Sobre: Plinio da Franca

* Cientista Social, Pesquisador e Consultor de Desenvolvimento Humano e Empresarial. Especilizações em Psicologia Social, Análise Transacional, Administração Mercadológica, Psicodrama e Dinâmica de Grupo. Autor de livro e de programas de treinamento comportamental, com reconhecimento científico a nível nacional.

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Qual é a sua proposta?

Imagine acreditando prá valer, que você só terá para viver aqui na Terra 7 dias. Em 7 dias você morrerá. Então te pergunto, para que respondas a si mesmo.

1) Que coisas fez de bom para você e para os outros e que repetiria?

2)  Que coisas fez de ruim para os outros  e para você que não repetiria?

3)  O que deixou de fazer por medo de ser julgado pelos outros, por julgar-se incapaz, por traumas que adquiriu ao longo de sua jornada?

4) Por causa de que e de quem, ficou magoado, com raiva, triste? Valeu a pena?  O que perdeu e continua perdendo com isso?

5) Como utiliza das suas 24 horas? Busca conhecimentos importantes, significativos e coloca em prática esse conhecimento ao bem da humanidade ou pelo menos daqueles que te cercam?

Chegamos nesse mundo constituídos de uma matéria, cujos elementos são provenientes do Universo. Portanto, nosso corpo material que abriga um corpo emocional e um corpo mental, estão todos sujeitos as leis que sustentam a Vida contida nesse Universo.

O Eu individualizado nesse plano terreno não me garante Ser Humano, mas estar sendo humano. Para que Eu, corpo mental evolua a condição de Ser Humano, tenho uma jornada a cumprir, que necessita de firmeza de propósito para desenvolver em mim o senso de fraternidade, justiça, honestidade, equilíbrio emocional para vibrar na mais alta sintonia do pensamento em busca da ampliação de minha consciência e minha sabedoria (o Eu Verdadeiro).

Quero, posso e devo construir a mim mesmo, na responsabilidade da dádiva de minha individualidade.

Quero, posso e devo me elevar a Ser Humano.

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Mantenha na dianteira

Pode parecer mais fácil, ainda que muito mais autodestrutivo, rendermos à adversidade e tornarmos vítima de amargos sentimentos. A atitude de virar pelo avesso o infortúnio e fazer com que ele trabalhe a nosso favor é fundamental. Para isso, temos que ter uma disponibilidade interna para tirar proveito das situações não desejadas, que possamos estar vivenciando.

Mesmo que as oportunidades não surjam, devemos manter uma atitude positiva, para que o desalento não tome uma posição de vantagem potencial.

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A grande riqueza!

Você tem a força para movimentar-se, seja lá como for.

Você tem duas câmaras que captam imagens coloridas em 3D e dois captadores de som estéreo.

Você tem órgãos que funcionam de formas inimagináveis para te manter saudável. Quando um falha os outros se desdobram para supri-lo.

Você tem mãos que fazem coisas incríveis. Você nem percebe. Depois dá uma observada no que elas fazem e como fazem. Se quiser brincar um pouco, pegue uma folha de papel e descreva o que suas mãos fazem.

Você tem pés, que te levam a todos os lugares, sobe, desce, te locomove depressa, devagar, pra frente, pra trás, pros lados. Sustentam todo seu peso e te mantém em pé!

Tá acontecendo um processo incessante agora com você que te mantém vivo e você nem percebe ele. Acontece automaticamente. É porque...

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Sem retorno

Até pouco tempo vivíamos a sensação do grande estresse provocado pelo ritmo frenético do trabalho com múltiplas e incessantes mudanças e consequentes variações na vida cotidiana, porém num ritmo que causava a sensação de estabilidade devido nosso caminhar ao lado das mudanças constantes.

Nesse presente que já iniciou-se num passado presente, a apreensão é a tônica, pois a guinada do volante da mudança foi brusca, saindo do compasso do nosso caminhar. Não se sabe o rumo da economia e a ameaça das reservas financeiras, se existem para alguns, preocupam. Demissões, poucas oportunidades de trabalho e a ansiedade acompanhada de seus distúrbios e síndromes variadas nos tiram o sono, o sossego e a alegria. Estes são os resultados de uma terceira guerra mundial, de munição biológica, que gera uma pandemia, trazendo forçosamente além de novas rotinas, um estado de alerta que nos sensibiliza e deixa-nos fragilizados emocionalmente e daqui a pouco fisicamente.

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