Colunistas

Qual a live de hoje?

O momento é de ficar em casa, se cuidar e cuidar de quem se ama contra esse vírus chamado coronavírus, que insiste em permanecer entre nós. Pesquisas avançadas e vacinas em testes tentam encurtar sua estada por aqui. Estamos todos torcendo para que o mais rápido possível chegue a tão sonhada vacina que proteja a todos nós. Mas enquanto isso não acontece, parece que o mundo encontrou uma forma de se distrair e ao mesmo tempo se proteger através das "lives" na rede. Já antes da pandemia se instalar no planeta, víamos o crescente número de lives que começavam a tomar conta da internet em vários momentos. O mundo do entretenimento chegou de forma avassaladora durante esse isolamento social. Agora temos lives de todos os gêneros e para todos os gostos. De shows a autoajuda, passando por  academias, aulas, resenhas, O crescimento pela busca por transmissões ao vivo na internet não tem precedentes. Segundo a revista Exame,...
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A manutenção do pistoleirismo bolsonarista contra a imprensa

Quando ingressei no curso de jornalismo na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ), há mais de uma década, percebi de maneira quase instantânea como seria árduo exercer o ofício de comunicador social nas glebas do Brasil. A razão dessa premissa encontra-se no fato de que, por via de regra, a população brasileira acredita que as reportagens devem emitir opiniões que rejubilem seus egos ao invés de transmitir a realidade dos acontecimentos com total primazia, retidão e transparência. Essa minha perspectiva foi acentuada no momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) revogou a obrigatoriedade da formação específica para o desempenho das funções relativas à imprensa e segue em multiplicação por efeito das opugnações covardes, ilícitas e maledicentes que o trigésimo oitavo presidente da República Federativa, Jair Bolsonaro, tem praticado vertiginosamente contra os jornalistas de diferentes veículos e segmentos. É completamente válido afirmar que, no panorama do Brasil contemporâneo, não há indivíduos que busquem depreciar...
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O mundo gira, mas, o assunto é só um: Covid-19

Voltando à pauta, mas, mudando o assunto. O que será de nós pós-pandemia? Você já parou para pensar nisso? Percebeu alguma mudança nas suas atitudes? Essas são perguntas que faremos quando tudo isso passar. Eu particularmente já parei para refletir em algumas coisas, que eu fazia sem pensar e que hoje acho que para sempre levarei para a vida. Eu já era neurótica com essa mania de limpeza, principalmente quando saía de casa. E você? O que vai levar de ensinamento após esse período crítico que vivemos? Tem muitas coisas que aprenderemos nesse momento, complicado, complexo, que levaremos para a vida. Claro, que ainda no mundo existem pessoas ruins, que debocham da desgraça alheia, que eu acho que não vão aprender nada com essa situação. E sabe por quê?  Por divergências ou ideologias políticas, que nesse momento precisaria da união de todos e mostrar que precisamos repensar nas atitudes, para não passar isso novamente e tentar evitar sofrimento como o que estamos...
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A mesma ladainha. Ou não

Mal começou o ano e já estamos em maio, mês das noivas e dia das mães . Dessa vez, não teremos casamentos, ninguém para jogar o buquê, muito menos festas de domingo com a família toda reunida, nem velórios e enterros cheios de flores. Fico pensando na quantidade de flores que não foram usadas e que irão se tornar adubo por pura falta de opção. Como faremos festas de casamento sem flores, como poderemos encher um vaso de flores para nossas mães? Mundo cruel esse. Na hora da festa, nada. Na hora H, ninguém. Na hora do adeus, só. Nem Nelson Rodrigues pensou nesse roteiro. Outro dia conversei com minha madrinha no Canadá, ela com 82 anos, viúva há pouco e sem poder ter ninguém por perto, pois o risco de contágio é alto. Perguntei a ela por que não tem um bichinho companheiro, já que sempre gostou de cachorros e gatos ao seu redor e ela me disse,...
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Simples e Poderosas

As mulheres poderosas não são como você imagina. Um artigo de uma revista americana mostra como empreendedoras e executivas de sucesso, contrariando o senso comum, não são perfeitas; não superaram seus desafios facilmente; e não vivem diminuindo os esforços dos outros para conseguir se destacar, e nesta época de crise, não param por nada. As mulheres nunca criaram tantas startups com avaliação de mercado bilionário ou unicórnios, quanto agora. Apenas no Brasil, entre 11% a 25% das startups têm mulheres como fundadoras. Essas empreendedoras e executivas têm muito a ensinar. Veja o que aprendi com elas e vou te passar: 1 – Mulheres poderosas não são perfeitas, nem tentam ser Essas empreendedoras e executivas vestem suas imperfeições com orgulho. As mulheres poderosas vão contra o conselho comum de eliminar suas falhas. Elas não inventam desculpas e sabem de suas fraquezas, mas avaliam quais pontos de fato chamam por uma transformação. As mulheres poderosas não vivem em estado constante de insatisfação consigo mesmas:...
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Continuação 1: Manipulação de Massa: o pensamento é seu?

