Sobre: Plinio da Franca

* Cientista Social, Pesquisador e Consultor de Desenvolvimento Humano e Empresarial. Especilizações em Psicologia Social, Análise Transacional, Administração Mercadológica, Psicodrama e Dinâmica de Grupo. Autor de livro e de programas de treinamento comportamental, com reconhecimento científico a nível nacional.

Postagens recentes por Plinio da Franca

Grupo versus Equipe

Infelizmente, muitas organizações contam com pessoas que trabalham em grupo, onde cada um, ou mesmo cada área, se preocupa apenas com seus próprios interesses e objetivos, ninguém sabe direito o que o outro pensa porque as pessoas não se comunicam, falam de forma política, sem dizer o que realmente pensam. Num grupo, é cada um no seu “quadrado”, cada um por si, comprometendo assim, o resultado de todos. No grupo, o líder está distante das pessoas porque, em geral, julga estar acima delas.

Já o trabalho em equipe começa com objetivos comuns e metas coletivas que sejam conhecidos por todos, onde cada pessoa compreende o que os outros estão fazendo e tem consciência de sua importância para a conquista dos resultados. Numa equipe existe transparência, respeito e colaboração. Nela também existem conflitos, que são resolvidos por meio de diálogos construtivos, com a troca constante de feedbacks, que são dados de maneira transparente,...

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Deixe-os ir…

É preciso saber sempre quando se acaba uma etapa da vida.

Se insistirmos em permanecer nela, depois do tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido do resto.

Fechando os círculos, fechando portas ou fechando capítulos, como queira chamar, o importante é poder fechá-los, deixar ir momentos da vida que se vão enclausurando.

Terminou o trabalho?

Acabou a relação?

A amizade acabou?

Você pode passar muito tempo do presente dando voltas ao passado, tentando modificá-lo.

O desgaste será infinito, porque na vida, você, seus amigos, seus filhos, irmãos, todos estamos destinados a fechar capítulos, virar a página, terminar etapas ou momentos da vida e seguir adiante.

Não podemos estar no presente sentindo falta do passado. O que aconteceu, aconteceu.

Não podemos ser filhos eternamente, nem...

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Mudanças

Na vida, a única coisa permanente é a mudança.

Nada é estático, nada escapa a força da natureza.

Embora a maioria das pessoas concorde com isso, trata-se de uma concordância puramente intelectual, sem efeito prático.

Concordar que tudo está em permanente transformação e admitir a realidade disso, aprendendo a lidar com as consequências diretas e indiretas, são fatos distintos.

Normalmente, ou as pessoas sofrem com as mudanças inevitáveis decorridas do próprio fato de existir, ou lutam para manter as coisas imutáveis, como se isso fosse possível.

Em resumo, luta-se contra as mudanças ou sofre-se com elas.

Assim, a mudança, a grande realidade do mundo,  fica sendo a grande dificuldade para a maioria das pessoas.

A única dificuldade é que as coisas mudam.

Se elas não mudassem,...

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Nossos nós

É quase que generalizada a crença de que pessoas são gerenciáveis. Ledo engano. As pessoas odeiam ser dirigidas, conduzidas, monitoradas, controladas, seja lá o que for nesse sentido. Tomemos cuidado para não confundir com pessoas, que devido a seus estados psicoemocionais e/ou processos patológicos, colocam suas vidas nas mãos dos outros.

Alcançar resultados por intermédio das habilidades e competências humanas, requer um processo minucioso de intercomunicação capaz de desfazer os “nós” dos egos dos envolvidos no processo. Os “nós” são desde a vaidade, passando pelo orgulho e culminando na ganância humana e seus derivados. 

Portanto, os gestores de qualquer segmento e escalão deverão começar a educarem-se espiritualmente em seus “nós” para dar conta dos “nós” alheios, que se diferenciam apenas pelas suas dimensões. Do contrário, permanecer nessa “luta” a conquistas pessoais advindas das realizações no trabalho, nunca terão final feliz a todos.

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Resolvendo Problemas

Deixar guiar-se somente pela sua intuição pode ajudar a livrar-se de um problema rapidamente, quando há escassez de tempo, e ajuda a melhorar sua capacidade de criação.

Porém, isso não é tudo e não garante decisões acertadas. É preciso aprender a pensar intuitivamente, como um "efeito helicóptero", que significa ver as coisas de cima com uma certa distância. É preciso também visualizar as faces  do problema para aquilatar suas nuances.

Quando estamos envolvidos diretamente em um problema/situação é o mesmo que olhar uma casa pelo portão. Vemos apenas a fachada.  Precisamos entrar e andar em todos os cômodos para conhecer de fato a casa.

Para resolver um problema que pode até ser óbvio, encontre mais de uma solução. Quando tiver que explicar situações complexas, crie o hábito de dissecar as informações, identificando o ponto-chave, para aqueles que estão envolvidos de alguma forma nele.

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