Curiosidades

O cão que está há 80 dias em estrada esperando dona que morreu

A história de um cachorro que espera sua dona há mais de 80 dias em uma avenida movimentada, no local onde ela morreu, encantou os usuários de internet na China. Um vídeo (abaixo) que mostra o animal no meio da rua em Hohhot, na Região Autônoma da Mongólia Interior, já foi visto mais de 1,4 milhão de vezes na rede social Sina Weibo. O site chinês Pear Video disse que o cão está ali desde a morte da dona, em 21 de agosto. Um taxista contou que pessoas já tentaram ajudá-lo, mas que o cachorro sempre foge. "Os motoristas costumam dar comida para ele, mas, quando saímos do carro, ele vai embora", disse o taxista. "A relação desse cachorro com sua dona era muito forte. Depois que ela morreu, o cãozinho ficou ali de guarda. Todos os dias ele está ali na rua, sempre o vejo." O vídeo foi feito em 10 de novembro e, desde que foi compartilhado na Sina Weibo, a mais usada pelos...
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A cidade francesa que envelhece vinho no fundo do mar

As marés mais altas da Europa surpreendem os turistas de St-Malo, na França, e batem contra as muralhas medievais de granito e as calçadas. Mas os malouins, como são chamados os locais, tratam o mar agitado com uma graciosa afinidade. A comunidade malouin sempre foi ligada ao movimento do mar. Fundado pelos gauleses na costa norte da Bretanha no século 1 a.C., o porto da cidade está localizado no ponto em que o rio Rance se encontra com o Canal da Mancha. O intenso fluxo d'água na baía torna suas marés alta lendárias. No verão, turistas franceses enchem st-Malo em busca da brisa de verão e do savoir-faire bretão. Mas a cidade e suas marés pertencem a seus moradores, que recebem os constantes jatos de sal com um sorriso de gratidão. "Quando estou em St-Malo, mesmo que esteja em lugar de onde não consigo ver o mar, eu posso senti-lo", afirmou Yannick Heude, sommelier e comerciante de vinho. "Eu sei que ele está bem aqui, que...
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A estranha imagem ‘que se move’ e intriga a internet

O que você vê na imagem acima? Ela está se movendo ou está fixa? É um vídeo ou um gif animado? Essa ilusão de óptica tem se propagado pela internet e já foi compartilhada e vistas milhares de vezes. A imagem foi publicada no Twitter pela neurocientista Alice Proverbio, uma psicóloga experimental que trabalha analisando o funcionamento do nosso cérebro. O desenho, criado pela artista multimídia Beau Deeley, mostra uma esfera deslizando sobre uma coluna. Ele não é um gif nem qualquer outro tipo de animação. Alice assegura que se trata de uma imagem 100% estática. No entanto, nossa mente é enganada para que pensemos que a imagem está se movimentando. "Incrível ilusão de movimento. O V5 é acionado pela saturação de V4", escreveu a cientista em uma rede social. Mas longe de esclarecer por que a imagem se move, sua descrição gerou mais perguntas: o que são V5 e a V4 e porque temos essa percepção de movimento? O efeito está no cérebro? O efeito...
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O rato gigante que ameaça de extinção espécie de albatroz

Ratos gigantes estão matando milhões de filhotes de aves em uma ilha remota do Atlântico Sul, chegando a ameaçar espécies raras de extinção. De acordo com um estudo da organização britânica Royal Society for the Protection of Birds, ratos introduzidos na ilha de Gough no século 19 passaram a comer os ovos e os filhotes de pássaros. O grupo diz que, se nada for feito, uma espécie ameaçada, albatroz-de-tristão, provavelmente será extinta. Há, entretanto, um projeto para erradicar o roedor até 2020. Gough é uma ilha remota que faz parte do território do Reino Unido, considerada uma das mais importantes colônias de pássaros do mundo, com mais de 10 milhões deles. É também chamada de Ilha de Gonçalo Álvares pelos portugueses, em homenagem ao explorador que teria sido um dos primeiros a chegar ao local, no início do século 16. Os ratos chegaram à ilha vulcânica de 91 km² trazidos pelos navios que aportavam ali no século 19, e se adaptaram às condições naquele...
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Na Grécia teia de aranha gigantesca com mais de 300 metros cobre praia

O clima mais quente em uma região no oeste da Grécia criou um cenário arrepiante em uma praia do país. Uma enorme teia de aranha de 300 metros de comprimento cobriu uma área de vegetação à beira-mar na cidade de Aitoliko, conforme publicou o site Daily Hellas. Especialistas dizem se tratar de um fenômeno sazonal, causado por aranhas tetragnatha, que são capazes de construir grandes ninhos para acasalamento. Acredita-se que o aumento da população local de mosquitos pode ter contribuído para o crescimento do número dessas aranhas. Maria Chatzaki, professora de Biologia Molecular da Democritus University of Thrace, na Grécia, diz que temperaturas mais altas e condições suficientes de umidade e de alimento criaram o ambiente ideal para estas aranhas se reproduzirem em larga escala. "É como se as aranhas estivessem se aproveitando destas condições e fazendo uma festa. Elas acasalam, se reproduzem e criam uma geração inteiramente nova", disse ela ao site She told Newsit.gr. "Essas aranhas não são perigosas para humanos e não causam danos à flora local. Elas...
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O mistério da múmia que ‘provocava transe’ nos anos 60 e foi consumida pelo fogo

