações Unidas (ONU) revela que uma pessoa a cada 10, na população de todo o planeta, passou fome no ano passado. O número totaliza 821,6 milhões de pessoas. Se considerada a pessoas em condição “moderada” de insegurança alimentar, o total chega a 2 bilhões ou 26,4% da população mundial Conforme o documento Estado da Insegurança Alimentar e Nutricional no Mundo, desde 2015, a taxa de prevalência de desnutrição em todo mundo parou de cair e manteve-se em 11%. “A prevalência da insegurança alimentar moderada ou grave é baseada na escala de experiência de insegurança alimentar. Esse indicador vai além da fome e fornece uma estimativa do número de pessoas sem acesso estável a alimentos nutritivos e suficientes durante todo o ano”, diz o relatório. O estudo destaca a gravidade da situação infantil. É o caso dos 20,5 milhões de bebês que nasceram abaixo do peso (um em cada sete nascidos); dos 148,9 milhões de crianças menores...
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Em 2018, mais de 20 milhões de crianças não foram vacinadas no mundo

Dados de agências da Organização das Nações Unidas (ONU) revelam que 20 milhões de crianças em todo o mundo não foram vacinadas contra doenças como o sarampo, a difteria e o tétano em 2018. As informações foram divulgados nessa segunda-feira (15), pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Para as agências, esse número equivale a mais de um em cada 10 menores em todo o planeta. Doses O nível de estagnação da cobertura de vacinação com três doses de difteria, tétano e coqueluche, também conhecida como tosse convulsa, e uma dose da vacina contra o sarampo, é de cerca de 86% em nível global. Apesar de ser considerado elevado, esse nível de cobertura não é suficiente. As agências destacam que é necessária uma cobertura de 95% entre países e comunidades em todo o mundo, para proteger as crianças contra surtos de doenças que podem ser evitados pela vacinação. Grande parte das crianças...
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Irã se diz disposto a negociar se EUA retirarem sanções

O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou que seu país está pronto para voltar a negociar com os Estados Unidos, caso Washington remova as pesadas sanções econômicas contra o país e retorne ao acordo nuclear de 2015. "Sempre acreditamos em conversações", disse Rohani. "Se eles removerem as sanções, encerrarem a pressão econômica e voltarem ao acordo, estaremos prontos para conversar com a América hoje, agora e em qualquer lugar, contanto que encerrem as intimidações e punições", disse Hassan Rohani no domingo (15). O governo do presidente americano, Donald Trump, se diz aberto a negociar com o Irã um acordo mais amplo sobre a questão nuclear e outros temas de segurança. Teerã impôs como condição a liberação de suas exportações de petróleo no mesmo volume de antes de os EUA se retirarem, no ano passado, do acordo nuclear de 2015, assinado pelos dois países e Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha. "Mudamos nossa estratégia da paciência para a retaliação. Qualquer ação...
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Pesquisadora americana alerta sobre futuro de comunidades periféricas

Um bilhão de pessoas vivem em condições precárias em todo o mundo. E a previsão é de que sejam 3 bilhões de habitantes até 2050, o que vai corresponder a um terço da população mundial.  "Se você quer um planeta sustentável, não vai ser sustentável se vocês não aproveitarem conhecimento, energia, inteligência e produtividade dessas que são uma em cada três pessoas", afirma a pesquisadora norte-americana Janice Perlman.  Em seus anos de pesquisa, Janice desenvolveu um trabalho específico sobre o Brasil. Os anos eram 1968 e 1969 e ela aprendia português entrevistando moradores de três favelas do Rio de Janeiro. A investigação foi o pontapé inicial de sua carreira acadêmica e apontou mitos e preconceitos contra essas comunidades. Quarenta anos depois, Janice retornou à cidade para reencontrar seus entrevistados. "A cidade cresceu menos do que as favelas", avaliou a americana. "A violência prejudicou muito a vida dessas pessoas. Uma em cada cinco delas tinha um membro da família que morreu de homicídio. E aumentou a...
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O preço de ser gay no exército da Coreia do Sul

