Colunistas

Adeus ano, meu velho

E chegou o fim. O fim da picada, o fim do covid-19 ou o fim do mundo? Nenhum deles, só o tão esperado fim do ano, afinal, que fim de década foi essa? Aposto que nem Nostradamus teria arranjado final mais espetacular, porque, pelas contas dele, o nosso fim já teria sido na mudança de século. Vamos lá fazer a tortura de relembrar tudo o que não deveria nem ter acontecido, afinal, somos seres humanos e deveríamos reconhecer os nossos erros. Mas, por exatamente sermos humanos, temos um ego enorme e a maioria de nós não admite errar. E não temos esse hábito de reconhecer os próprios erros, nem em DRs. Para que mexer nas feridas, por que não deixaram que cicatrizem? Para que não forme uma queloide já seria um bom motivo, para consertar o que fizemos de errado seria outro. Para vivermos em paz seria o ideal. Não poderia deixar de citar aqueles que, invariavelmente aparecem na rua...
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Assistência Social para seus funcionários

Um em cada quatro brasileiros sente que a empresa em que trabalha não está preocupada com a saúde mental do funcionário. Uma pesquisa realizada por uma empresa de dados, mostra que isso não é só uma impressão dos funcionários. Desde o início da pandemia, 47% das empresas não tomaram nenhuma iniciativa para melhorar a saúde mental dos funcionários. Entre as que tomaram alguma iniciativa, apenas 11% das empresas oferecem terapia pelo plano de saúde e 18% tem alguma equipe de saúde psicológica no local. 37% das empresas registraram aumento de doenças psiquiátricas. Problemas de insônia e ansiedade foram os mais relatados pelos profissionais ouvidos, com 33% de ocorrência dos dois casos. Desde o início da pandemia, o debate sobre os impactos do isolamento social sobre a saúde mental tem ganhado força. Outra pesquisa divulgada em setembro mostra que 37% das empresas registraram aumento de doenças psiquiátricas. Quase metade dos entrevistados afirma que deixou de fazer aquilo que lhes dava prazer,...
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O Saci, o negrinho que deveria ser respeitado todos os dias

Outro dia mesmo, exatamente da mesma data do Halloween (31 de outubro), temos o dia nacional do nosso querido Saci-Pererê, um cara pra lá de brasileiro, negrinho, baixinho, fumante de cachimbo, sem uma perna, que tem um saquinho mágico com poderes especiais nada ilícitos e que some com as nossas coisas num piscar de olhos. Nada mais brasileiro. Nada mais politicamente errado. No entanto, nunca é lembrado. Os outros, pois eu me lembro dele todos os dias, principalmente quando alguma coisa some misteriosamente aqui comigo. Ok, eu sou mesmo bem desligada, mas existem coisas que, se não tiver sido obra do Saci, foi obra da Curupira. Certeza. E por onde andará o Saci? Por que ninguém se preocupa em não esquecê-lo? Espero que o racismo não venha atrapalhar também esse ser tão brasileiro e tão engraçado, que ouso até chamá-lo de mala, no quesito pilantra mesmo, afinal, o que mais ele faz além de nos irritar a ponto...
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A união faz a força

Diante das maiores crises do mundo, as corporações podem assumir um papel protagonista. Hoje, consumidores, ecossistema e sociedade pedem não só um posicionamento efetivo, mas também ações de impacto. As grandes empresas mostram muito do que pode ser feito por meio de recursos, capilaridade, potencial humano e capital para contribuir com a superação dessa crise. Mas, para além desse recursos, a colaboração entre corporações e scale-ups tem se mostrado um caminho eficiente para a reação ser mais ágil, eficiente e com grande potencial de impacto. Na última semana, por exemplo, foi anunciada uma parceria inédita entre 5 empresas possantes para construção de um centro de tratamento para o coronavírus em apenas 40 dias. Todos por um A resposta mais ágil para conseguirmos superar a recessão econômica causada pelo impacto do vírus. Por meio dessa relação com scale-ups, a corporação é capaz de realizar projetos de impacto sistêmico, em um espaço de tempo mais curto, usando a inteligência coletiva e a colaboração para...
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Motivação

Conseguirmos motivações para agirmos positivamente nos 365 dias do ano, com tantas notícias ruins e desagradáveis no dia-a-dia, é um desafio.  A maioria das informações que chegam ao nosso conhecimento, vem sempre carregadas de sensacionalismo, com o intuito de despertar medos abrindo cada vez mais o consumismo desenfreado e deslocar nossa atenção do que realmente interessa ao desenvolvimento do Ser Humano.  A grande ameaça dessa ação das mídias em geral, não importando o canal utilizado, é que podemos perder o cuidado com nosso senso ético e de valores. Não vivemos em um mundo somente de maravilhas, mas com certeza há algo muito diferente do querem nos mostrar. Spencer Johnson em seu livro Quem mexeu no meu queijo, nos coloca a seguinte reflexão: "Nós criamos em nossa cabeça, um problema muito maior do que ele é na realidade". Sócrates, o grande pensador da Grécia Antiga sugere-nos a utilidade, como motivo e estimulo da virtude. Então nossa utilidade e motivação direcionam no...
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A viagem do Paulinho

