Exposições

Bienal do Livro terá mais de 300 autores em 11 dias de evento no RioCentro

Em uma área de 80 mil metros quadrados, a 18ª edição da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro terá como foco a literatura brasileira, com 330 autores e convidados, 350 horas de programação cultural e 190 atividades envolvendo o universo literário, o que representa um aumento de 40% em relação à última edição. O evento será aberto no dia 31 de agosto e vai até 10 de setembro, em três pavilhões do RioCentro, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. O presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Marcos Pereira, uma das entidades promotoras da Bienal, explica que o evento é o terceiro maior em público do calendário carioca, ficando atrás apenas do Réveillon e do carnaval, com 700 mil visitantes. Este ano, segundo ele, a intenção da bienal é resgatar o valor do livro. “A gente vive um momento muito difícil da vida brasileira, um momento de questionamento sobre o nosso futuro, com as questões éticas...
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Cartola é celebrado com exposição no centenário do samba

No ano em que se comemora o centenário do samba no Brasil, o Itaú Cultural traz para São Paulo a Ocupação Cartola, que de 17 de setembro a 13 de novembro mostrará ao público a vida e a obra do lado poeta, erudito e contemporâneo do músico Angeor de Oliveira, o Cartola, que nasceu em 1908 e morreu em 1980. A curadoria fica por conta da cantora Fabiana Cozza e os Núcleos do Itaú Cultural de Música e de Enciclopédia, com consultoria de Nilcemar Nogueira, neta de Cartola. Em seis eixos, a linha curatorial desenvolve o fio da vida e pluralidade de Cartola, em paralelo a uma das histórias de amor mais famosas do mundo do samba: 1908, o nascimento, Encontros/rua, Zicartola, Casa/varanda, Palácio do Samba e Cartola de Ouro. A exposição percorre a vida de Cartola desde o nascimento no Catete, bairro do Rio de Janeiro, sua mudança para o Morro da Mangueira. Fala da gravação de seus quatro...
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Mostra apresenta fotos que contam a história da Praça XV e seu entorno

Desde as primeiras décadas após a fundação, em 1565, até a virada para o século 20, a cidade do Rio de Janeiro teve como centro de sua vida econômica, social e política o Paço Imperial, a área compreendida pela atual Praça XV e o Morro do Castelo, demolido em 1922. Somente com as intervenções urbanas do prefeito Pereira Passos é que esse eixo se deslocou, com a abertura da Avenida Central, hoje Rio Branco. Com o objetivo de lançar um olhar privilegiado sobre o prédio com valor referencial único na cidade e seu entorno, o Instituto Moreira Salles (IMS) inaugurou sexta-feira (24), no próprio Paço Imperial, a exposição O Paço, a praça e o morro. A mostra reúne 200 imagens de grandes mestres da fotografia brasileira que integram o valioso acervo do IMS, como Marc Ferrez, Augusto Malta, Georges Leuzinger e Guilherme Santos, e também de fotógrafos anônimos e amadores que documentaram o centro da cidade entre os anos de...
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Obra de arte inflável fascina e intriga público no Rio

Não era um pássaro nem um avião. E o público que passeava no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro, também não chegou a um consenso sobre o que era aquele enorme mamífero inflável que subiu nos céus à beira da Baía de Guanabara, nesse sábado. Para a criadora da obra de 34 metros de comprimento por 23 metros de altura, a artista australiana Patricia Piccinini, trata-se de uma baleia chamada Skywhale. “Quando imaginei esta obra pensei na evolução e como a natureza se basta. Ela não está aqui por você ou por mim; e temos apenas sorte por poder viver nela, experimentá-la”, disse Patrícia, cuja obra é voltada para as questões do homem no âmbito da engenharia genética e da biotecnologia, e como essas tecnologias influenciam a maneira como nos relacionamos com o mundo. A baleia mutante também faz homenagem ao gênero feminino, ressaltou a artista. “Ela tem muitas tetas: expressa carinho, proteção e bondade. Simboliza a...
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Exposição e livro contam a história do entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas

A região do entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, hoje uma área elegante e cosmopolita da zona sul carioca, era há dois séculos uma grande fazenda real, que abrigava a primeira fábrica de pólvora do país. Imagens antigas e atuais da Lagoa e dos bairros ao seu redor integram a exposição Linhas, traços e outras buscas, inaugurada na noite de segunda-feira (11) no Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. [caption id="attachment_57516" align="alignnone" width="580"] Portal da antiga fábrica de pólvora, no Jardim Botânico. Hoje, entrada do parque infantilErika Tambke/Divulgação[/caption] A abertura da mostra, que contrapõe os registros recentes da fotógrafa Erica Tambke às imagens de várias épocas, também marcou o lançamento do livro A Fazenda Nacional da Lagoa Rodrigo de Freitas na formação de Jardim Botânico, Horto, Gávea, Leblon, Ipanema, Lagoa e Fonte da Saudade, seguido de palestra dos autores, os historiadores Carlos Barata e Cláudia Gaspar. Com uma proposta de arqueologia fotográfica, a exposição utiliza a...
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Um olhar antigo em tempos modernos por Debret