Entre os 20 milhões de itens que compunham o acervo do Museu Nacional e que foram consumidos pelo fogo no incêndio que começou neste domingo, um em particular despertava grande curiosidade entre os visitantes - e não apenas por sua raridade. A múmia egípcia Kherima, com cerca de 2 mil anos, foi trazida ao Brasil em um caixote de madeira em 1824 pelo comerciante Nicolau Fiengo. Dois anos depois, foi oferecida em leilão e arrematada por Dom Pedro 1º, que a doou ao então Museu Real, fundado em 1818 e instalado à época no Campo de Santana, na região central da cidade do Rio de Janeiro. Kherima destacava-se por apresentar membros enfaixados individualmente e decorados sobre linho, o que lhe dava aparência similar à de uma boneca - um estilo de mumificação diferente do da época, menos detalhista, em que os corpos eram "empacotados". Além dela, há apenas oito múmias desse tipo no mundo. "Esse era um exemplar muito importante, por conta do tipo de...
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O disco de MPB menosprezado em 1973 que virou cult no rap americano atual

Em agosto do ano passado, durante um garimpo esporádico em um bazar de bairro em Osasco, na Grande São Paulo, o estudante Pedro (nome fictício) não acreditou quando viu, intacto dentro de uma caixa perdida de discos de vinil, o LP Arthur Verocai, gravado pelo maestro e arranjador carioca de mesmo nome e lançado pela extinta Continental no final de 1972. Extasiado pelo achado, ele logo se lembrou que não poderia transmitir afobação ao dono do pequeno estabelecimento que, aparentemente, não sabia que, três anos antes, o mesmo disco fora arrematado em um pregão do eBay por US$ 5,1 mil (quase R$ 20 mil) — o valor mais alto pago por um LP brasileiro na história do site americano de leilões. O homem disse a Pedro que não venderia os LPs avulsos, mas que aceitava R$ 100 pela caixa inteira. Além do vinil de Verocai, ela tinha ainda outra raridade: o primeiro álbum da dupla Jaime e Nair, gravado em 1974 — também...
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Crocodilo vira parceiro de foto de formatura de estudante americana

Uma estudante universitária dos EUA garantiu que seu álbum de formatura seja inesquecível. Ela posou para fotos, usando a tradicional faixa e chapéu de formatura, ao lado de um jacaré de quatro metros. Makenzie Noland, de 21 anos, é aluna da Texas A&M University e se formou na última sexta-feira em ciências da vida selvagem e da pesca. Ela estava estagiando em um centro de salvamento de animais, em Beaumont, que abriga cerca de 450 jacarés, crocodilos e outros répteis. Mas quem roubou a cena foi Big Tex - um jacaré gigante que foi adotado em 2016, depois que a superalimentação o transformou em um transtorno para os barcos locais. Noland e Tex desenvolveram um relacionamento especial desde que ela começou a trabalhar no centro, em maio deste ano. A estudante diz que ele responde pelo nome e reage aos sinais da mão dela, quando entra na lagoa para alimentá-lo. "Eu entro na água com esse animal todo dia - é um dos meus...
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Ilha de Yap: onde as moedas são maiores que os habitantes

A chegada à pequena ilha de Yap, na Micronésia, no oceano Pacífico, surpreende até os viajantes mais experientes. O único voo diário sobrevoa florestas fechadas, pântanos, lagoas de água salgada e um emaranhado de manguezais, cercados por recifes de corais. Mas o que causa mais fascínio não é o cenário paradisíaco, tampouco a saudação das yapesas, com sua tradicional saia florida no aeroporto. É quando você fica cara a cara com o dinheiro de pedra (gigante). São centenas de rochas em formato de discos, do tamanho de seres humanos, espalhadas por toda a ilha. Podem ser encontradas fora dos poucos hotéis da região, enfileiradas perto da praia ou nas profundezas das florestas. Cada aldeia ainda tem um banco de pedras a céu aberto, onde peças que são muito pesadas para serem transportadas ficam expostas no malal (espaço para danças). "Minha família é dona de cinco pedras de bom tamanho", diz Falmed (os yapeses usam apenas um nome), taxista que me levou até...
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Lâmpada que nunca apaga funciona desde 1901

Ela é uma lâmpada tão famosa que tem a própria página na internet, um perfil no Facebook e até uma câmera exclusiva que a filma dia e noite. É a Lâmpada Centenária (Centennial Bulb, em inglês), que, segundo o Livro Guinness dos Recordes, é o foco de luz elétrica que há mais tempo está aceso em toda a história. A lâmpada fica em uma unidade dos bombeiros na cidade de Livermore, na Califórnia (EUA). Ainda no século passado, em 1901, os bombeiros queriam manter iluminados seus alojamentos dia e noite para poderem responder com prontidão quando necessário. Decidiram, então, instalar uma lâmpada. Ela foi doada por um empresário local e fabricada à mão por uma empresa pioneira no setor. Décadas se passaram e, exceto breves cortes de energia e duas mudanças, a lâmpada continuou iluminando o ambiente. Em 2001, quando completou um século, ganhou oficialmente o título de Lâmpada Centenária. E, no dia 18 de junho deste ano, completou 117 anos com mais de 1 milhão...
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