Bienal do Livro de Minas Gerais 2016

Destaque para os autores e autoras de quadrinhos nacionais na Bienal do Livro de Minas Gerais

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Foto: Divulgação

Aconteceu no mês passado em Belo Horizonte a  Bienal do Livro de Minas Gerais 2016. O Expominas recebeu autores da região e também de outras partes do Brasil, o que despertou o interesse do público e envolvidos na área literária desde a edição anterior.

O evento conta com espaços conhecidos de Bienais do Livro de outras capitais, como Conexão Jovem e Café Literário. Também realizando encontros com autores, além de várias outras atrações que seguem a linha, as quais tem o objetivo de trazer novas experiências ao público mineiro.

Como ocorre na Bienal do Rio cada espaço contou com uma curadoria própria, de acordo com o conceito da atração.

O Brasil descobrindo a literatura em Minas Gerais

Com destaques para o público jovem e também os fãs de quadrinhos e cultura geek, a Bienal do Livro de Minas Gerais criou o espaço Geek & Quadrinhos.

A ficção científica e fantasia foram um dos atrativos da Bienal, assim como sucessos da literatura para adolescentes em geral, conhecida por livros young adult. Além de espaço para a literatura adulta. A diversidade despertou interesse em autores tanto do Rio de Janeiro como de São Paulo, levando vários a promover seus livros durante o evento.

BienalMG2016_03Como foi o caso da autora Josy Stoque que levou para a Bienal seu livro ‘Não Espere pelo Amanhã’, que foi publicado pela editora Qualis e lançado em novembro de 2015.

A autora comentou que esteve presente nos últimos dias da Bienal, no estande da editora.  “Achei boa, apesar de o público do meu livro ser adulto. Ainda não dá para comparar com as Bienais de São Paulo e do Rio, mas valeu a pena.”

Outros autores tanto do estado Rio de Janeiro como de São Paulo marcaram presença, levando seus livros para o evento literário, como Estevão Ribeiro, Ana Cristina Rodrigues, FML Pepper, Tammy Luciano e Luciane Rangel.

Também esteve presente a autora gaúcha Eleonor Hertzog, de Porto Alegre, que levou alguns de seus livros para os mineiros conhecerem, como ‘Cisne’ e ‘Linhagens’, além do destaque para a Bienal ‘Guardião?’.

Mais sobre a Bienal 

A autora e desenhista Germana Viana de São Paulo foi apenas um dia, como convidada da Bienal para um bate-papo que também teve a presença de Vitor Cafaggi. O tema foi: Por que é bom ler quadrinhos de super-heróis?

“Foi divertidíssimo, a propósito, o Afonso Andrade, o Eduardo Damaceno e a platéia fizeram perguntas bem bacanas para nós dois,” comentou a autora. “E fiquei muito feliz de participar de um bate-papo sobre um assunto que ia além do gênero do autor.”

Ela destacou o fato que bate-papos onde a distribuição de convidados tem mulheres e homens de maneira orgânica é super importante.

“Outra coisa muito legal é que lancei o segundo volume de ‘Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço’, e já tive uma ótima recepção por lá”, revelou a autora. “A Bienal estava bem lotada no sábado, as pessoas pareciam bem felizes e as filas para pagar estavam movimentadas na maioria dos stands de editoras presentes e o Espaço Geek apresentou atrações o tempo todo.”

A autora observou que o lugar não ficava parado, fossem bate-papos, jogos, aulas e workshops. Os outros bate-papos que aconteceram também foram bem divertidos e alguns lotaram imensamente o espaço, como foi o caso do bate-papo que teve a Lorelai Fox.

“Foi importantíssimo e gratificante lançar uma HQ minha na Bienal de Minas,” afirmou a autora que começará a turnê de lançamento nas livrarias de São Paulo.

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