Curiosidades

Dia das Mães: como o viés comercial da data frustrou até a criadora da homenagem

O Dia das Mães pode variar de mês a depender do país, mas são raríssimos os lugares do mundo que não o celebram. No Brasil, a tradição da data já fez com que ela se tornasse a segunda mais importante do ano no comércio, perdendo apenas para o Natal. Mas poucos conhecem a história que deu início a esse costume de celebrar o amor materno em uma data específica. A tradição veio dos gregos, eles celebravam no início da primavera a mãe de todos os deuses, a deusa Rhea, com homenagens, cultos e presentes. Mas a oficialização desse costume veio no início do século 20, nos Estados Unidos, por insistência de uma mulher que nunca foi mãe, mas decidiu homenagear a sua com um dia para celebrar sua memória. Anna Jarvis iniciou uma campanha pelo que chamava de "Dia das Mães" em 1905, quando Ann Reeves Jarvis, sua mãe, morreu. Em 1908, ela organizou a homenagem para ela, mesmo sem...
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Faxineiro encontra 7 kg de ouro em aeroporto – e ficará com barras se dono não aparecer

Um faxineiro sul-coreano encontrou um verdadeiro tesouro em uma lata de lixo: sete barras de ouro que, juntas, valem cerca de R$ 1 milhão. Cada uma das barras pesa 1 kg e estava enrolada em jornais, dentro de uma lixeira do aeroporto internacional de Incheon, o maior da Coreia do Sul. As informações são do jornal The Korean Times. A polícia suspeita que o dono das barras se desfez delas por medo de ser pego. Mas não há, a princípio, nenhuma evidência de que as barras de ouro estivessem ligadas a alguma atividade criminosa. E, se a polícia não conseguir encontrar alguma ligação das barras com algum caso criminal ou se o verdadeiro dono não aparecer, o faxineiro vai poder pedir para ficar com o achado. Na Coreia do Sul, a máxima "achado não é roubado" está prevista na lei. A legislação prevê que quem acha bens pode ficar com eles desde que o proprietário não se manifeste em até seis meses. Mas...
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Das cinzas às cinzas. Do diamante à memória eterna

Marilyn Monroe eternizou a música “Diamonds are a girl’s best friends” (Diamantes são os melhores amigos das garotas). Ah, se ela soubesse que hoje os diamantes podem ser criados para serem seus melhores amigos a partir de pelos e/ou cabelos de seus melhores companheiros para sempre... A história não é assim simples, muito menos barata. É diamante real, obviamente criado a partir de cinzas de entes queridos, sejam eles humanos ou animais de estimação. Seu processo também não é simples, rápido ou barato. Mas para quem escolhe uma pedra dessas para ser símbolo máximo de amor, não há pressa. Não é necessário que a pessoa ou o animal morram, o diamante pode ser feito de mechas de cabelo ou pelos e crinas dos animais preferidos. Pelé já fez isso, seu cabelo foi transformado num diamante e doado à sua mãe, que o doou a um hospital infantil paranaense. Mesmo que o diamante não tenha valor de mercado, a peça, por...
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Titanus giganteus: o maior besouro do mundo

Conhecido como “Besouro Titan”, o Titanus giganteus não é apenas um inseto grande, ele é o maior besouro do mundo, na qual um adulto, pode facilmente chegar a medir 17 centímetros, mas já existem registros desta espécie com 22 centímetros. Ele também está entre os maiores e mais pesados insetos já conhecidos pelos entomólogos. Ele  possui antenas muito longas e costuma-se dizer que suas grandes mandíbulas são fortes o suficiente para cortarem um lápis de madeira, apesar disso, é considerado um inseto inofensivo para seres humanos. Isso acontece por que esta família de besouros chamada “Cerambycidae” (cujas espécies são conhecidas popularmente como “serra-paus”) se utiliza dessas grandes mandíbulas para cortarem galhos de árvores onde as fêmeas depositam os seus ovos. Especialistas dizem que os indivíduos adultos não se alimentam e vivem às custas de reservas de energia acumuladas durante sua fase larval. As larvas não são encontradas facilmente, mas os pesquisadores garantem que possam ser tão robustas quanto os adultos. Os adultos são tão grandes e pesados que não podem voar...
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Bacalhau não é um peixe, mas vários

Talvez dentro da gastronomia não exista um ingrediente tão consumido, tão adorado mundialmente, mas que ao mesmo tempo poucas pessoas conhecem de fato a sua origem, se enganando ou confundindo na maioria das vezes. O bacalhau é um dos produtos mais consumidos do mundo, dono de uma história muito interessante, e ganhou adeptos por todos os lados. Por mais que seja estranho dizer isso, a verdade é que o bacalhau não é um peixe. O bacalhau pode vir a ser vários peixes, desde que seja feito um processo de transformação com ele. Por mais que seja complexo e novidade para a maioria, é simples de compreender. Para se obter um bacalhau, existe um processo que é resultante da salga e secura de alguns peixes específicos, e que irão originar o bacalhau. São eles: Gadus morhua (cod), ling, saithe e zarbo. Ou seja, o bacalhau fresco na teoria não existe, e na pratica é apenas um peixe comum, sem o sabor marcante que é resultado...
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Relógio do Apocalipse indica que estamos perto de uma catástrofe global

