Meio Ambiente

Bolsonaro anuncia campanha de combate à poluição no mar

O presidente Jair Bolsonaro informou neste domingo (10), por meio da rede social Twitter, que o Ministério de Meio Ambiente usará uma armação de metal em formato de tubarão-baleia como símbolo de uma campanha de combate à poluição marinha. O tubarão, com 15 metros de comprimento, será preenchido com lixo retirado do mar. A ação será realizada no Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em Santos, no litoral paulista.  De acordo com o presidente, a campanha é a primeira etapa de uma agenda ambiental urbana. “No Dia Mundial da Água, 22 de Março, o ministro do Meio Ambiente @rsallesmma [Ricardo Salles] lançará a primeira etapa da Agenda Ambiental Urbana: Combate ao Lixo no Mar, em Santos e em Ilhabela. Este Tubarão-Baleia será um símbolo de 15 metros que será preenchido com o lixo retirado do mar”, tuitou Bolsonaro. Relatório Na semana passada, um relatório da organização World Wide Fund for Nature (WWF)...
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Água: uma das coisas mais preciosas do Universo

Talvez você não possa vê-la o tempo todo. Mas ela está presente em tudo o que nos cerca. Formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, a água é abundante no universo, inclusive na Terra, onde cobre grande parte de sua superfície. Também é o maior constituinte dos fluidos dos seres vivos – 60% do nosso corpo é composto de água. Cada molécula de água na Terra – dentro de você ou de qualquer outro ser vivo – existe há bilhões de anos. A água chegou em asteroides e cometas dos confins do Sistema Solar. Esses corpos celestes eram resquícios das grandes nuvens de poeira e rochas que não se tornaram planetas. Depois de chegar à Terra, essa água esteve presente em rochas, ar, animais, plantas e em nós mesmos. Ou seja, essa lágrima que sai do seu olho pode ter estado dentro de dinossauros, bactérias, nuvens, geleiras e muito mais. A água não segue as regras normais da química. Inicialmente, deveria ser um gás...
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Livro Vermelho da Fauna 2018 registra 1.173 espécies sob risco

Detentor do maior sistema fluvial do mundo e da mais expressiva variedade de anfíbios e primatas, o Brasil contabiliza atualmente 1.173 espécies da fauna com sua perpetuidade sob risco. Outras 318, embora não estejam prestes a desaparecer, também têm a existência ameaçada. A informação está no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção 2018, resultado de um estudo que contou com a participação de 1.270 pesquisadores e que foi divulgado sexta-feira (25) pelo Instituto de Conservação da Biodiversidade Chico Mendes (ICMBio). Diferindo do mais antigo levantamento nacional já registrado, realizado em 1968 pelo então órgão ambiental competente, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), o livro aborda, de forma inédita, o risco de extinção da vida animal no Brasil, uma vez que abrange todos os vertebrados que existem no país. Se considerada somente essa parcela, o total de espécies chega a quase 9 mil. Com 4.200 páginas, a nova edição da lista oficial de animais sob risco de extinção dá continuidade...
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Aldeia Pataxó é evacuada após rompimento de barragem em Brumadinho

Uma aldeia Pataxó Hã-hã-hãe precisou ser evacuada após o rompimento de uma barragem da mineradora Vale em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). De acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), as 25 famílias que vivem na aldeia Naô Xohã foram levadas para a parte mais alta do município de São Joaquim de Bicas, onde está localizada a comunidade. Por meio de nota, o Cimi informou que Brumadinho, São Joaquim de Bicas e Mário Campos formam um conjunto de cidades cortadas pelo Rio Paraopeba, atingido pela lama de rejeitos da barragem por volta das 15h50 de sexta-feira (25). A aldeia evacuada fica na margem do rio, de onde os Pataxó Hã-hã-hãe retiram sua subsistência. Tragédia se repete No comunicado, o Cimi lembrou que, há três anos, a barragem de Fundão, em Mariana (MG), se rompia, devastando a bacia do Vale do Rio Doce, deixando 19 mortos e centenas de desalojados. Os rejeitos chegaram até a foz do Rio Doce, no Espírito Santo....
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Barragem da Vale se rompe em Brumadinho (MG). Municípios vizinhos alertam a população

Uma barragem rompeu-se na cidade de Brumadinho, próxima a Belo Horizonte. A Vale do Rio Doce, empresa responsável pela barragem, divulgou uma nota. “As primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. A Vale acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de Atendimento a Emergências para Barragens”, informou a empresa. Segundo a empresa, a prioridade é “preservar e proteger a vida de empregados e de integrantes da comunidade”. O comunicado não explica a causa do rompimento. A prefeitura lançou um comunicado em sua conta no Instragram pedindo que os moradores fiquem longe do leito do Rio Paraopeba. Tragédia anunciada O Movimento dos Atingidos por Barragens prestou solidariedade aos atingidos pelo rompimento da Barragem da Mina Córrego do Feijão, que pertence à mineradora Vale, no início da tarde. “Há apenas três anos do rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, mais um crime contra a vida é fruto desse modelo que apenas...
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Ministério do Meio Ambiente suspende contratos por 90 dias

