Economia

Euforia global empurra dólar a maior queda em uma semana

O rali de ativos de risco no mundo foi amplamente sentido no mercado de câmbio brasileiro nesta terça-feira, com o dólar fechando em firme queda ante o real e a moeda doméstica exibindo um dos melhores desempenhos globais na sessão. O dólar à vista caiu 1,09%, a 5,3759 reais na venda. A moeda oscilou em baixa durante todo o pregão, descendo a 5,3725 reais na mínima intradiária (-1,16%). Na máxima, foi a 5,4296 reais, leve recuo de 0,10%. A queda na sessão foi a maior desde o dia 17 deste mês. Na B3, o dólar futuro cedia 1,23%, a 5,3740 reais, às 17h16. As operações domésticas mostraram sintonia com o ambiente externo pró-risco, embalado por perspectivas de uma transição de governo mais suave nos Estados Unidos, que por tabela poderia facilitar o processo de distribuição de uma potencial vacina contra o coronavírus. Veja gráfico intradiário da cotação do dólar ante o real e do índice do dólar no exterior: A composição do governo de...
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Dólar sobe para R$ 5,43, com cenário externo

Influenciado pelo cenário externo, o dólar iniciou a semana em alta. A bolsa de valores recuperou-se da queda dos últimos dias e voltou a fechar no maior nível desde o fim de fevereiro, com avanços nas pesquisas na corrida por uma vacina contra a covid-19. O dólar comercial fechou esta segunda-feira (23) vendido a R$ 5,433, com alta de R$ 0,0472 (+0,88%). A divisa começou o dia em baixa, chegando a ser vendida a R$ 5,34 por volta das 11h, mas reverteu o movimento e subiu após a divulgação de que a atividade empresarial nos Estados Unidos veio acima do esperado, provocando uma corrida pela moeda norte-americana no mercado internacional.  Em novembro, a atividade das empresas nos Estados Unidos cresceu no ritmo mais rápido em cinco anos, impulsionada pela indústria. Indicadores fortes mostram que o país continua atrativo para investimentos, estimulando fluxos de capitais para a maior economia do planeta em detrimento de países emergentes, como o Brasil. O dólar subiu...
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Guedes anuncia que vai para o “ataque” com privatizações e reformas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje (23) que inicialmente o governo trabalhou para reduzir despesas e, nos próximos dois anos, seguirá com agenda de reformas e privatizações. “Dedicamos esse primeiro ano, um ano e meio, para atacar as grandes despesas do governo, jogamos na defesa. Nos próximos dois anos, vamos para o ataque. Vamos para as privatizações, para a abertura, para simplificação, reforma tributária, a reindustrialização em cima de energia barata”, disse o ministro, ao participar do 3º Encontro O Brasil Quer Mais, evento virtual organizado pela International Chamber of Commerce Brazil (ICC). Segundo Guedes, os três maiores gastos que o governo conseguiu controlar foram com a Previdência, juros da dívida pública e salários de servidores. O ministro explicou que os “privilégios” nas aposentadorias foram vencidos por meio da reforma da Previdência, houve redução dos juros da dívida pública e congelamento de salários de servidores.  Além disso, ele citou a reforma administrativa enviada pelo governo ao Congresso Nacional. “O mais...
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Governo pode vender reservas internacionais para reduzir dívida

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que para reduzir a relação da dívida pública sobre o Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil pode até vender "um pouco" de reservas internacionais do Brasil, de cerca de US$ 350 bilhões.  As reservas internacionais em dólar servem como uma espécie de seguro para momentos de crise e garante que aquele país terá moeda estrangeira para cumprir suas obrigações com o resto do mundo. Caso o Banco Central venda parte do montante que tem em dólar, o país terá mais moeda doméstica à sua disposição. Ou seja, ele pode usar o recurso para comprar papéis da dívida pública brasileira, o que reduziria o estoque da mesma.  "Você só precisa de US$ 400 bilhões, se você tiver uma moeda supervalorizada. Se o dólar contra o real é R$ 1,80 e a taxa de juros é de 17%, então muita arbitragem está acontecendo: pessoas moram fora e emprestam para o nosso governo aqui e ai você...
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Pix: BC registra 5,2 milhões de transações em três dias de funcionamento

O diretor de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, afirmou nesta quinta-feira (19) que, em três dias de operação plena do PIX, foram realizadas 5,2 milhões de transações e movimentados R$ 4,6 bilhões. O PIX é o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, que entrou na fase de funcionamento pleno na segunda-feira (16). Ele permite a realização de pagamentos e transferências 24 horas por dia, 7 dias por semana, todos os dias do ano, principalmente pelo celular. A expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser um sistema gratuito e estar disponível a qualquer hora. Mas também servirá para efetuar compras on e offline. Por ser instantâneo, as trocas devem ocorrer em até 10 segundos. Conforme Pinho de Mello, que participou de um evento virtual organizado pelo site UOL, o tempo médio das transações realizadas até o momento ficou próximo de 1 segundo. O principal objetivo do sistema...
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Dólar cai com melhora de humor externo, mas instabilidade persiste