Existe um relógio que, em vez de medir a passagem do tempo, indica o quão perto o planeta está de ser destruído. Atualmente, seus ponteiros marcam dois minutos e meio para meia-noite, horário previsto para o fim do mundo. É o chamado Relógio do Apocalipse, criado em 1947 pelo Boletim dos Cientistas Atômicos (BPA, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. Não se trata de um objeto, mas de uma ilustração simbólica. Os ponteiros do relógio não se movem por meio de uma medida científica, mas de acordo com o parecer dos integrantes do conselho de ciência e segurança do BPA, que se reúne duas vezes por ano para determinar o quanto falta para meia-noite. "É um símbolo que representa o quão perto ou longe estamos de uma catástrofe global. O que queremos mostrar com isso é o quão próximos estamos de destruir a vida na Terra como a conhecemos", explica Rachel Bronson, diretora-executiva e editora do boletim. O último ajuste nos...
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Jogo do bicho: a maior loteria ilegal do mundo

Como explicar a um estrangeiro uma instituição tão brasileira como o jogo do bicho, uma antiga rifa de zoológico que existe há 125 anos, é proibida por lei e se tornou uma das maiores loterias ilegais do mundo? A pergunta surgiu em um bate-papo sem pretensão, mas motivou o cientista político paulistano Danilo Freire a investigar o assunto a fundo. Usando ferramentas da economia, ele chegou a conclusões inéditas sobre as regras informais e mecanismos de força que ajudaram essa bolsa ilegal de apostas a sobreviver a mais de 30 governos no Brasil, de ditaduras a democracias. Estudos sobre jogo do bicho no país foram feitos, sobretudo, dentro da antropologia e da história. Trabalhos excelentes, diz Freire, mas com foco em aspectos simbólicos - como a influência de sonhos e fatos cotidianos nos palpites dos apostadores - ou momentos do jogo em determinada época. "Tentei analisar o jogo do bicho como uma empresa capitalista, pois, antes de tudo, é isso o que...
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Antonio Vicente: um brasileiro chamado de louco pelos vizinhos por plantar a própria floresta

"Quando era criança, os agricultores cortavam as árvores para criar pastagens e pelo carvão. A água secou e nunca voltou" Antonio Vicente era chamado de louco pelos vizinhos. Afinal, quem compraria um pedaço de terra a 200 km de São Paulo para começar a plantar árvores? "Quando comecei a plantar, as pessoas me diziam: 'você não viverá para comer as frutas, porque essas árvores vão demorar 20 anos para crescer'", conta Vicente. "Eu respondia: 'Vou plantar essas sementes, porque alguém plantou as que estou comendo agora. Vou plantá-las para que outros possam comê-las." Vicente, prestes a completar 84 anos, comprou seu terreno em 1973, uma época na qual o governo militar oferecia facilidades de crédito para investimentos em tecnologia agrícola, com o objetivo de impulsionar a agricultura. Mas sua ideia era exatamente a oposta. Criado em uma família numerosa de agricultores, ele via com preocupação como a expansão dos campos destruía as fauna e flora locais, e como a falta de árvores afetava os recursos...
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Brecha na lei cria mercado de ‘doação de maconha’ nos EUA

Todos os domingos, em um cruzamento entre um restaurante de uma rede de fast-food e uma delegacia em Adams Morgan, bairro boêmio da cidade de Washington D.C., nos Estados Unidos, pedestres são abordados por um homem vestindo moletom largo com capuz que entrega cartões de visitas e agradece aos que os aceitam com um "Jah seja louvado" - Jah é o nome dado a Deus por rastafaris. Ilustrado com uma folha verde sobre fundo preto, o cartão anuncia: "Delivery de adesivos com brinde". Quando alguém pede detalhes, o homem caminha até a outra esquina, abriga-se sob a marquise de uma cafeteria Starbucks e tira da bolsa uma cartela de adesivos como os vendidos em bancas de jornal, do modelo mais simples, com 18 imagens de caras sorridentes amarelas, azuis e vermelhas. "São US$ 60 (R$ 195) pelos adesivos", diz o vendedor. Ao receber o dinheiro, o homem entrega a cartela junto a um saquinho transparente com 3,5 gramas de maconha....
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Os estranhos animais híbridos criados pelas mudanças climáticas

Casos de espécies diferentes cruzando entre si, e gerando estranhos animais híbridos, vem se tornando cada vez mais comum em meio às mudanças climáticas. Pesquisadores da Universidade de Tuscia, na Itália, flagraram a cena da imagem acima no parque de Partenio, no sul do país. A fêmea é um exemplar do sapo-europeu (Bufo bufo), uma espécie encontrada em quase todo o continente, enquanto que o macho é um sapo-balear (Bufotes balearicus), característico do sul da Itália, Córsega e Ilhas Baleares (Espanha). Há vários casos naturais de hibridização, especialmente quando as espécies têm genomas semelhantes. O que espantou cientistas no flagra dos sapos foi que as duas espécies estão geneticamente separadas por 30 milhões de anos no processo de evolução. As duas espécies voltaram a se misturar na reprodução por causa do aquecimento global, o que pode se tornar uma tendência cada vez mais frequente, segundo um estudo publicado no periódico científico PeerJ (em inglês). "A hibridização é muito mais comum entre espécies...
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