Mensagem da Semana

O terceiro elo

A ciência já nos descortinou há muito que somos dotados de QI- coeficiente de inteligência. Um campo neural cerebral que forma o chamado nosso cognitivo: nosso pensamento racional, lógico. Em meados da década de 1980, desenvolvi um estudo onde teorizei que nós temos três pilares: a Visão que significa como me vejo e me sinto e o mundo. O nosso processo de perceber e sentir as pessoas, as coisas, os fatos e as situações de nossa existência. A cultura que significa nossas regras, normas, crenças, valores e conceitos. O comportamento que são nossas ações e reações as pessoas, as coisas, os fatos e as situações de nossa existência, orientadas pelos pilares visão e cultura. Nominei isso de Competência Relacional: a usina de nossas emoções tendo como reator nossos sentimentos primordiais: alegria, amor, tristeza, raiva e medo. Daniel Goleman, lança sua teoria das emoções também chamando de QE- Quociente Emocional. Faltava a ciência constatar e revelar a existência de um terceiro...
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Mitos sobre o tempo

O tempo não deu... É culpa do tempo... Nunca se tem tempo para fazer o que se quer... O dia só tem 24 horas... Compense o tempo perdido... Eu queria ter mais tempo... Deus ajuda a quem cedo madruga... Quando eu tiver tempo... eu farei... Dar tempo ao tempo... Se der tempo... Tempo é dinheiro... O tempo é nosso maior inimigo...ou amigo... Está demorando a passar o tempo... Este dia não acaba nunca... Gostaria que já fosse de noite... Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje... Ainda são x horas??? Ah! Esse tempo que não passa... A gente é que faz o tempo... É importante refletirmos sobre os nossos comportamentos, vermos como percebemos o nosso tempo, quais são os nossos mitos, hábitos, crenças, e fazer as adequações necessárias, sem no entanto nos escravizarmos ao relógio, respeitando as diferenças individuais para melhorar a nossa qualidade de vida....
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Mudança

Na vida, a única coisa permanente é a mudança. Nada é estático, nada escapa a força da natureza. Embora a maioria das pessoas concorde com isso, trata-se de uma concordância puramente intelectual, sem efeito prático. Concordar que tudo está em permanente transformação e admitir a realidade disso, aprendendo a lidar com as consequências diretas e indiretas, são fatos distintos. Normalmente, ou as pessoas sofrem com as mudanças inevitáveis decorridas do próprio fato de existir, ou lutam para manter as coisas imutáveis, como se isso fosse possível. Em resumo, luta-se contra as mudanças ou sofre-se com elas. Assim, a mudança, a grande realidade do mundo,  fica sendo a grande dificuldade para a maioria das pessoas. A única dificuldade é que as coisas mudam. Se elas não mudassem, não haveria dificuldade ... Mas o modo de enfrentar dificuldades pode ser visto como o modo de enfrentar as mudanças a que estamos permanentemente submetidos. Na verdade, a dificuldade não está nem nas coisas, nem nas pessoas, nem nas circunstâncias à nossa...
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Colhendo o que planta

Muitas gerências gastam mais tempo justificando a baixa produtividade do que estudando e corrigindo os problemas importantes. O resultado são níveis de produção e venda mais baixos do que a empresa é capaz de promover. Logo, a administração superior fica frustrada e aplica mais ameaças e há mais incentivos a mais pressão. Essas ferramentas falham novamente, produzindo uma queda no moral e o ciclo começa de novo. Parece-nos que os tomadores destas decisões ainda não aprenderam que ao repetirem os mesmos comportamentos terão os mesmos resultados. O estilo gerencial autoritário que permeia ainda um grande contingente das organizações é uma prática cara no mercado competitivo de hoje. Vejamos alguns dos efeitos produzidos por esta forma de gerenciar. Camuflagem das informações: quando os profissionais tem que repassar um problema as informações são cuidadosamente elaboradas para não incomodar o gerente e evitarem algum tipo de represália. Essa atitude contribui para que ações gerenciais, para reagir aos problemas e necessidades dos clientes, sejam tomadas...
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Parceria: chavão ou potencializador dos negócios?

