Culturalizando

jun – jul – … – set – out …

Julho está acabando e com ele também se vai o primeiro mês do segundo semestre. Estranho é que o primeiro mês do quarto bimestre do ano é considerado o mês do desgosto. Nunca acreditei nisso. Mas de uns tempos pra cá, já comecei e rever minha opinião. Afinal, já tivemos tragédias e eventos que marcaram negativamente os 31 dias que estão chegando. Vamos viajar até o ano de 1954, e não podemos deixar de lembrar a morte do presidente Getúlio Vargas, que se suicidou em pleno exercício do cargo. No ano seguinte, um acidente aéreo levou Carmem Miranda. Essa primeira viagem não foi muito boa. Acho que o tema não foi interessante, mas já que comecei, acho que devo seguir adiante. Muita gente tem superstição, mas não gosta de dizer que é supersticiosa. É engraçado conversar com gente que diz que isso é bobagem, mas quando passa na frente de uma escada, jamais passa embaixo dela. Gato preto é um...
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Que frio é esse?

Hoje vou falar do frio e da necessidade de um abrigo. É inexplicável a sensação de que estamos propenso a receber algo que nos deixaria congelados e perceber que nada poderemos fazer. Um desanimo bate imediatamente quando percebemos que o calor está ausente e que nada poderá nos proteger. É motivo para alarme. É motivo para reflexão e ao mesmo tempo acreditar que será passageiro. [caption id="attachment_130572" align="alignright" width="300"] Tempos cabulosos e gelados não fazem parte do mundo ideal[/caption]  Podemos tentar, mas não é certo que passará. O frio está lá fora, à espreita, esperando que de repente abramos a porta e o deixe entrar. Há perigo na esquina, onde o vento faz a curva. Sim, o vento faz curva e insiste em nos seguir, oferecendo abrigo e proteção. mas seria confiável depois de tantas ilusões por anos afinco, nos fazendo acreditar que o sol azul é o caminho logo atrás do pote de ouro. O dourado do verão nos brinda...
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Vocês querem o abacaxi do Ratinho????

Imagino isso nos dias de hoje, seria uma briga enorme para garantir um almoço. O preço do bacalhau está lá em cima e de graça que mal há. Os anos se passam e o resgate da inocência e da memória afetiva nos parece mais evidente. Em pleno século 21 e aqueles programas da nossa infância ou a de nossos pais estão mais presentes de que nunca. É como se na verdade não tivesse deixado de existir por momento algum. Já dizia o "Velho Guerreiro", como era chamado o maior animador de programa do Brasil, Chacrinha: "Na TV nada se cria, tudo se copia". Existem pessoas que discordam e dizem que o melhor de todos é o Silvio Santos. A verdade é que os dois são verdadeiros mitos da nossa comunicação. E até os dias de hoje são imitados por vários outros. Lembro-me bem do Chacrinha e sua Discoteca ou seu Cassino, era irreverente e ousado. Fazia uma verdadeira festa...
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O ciclo da vida – A importância do aprendizado

Hoje venho aqui falar do ciclo. Isso mesmo, o ciclo da vida. É quando nós nos damos conta que uma passagem significativa de nossa vida se foi, passou, não volta mais. E o que fizemos para aproveitá-la? Nem sempre temos essa percepção e é quando entendemos que deixamos jorrar pelas "mãos" 365 dias que não poderão nunca mais serem aproveitados. Nem sempre todos não são aproveitados. Mas poderíamos fazer melhor. Na jornada da vida encontramos tantos obstáculos no caminho que dificilmente temos a sabedoria e paciência para tirá-los um a um do caminho árduo e perigoso que é a vida. Mas ainda assim, procuramos dar prioridade àqueles que de alguma forma nos parece mais lascivo e às vezes também cometemos o erro de interpretação que nos leva a outros caminhos. É a vida nos mostrando que muitas vezes escolhemos o caminho errado. Faz parte da evolução e do aprendizado. Quem nunca errou? Quem nunca fez uma escolha que lá...
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Vamos buscar a felicidade

De repente toca meu celular e do outro lado era o meu grande amigo Juarez Botelho. Fazia uns dias que não tinha notícias dele e fiquei muito feliz em poder conversar com ele. O papo flui de forma agradável e salutar. Procuramos colocar o papo em dia. Juarez, como sempre comentou sua saudade de sair nas noites cariocas e poder rever alguns amigos que desde sua volta ao Brasil ainda não teve essa oportunidade. A pandemia nos deixou mais caseiros e introspectivos, disse ele logo que começamos a conversar. Abaixei o volume do som para poder ouvi-lo com clareza. O vinho continuou ao meu lado para que pudesse me deliciar da mais bela safra. Perguntei a ele como vai sua mãe e sua vida nesse momento. Ele foi direto e me respondeu com um sonoro: Estou bem na medida do possível! [caption id="attachment_129952" align="alignleft" width="225"] Quando o amor não mede distâncias[/caption] A verdade é que o Juarez Botelho vive...
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Com o frio vem a vontade de entreter-se