Assédio, violência e inclusive abusos sexuais, é o que sofrem muitos soldados gays e transsexuais na Coreia do Sul, onde o serviço militar é obrigatório para todos os homens e relações consensuais entre pessoas do mesmo sexo no âmbito militar é crime, segundo ressalta um novo relatório da Anistia Internacional (AI). "Você se sente atraído por homens?", é uma das perguntas que devem responder os jovens sul-coreanos quanto vão se alistar no exército. Com este dilema começa para muitos o calvário do serviço militar, que dura entre 21 e 24 meses e no qual a cada ano calcula-se que embarcam cerca de 400 mil sul-coreanos dentre 18 e 35 anos. O relatório aponta que a maioria dos que se sentem atraídos por homens respondem "não" para esconder sua orientação sexual e tentar evitar a fustigação. Muitos já fizeram-no durante anos em relação à família ou colegas de estudo, como lembrou Roseanne Rife, diretora de pesquisa para a Ásia Oriental da AI, na...
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Brasil assume a presidência pró-tempore do Mercosul

Com a presença do presidente Jair Bolsonaro, o Brasil assumirá a presidência pró-tempore (rotativa) do Mercosul no próximo dia 17 , em Santa Fé, Argentina, durante reunião dos chefes de Estado do bloco. Em clima de celebração pelo fechamento do acordo do Mercosul com a União Europeia (UE), a delegação brasileira será chefiada pelo chanceler Ernesto Araújo, que participa, no dia 16, dos encontros preparatórios da cúpula. Em Santa Fé, haverá também reuniões preparatórias nos dias 14 e 15 de julho, com reunião da comissão de comércio do Mercosul e uma discussão sobre o funcionamento de um mercado comum. Na presidência do Mercosul, a delegação brasileira pretende aprofundar as providências adotadas pela Argentina, país que é o atual líder pró-tempore do bloco e que, nessa condição, presidiu com êxito as negociações com a União Europeia. Simplificação Atualmente, no âmbito do Mercosul, existem mais de 200 órgãos, conselhos e comissões, fator que pressiona os orçamentos do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, países que compõem...
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Grandes cidades enfrentarão condições climáticas “desconhecidas”

Um quinto das grandes cidades do mundo enfrentará condições climáticas "desconhecidas" até 2050, disseram pesquisadores nessa quarta-feira (10), já que as temperaturas em elevação aumentam os riscos de secas e inundações. Cientistas de clima do Crowther Lab, grupo de pesquisa da ETH Zurich, uma universidade de ciência e tecnologia, analisaram 520 cidades, incluindo todas as capitais e a maioria dos centros urbanos com população de mais de 1 milhão de habitantes. Considerando as condições climáticas atuais dessas cidades -- inclusive dados sazonais e de precipitação --, os cientistas projetaram o que acontecerá se as temperaturas subirem mais meio grau, aproximando-se do piso da meta de 1,5º Celsius estabelecida no Acordo de Paris de 2015. O relatório mostrou que 22% das cidades terão condições climáticas inéditas até 2050, como estações de seca e de monções mais intensas, disse Jean Francis-Bastin, o principal autor do estudo. "É uma mudança de condições climáticas que provavelmente aumentará o risco de inundações e secas extremas", disse ele...
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América Latina e Caribe exportarão 25% dos itens agrícolas em 10 anos

A América Latina e o Caribe, região rica em terra e água, representarão mais de 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros em 2028. A previsão é um aumento de 22% para os cultivos, 16% para os produtos animais e 12% para os peixes na próxima década. A produção de cereais, no entanto, deve diminuir, com taxas de crescimento anuais de metade das observadas nas duas últimas décadas. Os dados são do novo relatório desenvolvido pela parceria entre Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. O estudo intitulado "Perspectivas Agrícolas 2019-2028" avalia a perspectiva dos próximos dez anos para os mercados em escala nacional, regional e mundial. A edição deste ano tem um enfoque especial na região da América Latina e Caribe (ALC). A ALC atualmente representa 14% da produção mundial e 23% das exportações mundiais de produtos básicos agrícolas e pesqueiros. Segundo o relatório, embora o comércio global de commodities agrícolas...
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