Pelos próximos 90 dias, o Ministério do Meio Ambiente suspendeu todos os convênios e parcerias da pasta e autarquias com organizações não governamentais. O órgão determinou um levantamento das despesas. A medida envolve parcerias e contratos dos distintos fundos do ministério com o terceiro setor. A ordem se estende aos convênios, acordos de cooperação, atos e projetos. Em nota, divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, a assessoria informa que ocorrerá avaliação e ajustes dos contratos que “tenham condições de ter continuidade”. “O diagnóstico permitirá a avaliação daqueles que tenham condições de ter continuidade, bem como dos que eventualmente mereçam reparos. A Medida Provisória 870, que estabelece a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos ministérios, também tornou necessário esse reexame.” O texto informa também que na análise "serão examinados condições, prazos e volumes dos acordos pactuados”....
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Erosão afeta 60% do litoral brasileiro e deforma centenas de quilômetros de praia

O Brasil tem cerca de 7.500 quilômetros de litoral, entre praias, falésias, dunas, mangues, restingas e muitas outras formações. Mais da metade disso, no entanto, está sendo progressivamente destruída pela erosão ou pelo acúmulo de sedimentos, agravados pela ação humana. Juntos, esses dois problemas - erosão e acúmulo - atingem hoje cerca de 60% do litoral brasileiro, segundo o livro Panorama da Erosão Costeira no Brasil, publicado em novembro pelo Programa de Geologia e Geofísica Marinha, que reúne 27 universidades e instituições de pesquisa, e divulgado pela Fapesp no mês passado. Isso significa que hoje 4.500 km de litoral são afetados pela erosão. Isso é um aumento de 50% em relação à primeira edição do levantamento, em 2003, quando cerca de 3.000 km do litoral eram afetados. As regiões mais atingidas são Norte e Nordeste, segundo o geógrafo Dieter Mueher, coordenador do levantamento e pesquisador da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). "Na verdade, o que piorou mais se deu no Ceará e...
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COP24: países definem regras para implementar Acordo de Paris

Os representantes de mais de 150 países que se reuniram na Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas (COP24), em Katowice, na Polônia, definiram executar uma série de regras que permitem a implementação do Acordo de Paris. A decisão foi unânime. Com a adoção das regras a partir de 2020, as nações signatárias deverão trabalhar juntas para enfrentar o aquecimento global sob o Acordo de Paris. Pelas medidas aprovadas, todas as nações, incluindo os países em desenvolvimento, devem detalhar os esforços em curso para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O primeiro relatório deve ser apresentado até o final de 2024. Outra decisão é que as nações industrializadas informem às Nações Unidas a ajuda financeira que planejam fornecer aos países em desenvolvimento. Esses relatórios devem ser apresentados a cada dois anos. Este item ainda pode ser modificado. As nações insulares e alguns outros países queriam metas mais elevadas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Mas os participantes...
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Pesca fantasma ameaça quase 70 mil animais marinhos por dia no Brasil

No Brasil, a pesca fantasma – caracterizada pela perda ou descarte nos mares de equipamentos de pesca, como redes, linhas e armações – ocorre em 70% da costa brasileira (12 dos 17 estados costeiros). De acordo com o relatório “Maré Fantasma – Situação atual, desafios e soluções para a pesca fantasma no Brasil”, estima-se que até 69 mil animais marinhos sofram os impactos dessa pesca por dia, que incluem prejuízos ao ecossistema, ferimentos, mutilações, emaranhamento, sufocamentos e até a morte. O documento foi apresentado esta semana pela organização não governamental Proteção Animal Mundial no evento “Oceano Plástico: como escapar desse emaranhado?”, promovido em parceria com a ONU Meio Ambiente, na capital paulista. No mundo, o volume de equipamentos de pesca largados nos oceanos por ano chega a 640 mil toneladas. No Brasil, o estudo estima que cerca de 580 quilos desses materiais sejam abandonados ou perdidos nos mares por dia, inclusive em áreas de proteção ambiental, como unidades de conservação....
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Cientistas chineses alertam para grande presença de plástico no fundo do mar

Um grupo de cientistas da China encontrou evidências da presença de "microplásticos" no leito oceânico em quantidades que superam até mesmo as da superfície do mar, informou nesta quarta-feira (5) a agência estatal de notícias "Xinhua". Os pesquisadores, procedentes do Instituto de Ciência e Engenharia do Leito Oceânico da Academia de Ciências da China, recolheram amostras de água e de sedimentos no sul da Fossa das Marianas, no Oceano Pacífico, a profundidades compreendidas entre 2.500 e 11 mil metros. Nas águas do leito oceânico, os cientistas advertiram para a presença de microplásticos em quantidades que vão de 2,06 a 13,51 partículas por litro, "um índice muito maior que o encontrado na superfície", afirmou a "Xinhua". Além disso, a presença de microplásticos nos sedimentos do solo da Fossa das Marianas varia de 200 até 2.200 partículas por litro, uma proporção "claramente superior" à da maioria dos sedimentos em águas profundas. Nesse sentido, o estudo sugere que os plásticos já "contaminaram a parte mais...
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