Esta semana começou o inverno no hemisfério sul e com ele algumas baixas temperaturas por aqui. Confesso que sou amante do verão, mas que o frio me fascina pela sua paisagem e fotografia. Já falei sobre isso aqui, mas é um assunto que sempre está em alta, uma vez que, fazer frio na cidade do Rio de Janeiro é algo raro.  Para nós que continuamos presos em nossas casas, e não é por causa da onda violenta de assaltos que por um "milagre" nos tempos de pandemia cessaram e vivemos até certo ponto com mais tranquilidade quando nos arriscamos de sair às ruas da cidade. A minha expectativa é de quando acabar a pandemia, e hoje a sensação que tenho é que estamos mais próximo, que se continue tendo dias de paz e tranquilidade para a população. [caption id="attachment_129709" align="alignright" width="225"] "Um dia frio, um bom lugar para ler um livro". Djavan[/caption] O clima é propenso para o famoso chocolate quente...
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Dias frios são muito mais elegantes

Estamos vivendo uma semana de frio aqui no Rio de Janeiro e eu confesso que fazia algum tempo que não sentia o "ar condicionado natural" tão baixo como está. Enquanto escrevia essa coluna, o termômetro marcava 18º. Eu sou uma pessoa que dificilmente sinto frio, mas que gosto da temperatura amena. Pra mim entre 19º e 23º é a temperatura perfeita para manter o bom humor. Isso mesmo, pois apesar de eu adorar o calor, o sol e o verão, tem momentos que o calor me deixa irritado, principalmente quando tenho que sair, pois o suor nos dá a sensação de estarmos sujos. O fato é que o sol quente só é bacana para quem pode aproveitar tudo que ele oferece. Você poder ir à praia ou piscina e ficar à vontade em casa, relaxando e se hidratando são momentos em que vale a pena o sol quente e o verão. Já para nós, que temos que...
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Para quem não me conhece…uma piña colada

Tem dias em que você está propenso a ouvir as suas músicas preferidas e aquelas que faz tempo que você não as ouve. Hoje em dia é fácil matar saudades sonoras. Basta apenas clicar um botão e pronto, sua música está ao alcance de seus ouvidos. mas nem sempre foi assim. E para um amante inveterado das notas musicais como eu, não se pode imaginar como sobrevivi a essa façanha tecnológica. E olha que para mim soou como uma eternidade. Na década de 1970 eu ganhei meu primeiro radinho de pilha colorido (era moda na época) com direito a fones de ouvido e tudo, presente de minha tia Vanda. Na verdade meu irmão e eu fomos agraciados pelos coloridos e potentes rádios de pilha que me acompanhava todas as noites na hora de dormir. Era com ele que eu ouvia as minhas músicas preferidas. Um detalhe que me lembro em minha memória afetiva é o cheirinho de...
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Quando um amigo dá certo

Conheço o Juarez Botelho faz uns 40 anos. Isso é uma amizade pra lá de sólida e de muitas alegrias e tristezas também. Nossa amizade já passou por várias situações. Estivemos em grandes eventos, em lados opostos nas arquibancadas do Maracanã, e me refiro ao estádio antigo, onde as arquibancadas eram de concreto, E ao final, nos encontrávamos e voltávamos para casa rindo e brincando um com o outro sobre o que aconteceu na partida de futebol. Tempos bons. Já estivemos afastados por um longo período, quando ele foi para a França se especializar. Foram 3 longos anos. Depois que voltou, no fim dos anos 90, pudemos matar as saudades e nos divertir por um tempo, pois no início de 2002 ele retornou à Europa e passou longos dez anos. Mas nunca deixamos de nos falar. No passado era mais complicado devido à correspondência demorar a chegar e as ligações caras, não ajudavam. E ele sempre esteve...
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Já dizia o profeta…

Ainda seguindo as lembranças de um Rio melhor e de suas verdadeiras personalidades, hoje venho aqui falar da figura mais emblemática que eu tive o prazer de conhecer e que hoje, depois de décadas consigo entender um pouco do que ele quis nos mostrar, estou me referindo ao "Profeta Gentileza". Uma figura humana capaz de quase 30 anos após sua morte, emocionar as pessoas que lembram de seu legado. Natural de Cafelândia, interior de São Paulo, era mais carioca que muitos que por exemplo, sentaram na cadeira da prefeitura da cidade. Isso mesmo, pois para ser um líder é necessário ser respeitado e ter algo por que lutar. E isso o nosso Profeta tinha, amor, gentileza, paz, ser feliz! Tudo isso ele nos mostrava em suas aparições e mensagens. Figura que trazia paz e emoção a quem cruzasse seu caminho. Uma inspiração de perseverança e fé. Uma palavra amiga nas horas mais inimigas. Esse era "Gentileza. Nascido José Datrino,...
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