Eu liguei o rádio e sintonizei a Rádio Cidade FM 102,9 (rádio FM na cidade do Rio de janeiro) e ouvi a mensagem de natal de 1979. Naquele momento conheci “Os Famks”. As vozes na canção eram dos locutores da rádio, mas o coro e os músicos eram eles. E no ano seguinte eles lançam seu primeiro LP como Roupa Nova. A história do nome já é conhecida do grande público, foi o produtor musical que sugeriu o nome. Eles cantavam em inglês e passaram a cantar em português. O ano era 1980 e dali até os dias de hoje se tornaram a banda vocal mais importante do cenário brasileiro. Mas voltando ao início, e lá se vão 40 anos, muitos sucessos, trabalho ininterrupto ao longo dos anos. Uma verdadeira fábrica de sucessos. É impossível não gostar de Roupa Nova. É impossível não conhecer pelo menos meia dúzia de singles que marcaram época. Apadrinhados pelo “Pituca”,...
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A segunda onda do morticínio virológico não é uma peça de teatro

Em uma sociedade expugnada pela ótica do consumo e da propaganda, a morte de celebridades que pertencem a essa linha da corrente dominante emocionam o povo sem a menor objeção. Seus decessos acabam convertidos instantaneamente em uma série de reportagens por emissoras de radioteledifusão; páginas eletrônicas e jornais da grande mídia, acarretando uma enxurrada de depoimentos comoventes de outros famosos e instigando as pessoas comuns a refletirem sobre o ocorrido. Tal asserção foi materializada nesta e na semana anterior com o falecimento de atores do prefixo ZYB 511; do vocalista da banda Roupa Nova e do percussionista de repique de mão do conjunto Fundo de Quintal. Todos vitimados pelo Sars-CoV-2. Essas três figuras são os primeiros casos de artistas que vieram a óbito por COVID-19 de modo subsequente na atual fase da pestilência, isto é, a segunda onda que a corja de mentecaptos irresponsáveis segue negando por horror às evidências científicas que pulverizam qualquer opinião superficial; utópica e/ou...
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Do vinil ao streaming

Já percebeu que não é mais possível encontrar CDs e DVDs com a facilidade do passado? Mas não se assuste com a palavra passado na frase anterior. É que até bem pouco tempo atrás, para organizar uma festa, por exemplo, reunia-se uma enorme quantidade de CDs, K7s ou vinis. Dependendo da idade do leitor, algumas dessas palavras podem soar desconhecidas. Mas acredite, eu vivi tudo isso. Os vinis permitiam curtir o artista, o som não era perfeito, mas agitava as festas dos anos 80, 90 e 2000. As fitas K7s eram companheiras de muitos dos meus momentos. Na infância eu tinha um gravador infantil. Ele garantiu por um tempo a diversão da vizinhança e ampliou ainda mais o meu gosto pela música. Achava o máximo poder gravar as vozes, minha e de meus amigos com um microfone vermelho e branco. Poder ouvir naquele projeto de gravador os meus cantores preferidos, que na ocasião estavam Xuxa e Balão Mágico, me...
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Conheça os 5 maiores desafios dos empreendedores

Não é nenhum segredo: todo empreendedor, seja ele grande ou pequeno, enfrenta uma sequência interminável de desafios em seus negócios quase que diariamente. E, se você acha que por serem donos  do seu próprio negócio, os empreendedores conseguem parar e desfrutar do seu tempo, o cenário não é bem esse. Desafie-se a se superar em cada empreendimento Quando parece que as coisas estão caminhando com a gestão de pessoas, surge uma crise financeira. Quando dinheiro já não é mais um problema, é regulada uma nova lei que modifica todo o setor em que o negócio atua. São tantos problemas que o empreendedor acaba gastando parte considerável do seu tempo tentando apagar incêndios e, por falta de foco, acaba não dedicando tempo e atenção necessários para resolver seus maiores desafios. É, a vida de empreendedor não é nada fácil. Uma grande empresa bem influenciada no Marketing Empresarial fez um estudo e com base em um estudo com quase 1000...
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O poder para as pessoas: Ah! Böwakawa, poussé,poussé

Todo dia 8 de dezembro me traz um sentimento de vazio. Acho que para muitas pessoas ao redor do mundo, pois foi quando há 40 anos morria assassinado John Winston Ono Lennon. Horas antes havia dado um autógrafo para seu algoz na porta do Edifício Dakota, onde morava, em Nova York. Lembro-me muito bem do momento em que recebi a notícia de sua morte, estava na cama já para dormir, quando o locutor da Rádio Cidade FM (102,9) no Rio de Janeiro, disse que havia recebido um telefonema de Nova York falando a respeito do episódio. Naquele momento não consegui mensurar o tamanho do que representaria aquela perda. Justo na hora em que ele voltava a trabalhar depois de cinco anos sabáticos e cuidando de seu filho Sean. Não, pensei que a notícia poderia estar errada. Confusão de nomes. Essas coisas. Fui dormir e no dia seguinte veio a constatação do inevitável. Realmente John Lennon havia morrido com quatro...
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