O termo parceria se popularizou e parece que seu real significado pouco foi adotado nas inter-relações. Em nossa pesquisa científica de 1998 a 2002, já citada em outras matérias, e em nossas constantes observações, percebemos que esse termo não passa de um verdadeiro chavão na maioria das inter-relações empresariais. Primeiro que as pessoas não são capacitadas para atuarem como parceiras. Cito o exemplo de uma empresa de alimentos que prestava consultoria, dentre vários outros. A empresa tomava decisões unilaterais de marketing sem envolver seus distribuidores em nenhum momento e sua palavra de ordem empresarial era: parceria. A parceria não tem nenhum significado quando empresas acreditam que seus distribuidores tem a sorte de terem sido escolhidos para vender seus produtos. Mas, nas reuniões gastam dinheiro e tempo com palestras, que se tornam vazias, por ter o termo parceria, somente no discurso e nada na prática. O termo parceria significa união, aliança nas relações dentro de uma atmosfera de harmonia. Requer...
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Cuidado, ela é perigosa

Imagine você atravessando um caminho muito estreito entre dois abismos. Esse caminho tem o nome de angustura. Dá uma sensação de vazio, de frio na boca do estomago, causa um aperto no peito. As pernas bambeiam e todo o corpo parece querer se entregar a esse vazio. As ideias parecem não se fixarem na mente. São como nuvens ralas que se dispersam rapidamente ao vento, formando imagens sem nexo.  A única ideia que começa a se condensar é de cair logo, de vez, nesse abismo e acabar logo com essa travessia. Essa sensação tem o nome de angústia, que por sua vez está diretamente relacionada à ansiedade.  A angústia se origina de sentimentos de insegurança com relação a diversas situações de nossa vida. Atravessar rapidamente esse caminho sem se despencar abismo abaixo, requer tomar consciência plena do problema, ou seja, racionalizá-lo que significa: buscar soluções adequadas e tomar as providências com assertividade, para então com passos firmes, sair da insegurança e...
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Dê o rumo as negociações

De um lado dessa história temos aquele que incentiva o outro a pagar por alguma coisa que deseja: o vendedor. Do outro lado, temos aquele que deseja ter algo: o comprador. O vendedor tem uma missão, de sobrevivência às vezes, que é convencer o comprador a “realizar uma perda” ou seja, despender seu dinheiro em um produto que ele, vendedor, representa. Para isso utiliza artimanhas, verdades, mentiras, jogos psicológicos, que amenizam a dor da perda do dinheiro do comprador transformando-a em satisfação. Satisfação, esta, que é também do vendedor devida ao ganho da comissão, sua fonte de sobrevivência. Tudo isso é legítimo tanto para um, como para o outro. Pois esse é o mecanismo dinâmico da vida. Toda negociação envolve duas partes interessadas, portanto, existe pressão nos dois lados. Sua atitude inicial deve ser sempre ouvir a outra parte. Não se assuste com uma possível agressividade inicial, a tranquilidade desarma a agressão. Tenha paciência e saiba esperar. No campo racional estabeleça...
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Somos um   

Há um engano quando pensamos que somos nós que vivemos. Somos todos vivificados. Nosso corpo pela inteligência universal primordial, por intermédio das leis da eletricidade e do magnetismo; dois elementos fundamentais para a constituição da vida material. Nosso espírito (a essência do Ser), que ocupa a matéria para experienciar uma existência, pela criação e vontade de Deus, também. Somos ligados a tudo porque tudo faz parte de nós. A prova disso é que quando o outro sofre, sofremos; se entristece, entristecemos; se alegra, nos alegramos; se brigam conosco, brigamos também. Por isso nos compadecemos com as catástrofes a muitos quilômetros de distância de nós, com pessoas que nem sabemos quem são. Isso porque somos um....
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Como se constrói sentimentos

A maneira como vemos a vida é que é construído o sentimento. Se vemos as coisa e fatos a nossa volta de forma positiva, mesmo que em uma primeira instância possam apresentar-se como coisas desagradáveis, estaremos construindo o amor. O contrário é também verdadeiro. A nossa vida material é formada apenas pelo que vemos através de nossos cinco sentidos: a visão, o olfato, a gustação e a cinestesia. Porém, a Vida verdadeira é outra. Ela é constituída de tudo que é belo e esplendoroso. É a Vida de Deus. E esta está em todas as coisas como manifestação de nossa mente (o livre arbítrio). Então, a práxis do amor está na capacidade de enxergar com os olhos da alma, o interior das coisas e pessoas. É vermos além do que vêem os nossos cinco sentidos, que só captam os fenômenos do mundo material. Estes fenômenos por sua vez não são realidade prima porque mudam constantemente. A realidade prima não...
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Não se renda

Pode parecer mais fácil, ainda que muito mais autodestrutivo, rendermos à adversidade e tornarmos vítima de amargos sentimentos. A atitude de virar pelo avesso o infortúnio e fazer com que ele trabalhe a nosso favor é fundamental. Para isso, temos que ter uma disponibilidade interna para tirar proveito das situações não desejadas, que possamos estar vivenciando. Mesmo que as oportunidades não surjam, devemos manter uma atitude positiva, para que o desalento não tome uma posição de vantagem potencial....
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