Comportamento

Viúva de Marielle: demostrar afeto é forma de luta

A Companheira de Marielle Franco por 14 anos, a arquiteta e militante dos direitos humanos Mônica Benício afirma que a demonstração de afeto era uma das maiores formas de luta de Marielle a favor dos direitos das comunidades lésbica, gay, bissexual, transexual e intersexual (LGBTI). Mônica participou de um vídeo da Anistia Internacional divulgado nesta terça-feira (12), Dia dos Namorados, nas redes sociais da entidade. O assassinato de Marielle e de  Anderson Gomes completam três meses dia 14. "Marielle lutava na causa LGBTI e acho que a maior expressão dessa [luta], para além do parlamento, era a divulgação da vida pública dela, que era não esconder o relacionamento que a gente tinha e reforçar que isso era um amor, que era legítimo, que era feliz e que as nossas famílias existem. Eu acho que essa era a principal forma de ela lutar dentro dessa causa", conta Mônica no vídeo....
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Em 10 anos, assassinatos de mulheres negras aumentaram 15,4%

No ano de 2016, foram assassinadas 4.645 mulheres no país, o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. O aumento em dez anos foi de 6,4% - em 2006, foram mortas 4.030 mulheres no Brasil e a taxa de homicídio feminino ficou em 4,2 por grupo de 100 mil. Os dados fazem parte do estudo Atlas da Violência 2018, apresentados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A situação se agrava quando consideradas apenas as negras, que inclui as mulheres pretas e pardas. Enquanto entre as mulheres negras a taxa de homicídio ficou em 5,3 por grupo de 100 mil em 2016, entre as não negras, englobando brancas, amarelas e indígenas, a taxa foi de 3,1, uma diferença de 71%. “Nos últimos 10 anos a taxa de homicídios de mulheres não negras diminuiu 8% e no mesmo período a taxa de homicídio de mulheres negras aumentou 15%. Ou...
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WhatsApp pode impactar eleições 2018

Depois de uma insurreição popular convocada por SMS em Moçambique, em 2010, da Primavera Árabe difundida pelo Twitter no Oriente Médio, em 2011, e das manifestações brasileiras de junho de 2013 impulsionadas pelo Facebook, chegou a vez do WhatsApp ocupar o protagonismo na organização de uma mobilização. A greve dos caminhoneiros, que interditou milhares de trechos de rodovias em todo o país ao longo de dez dias, é a maior mobilização mundial já feita pelo WhatsApp, dizem Yasodara Córdova, pesquisadora da Escola de Governo de Harvard, nos Estados Unidos, que estuda como os governos lidam com a Internet, e Fabrício Benevenuto, professor de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pioneiro na pesquisa de conteúdos compartilhados em grupos de WhatsApp. "A mobilização ocorre por motivos sociais. As redes dão uma vazão a esses sentimentos", diz Yasodara. "Na quarta-feira antes da greve, o (preço do) diesel aumentou. Desci para Santos para levar carga. Quando voltei, o diesel já...
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Número de linhas móveis diminui 2,74% em 12 meses

O número de linhas móveis de telefonia em operação no país caiu 2,74% na comparação entre abril de 2017 e o mesmo mês deste ano. Os números constam de balanço apresentado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Na comparação com março de 2018, a redução foi de menos 0,03%, cerca de 80,22 mil linhas a menos. Segundo o balanço, os últimos 12 meses registraram do que abril de 2017. No total, o Brasil fechou o mês passado com 253,71 milhões de linhas móveis em operação. Desse total, 144,16 milhões são de linhas móveis pré-pagas. No segmento pré-pago, houve redução de 10,71% no período, com diminuição de 17,28 milhões de linhas no período. Na comparação com março, a redução foi de de 0,68%, com menos 987,18 mil linhas. Os números reafirmam a tendência de diminuição de linhas pré-pagas. Entre as linhas pós-pagas, a tendência é ascendente. Nos últimos 12 meses, houve aumento de 13,17% na base pós-paga. Foram registradas 10,65 milhões de...
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Poliamoristas querem reconhecimento de formas alternativas de relação

Juntos há mais de doze anos, Sarita Bitu, 32 anos, e Vernon Bitu, 37 anos, decidiram exercitar, cotidianamente, a desconstrução de padrões de relacionamentos. Nos últimos anos, concordaram em deixar as portas abertas para que outras pessoas possam vir a fazer parte da família que constituem. A possibilidade de reconhecimento de relações poliafetivas como uniões estáveis, dentro das regras atuais, está sendo avaliada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nessa terça-feira (22), a discussão foi adiada porque houve pedido de vista. Bissexual, há cinco anos Sarita Bitu deu o pontapé na proposta de mudar a configuração que o casal mantinha, pois sentia vontade de se relacionar também com mulheres. Ela conta que o primeiro passo para a mudança foi desconstruir o machismo: "Tanto o dele quanto o meu, porque a gente é formado nisso, na ideia da competição de mulheres, do fetichismo de um homem vendo duas mulheres juntas, esse tipo de coisa”. Em vez disso, passaram a dialogar mais e buscar...
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