O dólar fechou em queda e renovou mínima em dois meses ante o real nesta quinta-feira, com o mercado espelhando a fraqueza da moeda norte-americana no exterior em meio a alguma recuperação do apetite por risco nas bolsas de valores. O dólar à vista caiu 0,45%, a 5,3131 reais na venda, após perder 0,74%, a 5,2975 reais, na mínima intradiária. É o menor patamar para um encerramento desde 17 de setembro (5,2319 reais). Na B3, o dólar futuro recuava 0,91%, a 5,3160 reais, às 17h23. No exterior, pares tradicionais do real como peso mexicano (+1,1%), rand sul-africano (+0,4%) e lira turca (+2,2%) também apreciavam. O índice do dólar frente a uma cesta de divisas fortes cedia 0,15% no fim da tarde. Dentre outros mercados, o Ibovespa subia 0,4% após cair 0,5% na mínima, enquanto em Nova York o índice S&P 500 ganhava 0,2%, revertendo queda de quase 0,7% no pior momento do dia. Operadores comentaram que a melhora dos ativos pode ter ocorrido conforme...
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Turismo deixou de ganhar R$ 41,6 bilhões desde o início da pandemia

O setor do turismo brasileiro deixou de faturar R$ 41,6 bilhões desde o início da pandemia de covid-19, considerando os meses de março a setembro. O montante representa uma queda de 44% no faturamento do setor em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados, divulgados hoje (17), são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Em setembro, o faturamento das empresas do setor (R$ 8,6 bilhões) foi 37,6% menor do que o mesmo mês de 2019 – o que significa uma retração de R$ 5,2 bilhões no faturamento. Esse é o pior resultado do turismo para setembro desde o início da série histórica, em 2011. “Ao contrário de setores como o comércio e os serviços, em recuperação desde o início do segundo semestre do ano, o turismo não apresenta sinais de retomada. Até por isso a necessidade de uma expansão da oferta de crédito para as empresas do setor, principalmente...
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Dólar cai 2% e fecha na mínima em 2 meses com BC, em dia positivo para Brasil

O dólar fechou na mínima em dois meses frente ao real nesta terça-feira, com a moeda brasileira exibindo o melhor desempenho global nesta sessão, amparada por expectativas de suporte do Banco Central, em meio a um dia amplamente positivo para ativos brasileiros. O dólar à vista caiu 1,96%, a 5,3335 reais na venda, menor patamar desde 17 de setembro (5,2319 reais). A moeda está 7,46% abaixo da máxima de 29 de outubro (5,7635 reais), alcançada antes, portanto, das eleições nos Estados Unidos. A moeda recuou durante toda a sessão, indo de uma máxima de 5,424 reais (-0,29%) a uma mínima de 5,3244 reais (-2,12%). Na B3, o dólar futuro caía 1,63%, a 5,3325 reais, às 17h02. Reuters ...
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Pix terá pagamentos programados e troco em dinheiro

O Pix, sistema que pagamentos instantâneos, terá novas funcionalidades no futuro, como pagamentos programados e troco em dinheiro. A afirmação é do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que lançou hoje (16) a operação plena do Pix, que até ontem estava em fase de testes. Segundo Campos Neto, o sistema permitirá o chamado cashback ( em inglês, dinheiro de volta). Ou seja, o consumidor poderá pagar uma compra em uma loja com Pix e receber o troco em dinheiro. No evento virtual de lançamento do Pix, Campos Neto destacou que o novo sistema é democrático por levar a tecnologia a todos os lugares, e reduz os custos das operações. “O Pix é rápido, barato, seguro, transparente e aberto”, disse. Por reduzir os custos, como, por exemplo, com transporte de dinheiro, o presidente do BC disse que o novo sistema viabiliza pequenos negócios. Além disso, ressaltou que o sistema é seguro. “O dinheiro passa a ser rastreado, reduz várias práticas de crime como lavagem...
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Dólar sobe 1,6% ante real em semana de maior volatilidade

O dólar fechou perto da estabilidade ante o real nesta sexta-feira, mas não sem antes exibir gangorra similar à dos últimos dias, ao fim de uma semana em que a moeda acumulou valorização em meio a aumento de volatilidade. O dólar à vista registrou variação negativa de 0,07% nesta sexta, para 5,4754 reais. Ao longo do pregão, a divisa oscilou entre 5,527 reais (+0,87%) e 5,4506 (-0,52%). Na semana, a cotação subiu 1,58%, devolvendo parte do tombo de 6,07% da semana anterior, quando ocorreram as eleições norte-americanas. O real viu elevação de volatilidade implícita na semana, saindo de 16,6% para 18,2%. Dentre as principais divisas emergentes, apenas a combalida lira turca exibiu maior instabilidade. O dólar bateu as máximas desta sexta por volta de 13h e, desde então, passou a perder força, em movimento similar ao visto pelo índice da divisa norte-americana no exterior. Mas o real seguiu atrás de vários de seus pares neste pregão, a exemplo de dias anteriores, afetado...
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