Mascotes

Cães: meus amigos de fé, meus irmãos camaradas

Quanto vale seu amor pelas suas mascotes? Depende, quanto vale sua mascote para você? E para sua família? A raça determina o quão bravo seu amigão pode ser com você? Já tive inúmeros cachorros, uns de raça, outros nem tanto, mas nunca duvidei do amor de cada um deles conosco. Semana passada, recebi essa foto do meu primo com a minha sobrinha-neta Diana deitada solenemente em cima da pitbull deles, a Haya. Os mais insensatos, ou ignorantes totais, dirão: que horror! Como você permite que uma menina de três anos se debruce sobre uma fera dessas? Eu diria: simplesmente assim, com toda a naturalidade e amor que o momento, a família e a energia permitem. Como uma cadela, criada a pão-de-ló, em casa, rodeada de pessoas com o mais alto grau de respeito, faria alguma coisa para aquela princesa com nome de deusa? Além disso, Haya já é uma senhorinha, o que mais ela quereria da vida senão um...
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Todo ser vivo deve ser tratado igual, em dignidade e respeito

Depois de ler a matéria essa semana aqui no Oerj sobre maus tratos animais, vi que precisamos de mais leis que protejam nossos animais e fiquei até aliviada ao saber desse caso, com um final menos triste que outros tantos que existem por aí nesse Brasil. Fui dar uma pesquisada e vi, apenas com uma pequena busca, que a Holanda se tornou o primeiro país do mundo, segundo os registros disponíveis atualmente, a não ter cachorros de rua. Claro que não dá pra comparar o tamanho da Holanda com o nosso Brasil gigante pela própria natureza, mas bem que podia ser belo e impávido pelo seu colossal tamanho, não só pelo hino maravilhoso que tem. E que ninguém dá a mínima bola ou entende-o por completo. Deveriam sabê-lo de cor e salteado, assim poderíamos discutir, argumentar, questionar tudo e todos. E votar com mais clareza de ideias. Voltando à Holanda e seus nada maltratados cachorros agora com casa, essa...
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Samba-reggae no casco

Quando eu era pequena, ia com minha mãe à feira e, fatalmente vinha com um bichinho, às vezes era um pintinho, noutras uma tartaruguinha, as quais eu chamava de fedidinha, porque elas eram mesmo. E ia para casa toda serelepe, doida pra ver a verdinha sair da água e correr por ali. Doce desilusão, as tartarugas morriam em uma semana, os pintinhos viravam galos de briga. E eu ficava sem nada. Naquele tempo não se ouvia falar em IBAMA e ninguém dava a mínima pra eles! E a vida seguiu e com ela as novas normas ambientais e sanitárias, que tão bem tentam fazer aos que não têm quase lugar sem garrafas pet pra viver e respirar. Mais tarde, bem mais tarde, apareceu a Julie, uma tartaruga, ou cágado ou jabuti. Através de uma conversa no telefone com a minha muito amiga Lucia, ela me contou que a Julie veio da Bahia há uns 10 anos (o...
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Afinal, quem manda nessa casa?

Machos alfa, beta, gama ou ômega. Tudo o que é alfa significa estar e ser o primeiro. Alfa é a primeira letra no alfabeto grego, o que já nos põe em situação de respeito na lista telefônica da vida. É só pesquisar um pouquinho que já dá para ler num site que o "macho alpha ou  alfa é uma expressão do ramo da zoologia, usada para descrever um elemento de um grupo de animais que apresenta características dominantes, sendo o líder desse grupo. No caso do ser humano, um macho alpha (ou homem alpha) é a designação de um indivíduo dominante e confiante, que exerce uma função de liderança perante outros elementos do grupo." E o que levamos para a vida com essa informação? Nada, além de saber com quem nos relacionamos, com quem escolhemos a vida, como nossos filhos serão ou são, como escolhemos nossos dirigentes, como nossos animaizinhos se comportam. No caso dos animais, e mais...
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Silvestre, selvagem, quem liga?

Chico é uma capivara que, há uns anos atrás, foi para o Texas, EUA, e lá foi domesticada para ser um bichinho de companhia! Uma capivarinha, que com 2 míseros anos na época, foi pega, provavelmente num pantanal aqui no Brasil, e foi pros states ganhar a vida ilegalmente. Chico é um meninão, e lá fica assistindo à TV, roendo os móveis e tendo uma vida nada normal. Quem disse que isso é fofo é mais imbecil do que aqueles que fazem leis para poderem ter leões na garagem. Isso não é nada certo, é uma quantidade de aberrações dignas de um filme de terror. Até Freddy Krueger tremeria com tamanho pesadelo. Enquanto isso, aqui na terra sem lei, ou cheia de leis, uma pressão política acontece para que se deixem de criar animais silvestres como pets vai vingar? Outro dia recebi um material muito interessante de uma ong e que deve ser analisado a fundo antes de um...
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A Grávida de Interlagos