O Rio de Janeiro comemorou neste ano 450 anos e os cariocas ganham de presente a exposição: O Rio de Janeiro de Debret, em cartaz no Centro Cultural dos Correios, no centro. São 120 obras que nunca foram vistas juntas e com um único objetivo- reportar o cotidiano em tempos antigos pelo olhar do pintor francês Jean – Baptiste Debret (1768 – 1848) residente, e que viveu na cidade do Rio de Janeiro por 15 anos, no Catumbi. A exposição esta dividida em seis galerias onde Debret através de seus desenhos e aquarelas retrata grandes momentos e transformações através da cultura popular e de grandes eventos da corte. Para a curadora Anna Paola Baptista, as aquarelas do Rio demonstram até mesmo em sua composição, a postura integrada do artista ao seu objeto. É flagrante à sensação de intimidade e proximidade com a imagem retratada que emana de suas obras sobre a cidade, quase como se o ponto de vista de...
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Museu Nacional de Belas Artes completa 77 anos e recebe 205 obras de Portinari

O Museu Nacional de Belas Artes se tornou nesta segunda-feira (13) o detentor do maior acervo público de Cândido Portinari, com 243 obras. Em seu aniversário de 77 anos, o museu assinou o recebimento de 205 pinturas, estudos e esboços, doados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Informação. As obras adquiridas passarão por um processo de análise, catalogação e restauração a partir de 21 de janeiro e devem ser expostas ao público a partir de maio deste ano, antecipou a diretora do museu, Mônica Xexeo. "vamos fazer um recorte da doação e vamos apresentar [as obras] de maio a outubro em um dos espaços do museu. Vamos devolver à sociedade essas obras, que nunca foram expostas", diz Mônica. Mônica classifica o conjunto doado pela Finep como singular. São 22 pinturas e muitos estudos decorativos, esboços e trabalhos preparatórios como para o Palácio Capanema e a Igreja São Francisco de Assis, na Lagoa da...
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Bienal da Caricatura apresenta trajetória das charges e dos cartuns no Brasil

Dois séculos de charges e cartuns estarão em exposição a partir de desta quarta-feira (27), na capital fluminense e outras cidades do país, na 1ª Bienal Internacional da Caricatura. Evento inédito, mas que surge com a pretensão de ser um dos maiores do gênero em todo o mundo, a bienal terá ao todo 40 programações, entre mostras – cerca de 30 - debates e lançamentos de livros, até 30 de março de 2014. Idealizada pelo caricaturista e historiador Luciano Magno (pseudônimo de Lucio Muruci), autor do livro História da Caricatura Brasileira, a bienal tem o apoio do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e de outras instituições culturais do país. As primeiras seis exposições serão abertas na noite desta quarta-feira, para convidados, no CCJF, e uma delas revive a obra de Manoel de Araújo Porto-Alegre (1806-1879), o patrono da caricatura no Brasil. “A bienal é um desdobramento natural do meu trabalho de historiador”, disse...
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Exposição Pátria de Chuteiras exibe peças das conquistas brasileiras em copas do Mundo

Rio de Janeiro - “A seleção brasileira é a pátria em chuteiras”. Criada pelo escritor e jornalista Nelson Rodrigues (1912-1980), a frase serviu de inspiração para a expressão "A pátria de chuteiras", adotada nas ações de comunicação do governo federal para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O slogan está presente no selo especial lançado para o evento esportivo do próximo ano e também dá título à exposição inaugurada no início da noite de terça-feira (1º), no Espaço Cultural Furnas, em Botafogo, zona sul do Rio. O acervo reúne relíquias de jogadores campeões mundiais de futebol, como chuteiras, bolas, camisas e medalhas e outras peças que guardam a memória dos títulos conquistados pelo Brasil nas Copas do Mundo de 1958, na Suécia; 1962, no Chile; 1970; no México; 1994, nos Estados Unidos; e em 2002, no Japão e na Coreia do Sul. A exposição foi idealizada pelo ex-jogador Carlos Alberto Torres, capitão da seleção brasileira no tricampeonato e hoje...
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