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Perfil: Wes Anderson

Tenho apreço pela filmografia fantástica do excêntrico e peculiar diretor estadunidense Wes Anderson. Neste quesito, meus filmes favoritos são: ‘‘O Grande Hotel Budapeste’’ (2014), ‘‘Os Excêntricos Tenenbaums’’ (2001), ‘‘Moonrise Kingdom’’ (2012), ‘‘A Vida Aquática Com Steve Zissou’’ (2004), ‘‘The Darjeeling Limited’’ (2007) e ‘‘A Lula e a Baleia’’ (2005) (esse ele apenas produziu, a direção e o roteiro foram assinados por Noah Baumbach, um parceiro recorrente em suas mirabolantes produções comerciais com pegada de independente). Wes dirigindo Ralph Fiennes O estilo de Wes é totalmente único, próprio e de fácil reconhecimento, tanto que quando assistimos a um longa-metragem dele logo reconhecemos sua técnica, técnica essa muito difundida em todos os filmes que compõe sua dileta filmografia. O texano foi indicado cinco vezes ao Oscar, respectivamente, conta com três indicações na categoria Melhor Roteiro Original: por ‘‘Os Excêntricos Tenenbaums’’ (2001) escrito em parceira com o ator e amigo pessoal Owen Wilson, ‘‘Moonrise Kingdom’’ (2012) e ‘‘O Grande Hotel...
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Perfil: Mazzaropi

Entre 1952 e 1980, Amácio Mazzaropi escreveu 21 filmes, dirigiu 13, produziu 24, e atuou em todos os seus 32 longas que ainda hoje fazem sucesso. O ator, humorista, roteirista, produtor, cantor e cineasta viveu por 69 anos e faleceu, em 1981, vítima de câncer na medula. O grande Mazzaropi é considerado o maior artista cômico do início da época de ouro do cinema brasileiro, e um dos poucos a ficar milionário produzindo filmes no Brasil. No quesito cinematográfico, Mazzaropi foi responsável por mostrar a face caipira do Brasil (o que muito me orgulha) e os seus costumes no cinema dos anos 50, 60, 70 e início de 80. Amácio construiu uma vasta carreira no circo, teatro, TV e cinema que durou mais de 50 anos. Segundo Wellington Viana Barbosa do Senac RIO, o cinema de Mazzaropi é a representação objetiva da luta de classes no Brasil e o faz da óptica do flagelado, aquele que não se acanha...
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‘O Discurso do Rei’: A gagueira levada a sério

Como aponta o portal Drauzio Varella, a gagueira é um distúrbio neurobiológico da fluência da fala, que tem sua origem, provavelmente, no funcionamento inadequado dos núcleos de base, aglomerados de células nervosas envolvidos no controle da motricidade. Cabe aos núcleos de base estabelecer a intercomunicação entre diferentes áreas do cérebro, o que permite a execução de atos motores complexos. Quando essas estruturas não funcionam adequadamente, entre outros problemas, podem interferir na sequência motora da automatização da fala, ocasionando os alongamentos, bloqueios e repetições da fala próprios da gagueira. Nisso, a gagueira é um distúrbio multifatorial, que se manifesta na infância e pode persistir na vida adulta. Segundo a fonoaudióloga Fernanda Papaterra Limongi, três fatores estão envolvidos no aparecimento e manutenção da gagueira. São eles: os fatores predisponentes, os fatores precipitantes predominantemente ambientais e os fatores perpetuantes, incluindo sentimentos como o medo e a ansiedade diante de situações que pressupõem a comunicação oral. O tema gagueira é destaque no longa-metragem...
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‘A Lula e a Baleia’: O Impacto da Separação na Dinâmica Familiar

De acordo com o Instituto de Crescimento Infanto-juvenil (ICIJ), quando um casal decide se separar, frequentemente a maior preocupação é com os filhos: Será que vão ficar bem? Como dar a notícia a eles? A apreensão é justificada, especialmente quando se trata de crianças, que não têm entendimento total da situação e podem sofrer grandes prejuízos com o divórcio, inclusive em seu desenvolvimento a longo prazo. No entanto, os especialistas são unânimes em afirmar que é melhor ter pais separados do que um lar de brigas constantes e desarmonia. Normalmente, o casal que já passou por um processo de divórcio tenta ao máximo evitar que o fim do relacionamento afete seus filhos. Infelizmente, isso é impossível porque não é realista dizer às crianças que nada vai mudar. Mesmo que os pais ajam com cautela e assumam a responsabilidade emocional, certas coisas mudarão. Por exemplo, é impossível para uma família continuar morando na mesma casa após a separação, então os...
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‘Os Excêntricos Tenenbaums’: Pais narcisistas e o perigo da perfeição

O terceiro filme da filmografia célere do cineasta texano Wes Anderson marca por ser a consolidação palpável de seu estilo textual, estético e conceitual disposto em toda sua série de filmes. “Os Excêntricos Tenenbaums” evidencia de forma direta o conceito de excentricidade, delicadeza, subjetividade e experimentação comum em grande parte dos filmes produzidos pelo estadunidense. Wes aplicou excepcionalmente todo esse conjunto teórico em uma família nada comum, ele conseguiu converter todo um contexto simples em algo relativamente emblemático, belo e sensível aos olhos. Sim, há uma magia nas entrelinhas do argumento de composição do texto, os personagens são versados de forma poética (são únicos e originais), o cenário e a ambientação carregam o charme do ato de ser excêntrico. [caption id="attachment_126389" align="alignleft" width="300"] Família Tenenbaums[/caption] Escrito pelo próprio Wes Anderson em parceria com o ator Owen Wilson, que também integra o elenco principal do filme (indicado ao Oscar, na categoria de Melhor Roteiro Original, em 2002). “Os Excêntricos Tenenbaums” tem como...
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‘Ordinary Love’: A Importância do Companheiro na Luta contra o Câncer de Mama

De acordo com o portal do Hospital Israelita Albert Einstein, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. O câncer em si é relativamente raro antes dos 35 anos, acima dessa idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Há vários tipos de câncer de mama. Por isso, a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos se devem às características próprias de cada tumor. Não se preocupe, existe tratamento para câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Cabe comentar, amiga, que a consulta médica é de...
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Por que ‘Jurassic Park’ não deveria receber esse nome?

Apesar de o título do filme fazer referência direta ao período Jurássico (entre 205 a 142 milhões de anos atrás) a maioria dos dinossauros que aparecem nele pertencia ao Cretáceo (de 145 milhões a 65 milhões de anos atrás). Os roteiristas Michael Crichton (médico autor do livro homônimo que deu origem aos filmes, e único artista criativo a ter obras simultâneas no topo, na televisão com a série médica ''ER'', no cinema com a franquia ''Jurassic Park'' e na venda de livros com ''DISCLOSURE'') e David Koepp (roteirista de sucessos como ''Zathura'' e o clássico primeiro filme da trilogia do '''Homem-Aranha'', estrelada por Tobey Maguire), reconheceram o erro cronológico em uma das falas iniciais do Dr. Alan Grant (Sam Neill). A fala aparece no início do primeiro filme da série, na cena do acampamento de escavações em um deserto do estado estadunidense de Montana (07:46 - 09:00 min do filme), onde ele declama um monólogo científico para...
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