Sobre: Plinio da Franca

* Cientista Social, Pesquisador e Consultor de Desenvolvimento Humano e Empresarial. Especilizações em Psicologia Social, Análise Transacional, Administração Mercadológica, Psicodrama e Dinâmica de Grupo. Autor de livro e de programas de treinamento comportamental, com reconhecimento científico a nível nacional.

Postagens recentes por Plinio da Franca

A melhor das invenções

Uma das “invenções” mais sensacionais, a que mais tem sentido é o abraço.
No abraço não tem jeito de um só aproveitar. Nem que for uma “beradinha” o outro participa.

Na saudade da distância, é o abraço dado que alivia.
Quando alguém está com raiva e recebe um abraço, tende a ficar sem graça de continuar com raiva...
Quando alguém está se sentido feliz e alegre, tem vontade de abraçar alguém e quem recebe o abraço pega um pouco dessa felicidade e alegria.
Se alguém está doente e fica dentro de um abraço, ele começa a melhorar, pelo menos naquele momento.
Tem tanta coisa e contribuição do abraço que ficaria o ano todo falando sobre ele.

Mas é o seguinte: o abraço é bom principalmente por causa do coração...
Quando você abraça alguém, faz massagem no seu coração!...
O coração do outro é massagiado também! Mas não é só isso, não...
Aqui tá a chave do maior segredo...

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A Equipe

Muitas organizações contam com pessoas que trabalham em grupo, onde cada um, ou mesmo cada área, se preocupa apenas com seus próprios interesses e objetivos, ninguém sabe direito o que o outro pensa porque as pessoas não se comunicam, falam de forma política, sem dizer o que realmente pensam. Num grupo, é cada um no seu "quadrado", cada um por si, comprometendo assim, o resultado de todos. No grupo, o líder está distante das pessoas porque, em geral, julga estar acima delas.

Já o trabalho em equipe começa com objetivos comuns e metas coletivas que sejam conhecidos por todos, onde cada pessoa compreende o que os outros estão fazendo e tem consciência de sua importância para a conquista dos resultados. Numa equipe existe transparência, respeito e colaboração. Nela também existem conflitos, que são resolvidos por meio de diálogos construtivos, com a troca constante de feedbacks, que são dados de maneira transparente, construtiva e respeitosa, onde líderes...

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A dinâmica da confiança

Quando nossas comunicações resultam em término de nossos inter-relacionamentos, na maioria das vezes é pela falta de capacidade de falarmos total e francamente. Isso significa na prática termos a capacidade de autorevelar uma personalidade sadia, que é estar livre para ser capaz de dizer julgamentos e valores; expor temores e frustrações e admitir erros e vergonhas.

 O maior obstáculo à autorevelação é o medo de não sermos totalmente aceitos pelo outro, de não termos valor. Resultado: comunicação cautelosa, ritualizada. Numa situação ameaçadora  a tendência é ninguém se abrir. Ao invés disso, devemos substituir a dinâmica do medo pela dinâmica da confiança.

Autoabertura só tem lugar numa atmosfera de boa vontade.  É necessário assumir o risco de autorevelar-se para estimular a boa vontade. Confiança gera confiança; autoabertura gera autoabertura. O comunicador eficaz é aquele que consegue criar um clima de confiança em que a abertura recíproca pode florescer.

Foi construída e consolidada durante décadas uma cultura trabalhista pela CLT, de que o patrão (dono do negócio) e seus gestores(os chefes) vivem num universo do mundo do trabalho e os subordinados (empregados), frequentam esse universo apenas para garantirem suas sobrevivências. Nesse novo contexto da CLT, o mundo do trabalho se reorienta na sua forma de atuar e todos: donos, gestores e colaboradores, necessitam se reorientarem comportamentalmente também, para garantirem eficiência e eficácia ao alcance de resultados.

Uma nova cultura individual necessita ser forjada para potencializar a capacidade de percepção e gestão dos seus limites e potencialidades emocionais, que dirigem as ações e reações às pessoas, aos fatos e circunstâncias em que está inserido; instrumentalizar para produzir mudanças comportamentais e atitudinais, necessárias a potencialização das funções de liderança de si e do outro; potencializar o poder de perceber as limitações das pessoas, que estão sob sua liderança, para ampliar as formas eficientes, eficazes...

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Alegria, uma alavanca?

Os sentimentos são inerentes a você. Fazem parte de sua natureza, do seu Ser e são inseparáveis de sua existência. Podemos considerar que são cinco os sentimentos básicos: o amor, a alegria, a tristeza, o medo e a raiva.   

Einstein em sua descoberta e elaboração da fórmula clássica que enunciou que energia é igual a massa, vezes a velocidade da luz elevada ao quadrado - E = m.c².

O sentimento da alegria sendo vivido e manifestado pela sua mente, dispara no seu corpo(massa), sinapses neurais, que consequentemente interferem nos fótons, que é a luz que fica no centro de cada célula do seu corpo. Isso significa que a alegria é uma alavanca que ativa e potencializa a velocidade da luz de suas células, aumentando o poder de sua energia para atrair e concretizar coisas que deseja.

Acredite! Estar alegre te torna mais próspero.

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