Colunistas

Ela veio com a luz que sempre foi

Jamais pretendi utilizar o espaço que tenho neste jornal para fazer declarações românticas. Não é pela temática que decidi expor aqui ou porque me faltava uma namorada, mas sim pelo fato de que nunca possuí talento suficiente para realizar algo tão protuberante. Minhas narrativas, a propósito, inclinam-se à ótica de segunda ou terceira pessoa, e dificilmente não busco derrubar a famosa "quarta parede". Diferente do sentimentalismo, a causticidade espontânea é um traço idiossincrático que preservo desde a infância. Todavia, essa ocasião dispensa o uso de palavras beligerantes. É lógico que não almejo converter este boletim semanal em uma circular de rapsódias irredutíveis, mas não posso deixar de escrever sobre a mulher que me resgatou do frio e extinguiu a insônia que tanto me perseguia devido a uma série de calamidades que enfrentei nos últimos tempos. Reitero que não sou hábil com isso, porém é tudo o que sinto — e merece uma imortalização fidedigna. Seu nome é Amanda. Ela detém...
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Dos palcos para as telonas

Tem algum tempo que produções de cinema estão ganhando versões para o teatro, como foi o caso de 'A Família Addams', que inclusive teve uma versão da peça feita para os palcos brasileiros. Por conta disso, acharam que o inverso também valia ser feito. No entanto, o contrário é um pouco mais complexo que adaptar um roteiro de teatro para o cinema, porque ao formatar para o teatro, em geral, precisa resumir o texto. Já quando um roteiro de teatro é adaptado para o cinema, geralmente vão precisar de cenas extras para compor uma narrativa coerente e é aí que surgem os problemas. Dois ótimo exemplos da dificuldade de adaptar do teatro para o cinema são os recentemente lançados 'Minha Mãe é uma Peça 3' e 'Cats'. Sucesso do teatro, a franquia iniciada com o filme baseado em 'Minha Mãe é uma Peça', um monólogo que ganhou uma adaptação cinematográfica em 2013, que em seu terceiro filme conclui a história de...
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Troque seu cachorro por uma criança pobre. Não troque, eduque-se

Você vai a um evento de adoção, com a certeza de que vai só para olhar e não, não vai levar um filhote pra casa, porque ele faz sujeira, dá trabalho, tem que ter dinheiro pra cuidados com veterinário, porque não, porque não e não. Então não vá, porque você vai acabar sucumbindo aos olhares azuis, aos chorinhos de filhotinho e, bem, não custa nada tentar, vai que você acaba gostando dele. Fuja dessa ideia. Filhotes crescem, viram adultos e têm suas características, tendo raça ou não. Afinal, são seres vivos, ou, seres humanos, como bem/mal disse o ex-ministro Rogério Magri, quando disse que o cachorro é um ser humano como outro qualquer, quando levou seu pastor alemão ao veterinário com o motorista junto “Qual o espanto? O cachorro é um ser humano como qualquer outro!”. Imexível sentimento. Devo lembrá-los das adoções de filhotes sem a devida pesquisa da qualidade que este filhote terá, depois que deixar de ser...
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O Ano Novo não assusta, e sim promete!

Colocar em dia pensamentos, recuperar tempos perdidos, reparar erros, criar novas estratégias, traçar novas metas é o objetivo dos que confiam na esperança de uma vida melhor. Por isso, devemos ter metas que devem ser específicas, positivas, desafiadoras, equilibradas e temporais, ou seja, com prazo para serem cumpridas, pois está tudo correndo rápido demais, os dias estão acelerados, mas temos em mente de que “não existe fórmula mágica para realizar o que tanto desejamos. Somente o desejo de mudança não faz as coisas acontecerem, temos que dobrar as mangas e trabalhar. FIQUE DE OLHO NAS TENDÊNCIAS Descobrir tendências que afetam seu negócio antes da concorrência pode proporcionar muitas vantagens. As tendências de 2020 já começaram a dar as caras. Comece escolhendo bem o que ler. Procure livros não só de autores renomados, mas também de quem está escrevendo pela primeira vez. Na mesma linha, escolha personalidades do seu setor ou grandes líderes e fique de olho no que estão fazendo. Eles podem oferecer boas ideias sobre...
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Feliz 2020 – O ano que fará a diferença

Eis que estamos aqui de novo. Mais um ano se foi e esse com certeza não deixará saudades. Muita tragédia, coisas ruins, perdas e sofrimentos. 2020 começa com a esperança de apagar um dos anos mais emblemáticos dos últimos tempos. Espero que esse ano possamos equilibrar essa década e finalizá-la com um saldo positivo. Afinal de contas, nós merecemos dias melhores. Ao deitar na virada do ano pedi a Deus muita saúde, paz, sucesso, prosperidade, luz para meus pensamentos... Pedi também que olhasse para os mais necessitados e doentes que estão nesse momento em uma cama de hospital. Pedi que os homens fossem mais tolerantes com seus semelhantes, que evitassem guerras, discórdias e que maltratassem menos a natureza já em estado crítico pelas próprias mãos dos homens. Pedi amor, muito amor no coração de todos. Que possamos ser mais caridosos. Que amemos nossos inimigos desafetos. Que amemos. Senti uma paz tomando conta do meu corpo e uma leveza na alma.De repente...
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O “menos pior” e suas consequências

