Meio Ambiente

Veganismo pode diminuir impactos negativos de produção

O veganismo tem como um dos argumentos ser contra o consumo de carne e as emissões globais de metano na atmosfera que aumentaram nos últimos dez anos. Segundo um estudo da  ONU, divulgado no final de 2016, esse aumento se deu principalmente, à exploração de energias fósseis e pelas atividades agrícolas. Para falar sobre o assunto, o engenheiro ambiental e dono de uma Startup focada soluções na área de tratamento e reutilização de resíduos em Gabriel Estevam Domingos, conversou com o jornal O Estado RJ. O ESTADO RJ - O que acha do veganismo? Considera que a mudança da dieta de todos seria a vegana? Gabriel Estevam Domingos - Diversos são os motivos que levam uma pessoa a deixar de consumir produtos de origem animal. Neste sentido, o veganismo é um movimento que vêm crescendo e ganhando cada vez mais adeptos. Sabendo que a pecuária está frequentemente presente nas pautas sobre aquecimento global e inclusive tem sido considerada a grande...
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FAO alerta para aumento da degradação dos solos a nível mundial

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) fez um alerta nesta terça-feira (5) para o aumento da degradação dos solos a nível mundial, devido a práticas inadequadas de manuseio da terra. O alerta foi lançado por ocasião do Dia Mundial do Solo, que se comemora hoje, sob lema “Cuidar do planeta começa com o solo”. Segundo a FAO, aproximadamente 33% dos solos globais estão degradados. Em nota, o organismo da ONU e a Parceria Global do Solo (Global Soil Partnership - GSP), lembram que as práticas inapropriadas e a pressão do ser humano estão a intensificar a degradação dos solos, apesar do papel essencial que o mesmo desempenha para a subsistência humana. Lançada em 2011, a GSP tem cinco pilares de ação: 1) Promover a gestão sustentável dos recursos do solo; 2) Incentivar o investimento, cooperação técnica, política, o ensino e a extensão; 3) Promover Projetos de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (I&DT) na área dos solos; 4)...
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Mudanças climáticas causam mais ameaças de raios no Sudeste

O artigo publicado recentemente na revista "International Journal Climatology", afirmou que eventos de tempestade elétrica severos causando vários danos à sociedade, como incêndios e fatalidades, foram vivenciados nos últimos anos.  "O estudo, avaliando o período de 1999 a 2014 para um clima futuro, teve uma incidência de raios abaixo da média, mas a partir de 2010, quando foi feita a projeção a maior parte estava acima da média, numa mudança do padrão até 2048 a uma maior incidência" declarou Ana Paula Paes dos Santos, doutora e pesquisadora do grupo de eletricidade atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais no Estado de São Paulo (Inpe). Os eventos entre 2012 e 2013, tiveram um padrão de trem de ondas do sistema terrestre, fenômeno este anômalo diante de anos anteriores. As estatísticas projetam que desde 2010, houve um aumento dessa incidência, diagnosticando que nos próximos 30 anos serão mais presentes. Os resultados mostraram que, para esse período de análise, a incidência do...
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Água do Rio Doce está imprópria para consumo dois anos após tragédia de Mariana

As águas da bacia do Rio Doce estão impróprias para consumo humano e pesca, irrigação e produção de alimentos em todos os pontos analisados pela Fundação SOS Mata Atlântica, ao longo de 733 quilômetros, por onde correu o rastro de lama, resultado da maior tragédia ambiental do país, ocorrida há dois anos, no município mineiro de Mariana. Além disso, a qualidade da água dos rios que compõem a bacia do Rio Doce está ruim ou péssima em 88,9% dos pontos de coleta analisados e regular em 11,1%. A bacia do Rio Doce foi contaminada pelo rompimento da barragem de Fundão, pertencente à mineradora Samarco, em 5 de novembro de 2015. O incidente devastou a vegetação nativa e poluiu toda a bacia, atingindo outros municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. Dezenove pessoas morreram e diversas comunidades foram destruídas. Expedição realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica, entre os dias 11 e 20 de outubro, percorreu o rastro da lama ao...
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Emissão de gases de efeito estufa no país aumenta 8,9% em 2016

As emissões nacionais de gases de efeito estufa subiram 8,9%, em 2016, em comparação com o ano anterior. O país emitiu, no ano passado, 2,278 bilhões de toneladas brutas de gás carbônico equivalente (CO2e), contra 2,091 bilhões, em 2015. Com 3,4% do total mundial, o Brasil ocupa o lugar de sétimo maior poluidor do mundo. Segundo os dados da nova edição do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), divulgada pelo Observatório do Clima, este é o nível mais alto desde 2008 e a maior elevação vista desde 2004. De acordo com o Observatório do Clima, o crescimento é o segundo seguido, já que, entre 2015 e 2016, a elevação acumulada das emissões foi de 12,3%, contra a queda de 7,4 pontos no Produto Interno Bruto, que recuou 3,8% em 2015 e 3,6%, em 2016. “O Brasil se torna, assim, a única grande economia do mundo a aumentar a poluição sem gerar riqueza para sua sociedade”,...
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Reserva no Amazonas zera desmatamento e é considerada modelo no país e no mundo