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, da economia, política, das questões sociais, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.  “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” A estratégia de criar problemas e depois oferecer soluções Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar. Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou...
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A relatividade do tempo

Batidas mais forte no coração... E lá vai mais um poeta levado pela COVID-19, nessa pandemia que ainda não sabemos em que tempo partirá. Aldir Blanc estava internado fazia alguns dias e infelizmente foi mais um que perdeu a vida para esses tempos ruins em que o contato humano se tornou um perigo para a sociedade moderna. Tempos difíceis esses, não podemos sair de casa, encontrar com familiares e amigos. Dar um aperto de mão ou um abraço como forma de carinho e amor, então, nem se fala. Tristes tempos. Ficamos sem argumentos para debater com essa enfermidade que nos assola em corpo e alma. Como se não bastasse a morte de Blanc, ficamos mais tristes quando soubemos que o tempo fez mais uma vitima, Flávio Migliaccio, oh, quantas risadas eu dei assistindo seu personagem Xerife, de "Shazan, Xerife e Cia"., quantas emoções, essas o tempo não leva. Além de outros personagens marcantes na TV e no cinema, Flávio estava...
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O novo Watergate brasileiro (segunda parte)

A Constituição que vigora na República Federativa do Brasil desde 5 de outubro de 1988 determina com transparência impecável que a ocupação de cargos no ambiente público sobrevenha mediante provas de concurso e/ou títulos. Artigo 37, Inciso II. A razão desse cânone é preservar a isonomia entre os cidadãos postulantes às vagas, evitando conluios e legitimando os mais bem preparados. Não obstante, a Lei Maior também decreta que as funções comissionadas e os postos de confiança sejam ofertados pelos governantes conforme suas preferências mediante o poder discricionário concedido pelo Estado. Isto posto, é válido frisar que a Carta Magna não oferece poder absoluto a nenhum indivíduo ou entidade, haja vista que o mesmo se limita em virtude da separação automática que as leis produzem. Isso é qualificado como “Tripartição” e serve para ressaltar que, além de não existirem campos acima das diretrizes constitucionais, os fundamentos que devem conduzir os princípios da administração pública são a ética; a neutralidade; a...
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Terror e suas diversas vertentes

Quando se fala em filme do gênero terror, muita gente acha que é aquele tipo de produção que só tem sangue, violência, sustos e nudez gratuita. Porém é muito mais que isso. No terror há diversas vertentes, pois é um gênero que conseguiu se ampliar, dada a capacidade dos produtores de mesclar outros gêneros e adicionar algum conteúdo especial, como sobrenatural, erótico ou investigativo (histórias de detetive). Ficção científica, suspense e até mesmo comédia, são alguns gêneros que funcionam muito bem, quando mesclados ao terror. Tendo produções que se tornaram sucesso mundial, como a ficção científica de terror 'Alien - O Oitavo Passageiro' (1979) ou o suspense de terror 'O Homem Invisível' (2019), assim como algumas que não foram assim tão bem sucedidas, mas se tornaram cult, como a comédia de terror (tipo de filme também conhecido por terrir) 'Deu A Louca Nos Monstros' (1987). Foto: Divulgação O terror também conseguiu um outro feito, criar subgêneros característicos que, em regra geral, poucos...
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Não temos brioches. Vai pão velho mesmo

Sempre que saio à rua vejo carroceiros, com a carroça cheia de jornais, metais, plásticos e … cachorros! Já cheguei a ver um carroceiro que tinha uma comissão de frente e batedores, como uma comitiva especial, levando seus pertences achados para um depósito próximo. Só que, nesses dias/meses, não tem ninguém nas ruas, portanto não temos lixo, nem sujeira, nem latas. Mentira, na periferia tem! As ruas continuam cheias de latas de cerveja, vindas dos pancadões do fim de semana prolongado, afinal, foi feriado (Dia do Trabalho, alguém ainda se lembra?) e, pra alegria dos carroceiros, sobrou algum trocado pra eles poderem comprar a comida do dia, pra ele e pros seus fiéis escudeiros. E, mesmo correndo o risco de morrerem, por crimes que são usuais, infelizmente, ou por doenças, novas ou antigas, esssa trupe não arreda o pé, não enfia o rabo entre as pernas e sai, diuturnamente, atrás de sobreviver. Dia a dia, feridao ou não,...
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