No último trimestre deste ano, iremos comemorar o nonagésimo aniversário do fim da Revolução de 1930, que alçou Getúlio Vargas ao poder através de um golpe de Estado e pôs fim a Primeira República Brasileira. Mas nem tudo mudou, principalmente nos vértices correspondentes ao molde da política nacional e suas comparações. Vargas controlou a República por dezenove anos, sendo quinze como ditador. Ao contrário do que muitos adoram conceber, o fato do décimo quarto Presidente do Brasil ter sido um autocrata não significa nada; tampouco é argumento intelectualmente suficiente e honesto para inscrevê-lo no rol dos pústulas das crônicas gerais da nação. Os remanescentes da população que viveu em seu governo são pessoas com aproximadamente noventa anos de idade. Eram apenas crianças durante o período e seriam incapazes de acompanhar a trajetória do país com a devida maturidade. Todavia, esses mesmos cidadãos repetem o que seus familiares diziam: "Getúlio Vargas foi nosso último e melhor presidente!" Assim sendo, nem toda...
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Réveillon é uma festa. Nunca para os animais

"Cadela morre abraçada ao dono durante queima de fogos de artifício" "Mulher relata morte de cachorro após queima de fogos de artifício" "Fogos de artifício podem causar convulsões e desmaios nos pets" "Humanos passam por teste que reproduz sofrimento causado por fogos de artifício em animais" Manchetes nos jornais, na internet e em cases jurídicos mostram ao mundo o que já sabemos. Os animais sofrem demais nessa época em que nós só queremos que o ano novo venha a traga felicidade. Para nós, porque para eles a felicidade fica no escanteio até que as festas acabem. Ufa. É difícil que todos se preocupem com isso, mas o animal pode sim perder parte da audição. Há também casos de dor de cabeça e irritabilidade, quando expostos ao som excessivo. Os sinais são fáceis de serem percebidos nos bichos. O animal fica arfando, correndo de um lado ao outro. Ou seja, porque soltam rojões, seu pet pode ficar com sequelas físicas e mentais. Os animais escutam...
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Feliz Ano-novo?! É…tomara que sim

Faltam apenas quatro dias para que o ano de 2019 se finde. É o limiar dos "Anos 20" do quinto século do calendário gregoriano. Todavia, o Brasil parece amarrado ao período da invasão lusitana de 1500. Para que haja uma verdadeira expansão da qualidade de vida e desenvolvimento econômico nacional, é preciso combater as desigualdades sociais com brio e rigidez. Isso exige que as verbas públicas sejam utilizadas de forma coerente — tanto pelos vértices da razão quanto pelas margens da legalidade —, bem como deve haver a minimização do desperdício; da burocracia supérflua e do abandono premeditado e inconsequente. Todos os pontos mencionados são conceitos fundamentais e imanentes. Sendo assim, os brasileiros que se preocupam com a investigação dos fatos compreendem os eventos atuais do país sem muitas dificuldades. É nítido que o Brasil atravessa uma fase de turbulência cáustica há décadas, com o preço dos itens e serviços básicos se multiplicando e o poder real dos salários decaindo bruscamente....
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Ano novo, mas a crise é velha

O ano de 2020 bate às portas e com ele renovam-se as esperanças de mudanças e vida melhor para todos. Entretanto, se há um setor que não vê perspectivas de melhorias é o mundo do samba e o carnaval do Rio de Janeiro. Já são três anos de crise, desde que o atual prefeito assumiu o cargo em 2017 e iniciou uma cruzada contra a maior festa da cidade. O argumento compreensível da falta de recursos financeiros, com o consequente corte na verba destinada ao carnaval para o investimento em saúde, mostrou se agora falacioso, diante do caos instalado nos hospitais e clínicas públicas municipais. Por conta disso e agravado com o atraso salarial dos funcionários, as escolas de samba, blocos de rua e demais agremiações não enxergam no horizonte qualquer possibilidade de investimento em 2020. Faltando cerca de dois meses para o evento, nem a prometida subvenção de R$ 3 milhões para as 40 pequenas agremiações que desfilam na...
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Parabéns Nação Rubro-Negra

Às vésperas de participar de sua segunda final no Torneio de melhor clube do mundo, o Flamengo já pode se considerar um verdadeiro campeão em 2019. Depois de mais de três décadas, o rubro-negro volta a ser falado no mundo por sua façanha e, claro, competência na temporada. Uma inspiração para uma nação de mais de 40 milhões de fanáticos súditos que ainda tem em seu maior líder, o Zico, a referência de uma história sem precedentes. O Flamengo bate recorde atrás de recorde e sua torcida não casa de tanta felicidade. Foi o tempo em que nadava, nadava e morria na praia. Começava a temporada e sua torcida enchia a boca para gritar que já era campeã dos torneios que disputaria. Zoações com adversários e torcidas rivais. Vivia num mundo dela, o fantástico mundo rubro-negro. Só que não. No fim estava ela fora de todos os campeonatos e no máximo atingia o segundo lugar e lá...
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