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Juma, localizada às margens da BR-319, no Amazonas, é considerada modelo no país e no mundo. Além de zerar o desmatamento, o projeto desenvolvido na área tem promovido a geração de renda e a defesa da floresta pela comunidade local. Na contramão do crescimento do desmatamento, a reserva vem registrando nos últimos anos redução das taxas de devastação. Os dados mais atualizados do governo federal são de 2015 e mostram que não foi registrado nenhum novo desmatamento. A redução é atribuída à implantação na área, em 2008, do primeiro projeto brasileiro de Redd, que significa Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa provenientes do Desmatamento. No mesmo ano, a iniciativa, idealizadas pela organização não governamental (ONG) Fundação Amazonas Sustentável (FAS), foi a primeira do país e do Continente Americano a receber um certificado internacional por desmatamento evitado. No Dia da Amazônia, comemorado nesta terça-feira (5), o coordenador do programa Soluções Inovadoras da...
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Indústria de árvores plantadas ajuda a reduzir efeito estufa, mostra relatório

“A floresta é um reciclador natural do carbono” A indústria de árvores plantadas no país pode trazer vantagens para o meio ambiente, principalmente no combate ao aumento da concentração de gases de feito estufa na atmosfera, mostra relatório divulgado pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). As árvores plantadas demoram sete anos para serem colhidas, mas o modelo de produção das indústrias permite que todos os anos parte delas seja colhida. A sequência de plantações promove um estoque de carbono, que é removido da atmosfera, equivalente a 200 toneladas por hectare. “A floresta é um reciclador natural do carbono”, disse Fábio Marques, consultor do Ibá. O plantio de árvores absorve o gás carbônico (CO2), que é um dos gases de efeito estufa, e libera oxigênio (O2), essencial para a vida humana. Fábio explica que a necessidade de redução dos produtos de base fóssil no mundo vai aumentar a demanda por energias renováveis nos próximos anos. De acordo com ele, uma das formas...
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Mudanças climáticas irão mudar o mundo dos negócios e o mercado de trabalho

Quando falamos em mudanças climáticas, a maioria das pessoas pensa em consequências ambientais como aumento do nível do mar, temperaturas elevadas e derretimento de geleiras. Em algumas partes do mundo, como o sul da Flórida ou as montanhas da Suíça, essas mudanças já estão afetando a vida diária. Em Miami, por exemplo, estações de tratamento de esgoto estão sendo reconstruídas em um nível mais alto, os quebra-mares estão sendo elevados e os estacionamentos de carros, planejados com estruturas contra inundação - não só uma resposta às de hoje, mas de olho na previsão do nível do mar no futuro. Especialistas dizem que esses efeitos podem ser apenas a ponta do iceberg derretendo: as mudanças climáticas estão transformando tudo, das finanças até a saúde. Como resultado, não são apenas os responsáveis pelo planejamento urbano em áreas de risco que terão de mudar seus projetos para o futuro. De agentes financeiros até fazendeiros, engenheiros civis e médicos, um número cada vez maior de...
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Mais de 300 animais estão em ameaça de extinção na Bahia

Mais de 300 animais estão em níveis diferentes de ameaça de extinção no estado da Bahia. A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) publicou no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (16) portaria que cita uma lista de 331 espécies de anfíbios, aves, mamíferos, répteis, invertebrados continentais, peixes, invertebrados marinhos e espécies ameaçadas de  "interesse social". Ao todo, foram avaliadas 2.607 espécies de fauna consideradas raras, endêmicas ou sob ameaça de extinção no território baiano. No entanto, os 331 animais entraram na lista, que tem variações de níveis de ameaça. São 140 espécies, que se enquadram no nível "vulnerável"; 131, no nível "perigo"; 54, no "criticamente em perigo", e cinco, em "regionalmente extintas". Todas as espécies que constam nos níveis de ameaça passam a ter proteção integral dos órgãos de defesa do meio ambiente. A captura, transporte, armazenamento, guarda, manejo, beneficiamento e comercialização desses animais fica proibida. Entre os animais protegidos, estão espécies como Onça-pintada, Ararinha-azul, Gavião-real, Papagaio-de-peito-roxo, Águia-cinzenta, Tartaruga-de-pente, Tartaruga-verde, Aranha...
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Reflorestamento em área de manancial no Rio chega a 100 mil mudas plantadas

A mata ciliar do principal manancial de abastecimento público de Valença, no interior fluminense, já conta com 100 mil novas mudas de plantas graças ao Projeto Água de Rio das Flores, da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) do Rio de Janeiro. O Rio das Flores é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 50 mil pessoas, o equivalente a 80,6% da população total do município. O projeto prevê o plantio de 1 milhão de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica na Bacia Hidrográfica de Rio das Flores em área correspondente a 610 hectares, até 2021. Até o momento, 81,2 hectares em nascentes e matas ciliares foram restaurados. Segundo o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Meio Ambiente (Inea), Paulo Schiavo, a iniciativa garantirá oferta de água em qualidade e quantidade para as atuais e futuras gerações. “Estudos publicados por diversas instituições, como a WWF [Fundo Mundial para a Natureza], comprovam que as áreas recobertas por florestas...
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