O nome dela é Suellen, uma gatinha linda, vira-lata, ex de rua, ex de favela, agora em casa. Prenhe. E que não entra em trabalho de parto de jeito nenhum e é esse o meu dilema do dia, da semana, do mês. Será que ela tem vergonha por ter sido de rua, será que ela ainda tem traumas por ter sido amarrada pelo pescoço até formar uma ferida e fugir sem eira nem beira? Isso pode virar roteiro de série ou letra de música. Suellen encontrou a beira, bem perto do seu abismo, foi só esticar a patinha que entrou aqui, ali, debaixo e em cima de tudo. Como todo gato faz. E a barriga cresceu, virou uma ponta para um lado, cresceu mais um pouco, apontou paro outro lado e só. Nada de nascer. Nem um miauzinho escondido, nem um cantinho escurinho, nada. Minha Suellen de Interlagos Tenho medo dela ser outra Grávida de Taubaté. Seria a Grávida de...
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Carros inesquecíveis, memórias eternas

Ok, pode ser que você não tenha tido um carro, mas um veículo qualquer, de velocípede, moto, ou carrão. Patinete, patins, skate? Nenhum? Duvido. Carro de algum tio, avô, qualquer parente? Nada? Então você é o ser mais ermitão, azedo ou sem memória que apareceu na Terra. Impossível não ter nenhum tipo de contato ou lembrança, umazinha sequer, que te leve a um passado, uma lembrança lá do fundo do baú da memória. Eu tenho muitas. Começando pelo Corcel da minha coluna, passando por inúmeras histórias deliciosas, outras traumatizantes, como aquela em que passei a pé, descendo a serra de Cunha - SP por não ter condições de ficar na garupa da moto. Tênis e calça, lama até as coxas, desci. E foi um passeio lindo pelo hoje Parque da Serra do Mar, mas que na época era só um monte de lama e ninguém dava bola. Quem viveu essa época também há de se lembrar...
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Meu carrapato de estimação, só que não

Sabe aquela pinta que não é pinta nas costas do seus bichos? Pois é, se não é pulga, é carrapato. E sabe qual é a melhor maneira de tirar os carrapatos do corpo do seu animal? Dizem que com uma ponta de cigarro você pode tirar o carrapato do pelo do seu gato ou cachorro, mas, e se você não fuma? Sorte sua e do seu bicho, porque o cigarro queima, machuca e, de quebra, dá câncer. Como tirá-los, então? Assim: pegue uma pinça limpa e, cuidadosamente, deslize-a por baixo do carrapato, prendendo o carrapato na parte estreita do gancho. Delicadamente, puxe a pinça da pele fazendo um movimento de torção, removendo o carrapato. Posicione o gancho da pinça contra a pele do seu pet, ao lado do carrapato. Nada fácil, não imagino alguém deslizando a pinça delicadamente por baixo do carrapato. Delicadamente? Deslizando? Torcer o carrapato é aliviante, mas e se sobrar um pedacinho dessa coisinha horripilante no...
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Quem me ensinou a nadar foi um peixinho do mar

Sim, os peixes têm sentimentos como medo e dor, além de todas as sensações que nós, humanos também temos. Tato, olfato frio, calor, são em sua maioria, muito melhores que os nossos, assim como também dos nossos amores de quatro patas. Os salmões, por exemplo, podem percorrer milhares de quilômetros ao longo de suas migrações e, muitos anos depois, reconhecerem o cheiro do curso da água de origem. Desde que a origem ainda esteja lá. Em uma fração de bilhão de gota em 90m³ de água, um único odor detectado pode servir para que os peixes possam determinar a espécie, o gênero, a receptividade sexual ou a identidade do ser nadante. Com a vantagem de o peixe nem precisar preencher um cadastro, dizendo se quer ou não declarar sua opção de gênero, raça ou cor. Os peixes reagem fortemente ao fato de serem tocados. No momento de paquerar, eles frequentemente se esfregam de maneira delicada uns nos outros. E...
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Minhas mascotes de quatro rodas

Sempre gostei de carros. Quando eu era pequena, bem pequena, lá pelos anos de 1970, lembro que meu pai tinha um Corcel, não o II, mas o I mesmo, originalmente com a placa amarela e números pretos: AW 1030. Inesquecível como deveria ser. Pronto, meu fetiche por carros começava ali, naquela coisa que não andava como os de hoje mas, que raios, eu só tinha 6/7 anos! E aí soube que a Ford vai embora do Brasil. Me pergunto se é de verdade mesmo ou se é só um teaser pra um novo lançamento deles, com seus carros ícones de décadas. E que funcionam até hoje. Sábado mesmo vi uma Belina, horrorosa para os padrões de hoje, andando toda lépida e faceira pelas ruas da cidade e me lembrei com muito carinho das viagens que fazia no Corcel do meu tio, perambulando pelas cidades, pelos parques, pelos clubes. Eram outros tempos, não tínhamos essa abertura de hoje, mundo globalizado e...
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