Sobre: Leny Espinola

* Radialista, Fotógrafa e Palestrante Motivacional.

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O papel da emoção e do storytelling emocional para a construção de marca

Contar histórias, utilizando recurso de storytelling emocional, é uma técnica testada e comprovada para construir uma marca, mas que não vai longe sem estabelecer algum tipo de conexão emocional.

Esta parte da construção da marca depende muito da psicologia, assim como da compreensão das necessidades emocionais básicas de seus clientes.

Usar a emoção para impulsionar o comportamento pode ser pensado como uma forma sutil de controle da mente. Você quer que o cliente tenha uma boa experiência com sua marca, de modo que o torne cada vez mais leal à ela. 

Cada elemento de uma marca pode ser moldado por meio de um branding emocional, que tem como objetivo desenvolver clientes fidelizados.

O design, o logotipo, o ícone, a mensagem — tudo isso precisa ser projetado para criar uma reação emocional específica nos consumidores.

Você não precisa ser uma empresa...

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Descubra 10 fatores que influenciam o comportamento do consumidor e veja 5 tendências

Ter um processo estruturado de vendas é essencial para qualquer negócio, e esse planejamento depende, em grande parte, de entender o consumidor.

Muito mais do que ter informações superficiais sobre ele ,  como média de idade e região em que mora,  é preciso compreender como ele pensa.

Ter esse conhecimento profundo é o que diferencia as empresas lucrativas, que não dependem do acaso para vender.

Mas, afinal de contas, como saber o que determina o comportamento do consumidor e usar esses fatores a seu favor?

Veja alguns dos principais fatores que influenciam o modo de pensar dos clientes, e saiba como se adaptar a eles para vender mais.

10 fatores que influenciam o comportamento do consumidor

O ser humano é bastante complexo, e se adapta as mais diferentes condições, além de ser altamente influenciado pelas pessoas...

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Afinal, a agilidade funciona mesmo em qualquer contexto?

Nos últimos anos, temos vivido um boom do mercado da agilidade. Ela virou a palavra do momento que soluciona todos os problemas de uma empresa. Basta você ativar o "raio squaditizador", usar meia dúzia de palavras em inglês, colocar alguns post-its na parede, fazer reuniões em pé, e isso significará que a organização está vivendo a famosa “transformação ágil”.

Assim como aconteceu com a onda Coach alguns anos atrás, a agilidade corre o risco de entrar na superficialidade e ser vendida para qualquer contexto ou pessoa, com o objetivo de resolver qualquer problema. A análise que eu proponho antes de acreditarmos em poção mágica é: a agilidade serve mesmo para qualquer coisa?

São inegáveis os benefícios que as metodologias ágeis vêm proporcionando a alguns setores, como, por exemplo, as áreas de desenvolvimento de softwares e produtos digitais. Permeados por um ambiente de incerteza e necessidade...

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A comunicação interna morreu?

Se tem uma coisa que a vida moderna nos deu foi a democratização do acesso à informação. Com as novas tecnologias, trocamos e acessamos informações instantaneamente, sobre tudo e sobre todos. Por outro lado, tudo que a inovação na forma de buscar informações nos tirou algo que é fundamental para absorver o conhecimento que esta mesma informação nos proporciona: o tempo.

Vivemos uma situação paradoxal. No momento mais farto de distribuição de informação da história humana, não conseguimos consolidar conhecimentos na velocidade ou na proporção que fazíamos antes. É cada vez mais difícil separar o joio do trigo e absorver a informação que vai te levar a um patamar diferente do ponto de vista cultural, intelectual, profissional.

Quando transferimos esta realidade para o mundo corporativo, talvez consigamos resumir o caos. Práticas arcaicas e sem efeito são ainda os principais pilares das corporações na hora de comunicar seus colaboradores,...

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SAC via Web… Seu aliado?

A mobilidade e as redes sociais são algumas daquelas tendências que nos obrigam a olhar nosso consumidor com ainda mais atenção. O cliente 3.0 valoriza a experiência de consumo e deseja se relacionar com as empresas onde quer que ele esteja, seja no chat, redes sociais, WhatsApp ou aplicativo móvel.

A partir de 2014, principalmente, as empresas vêm experimentando o fortalecimento de iniciativas de inovação dentro das centrais de atendimento ao cliente (os chamados SACs) em direção à multicanalidade, as quais contemplam a utilização de apps em smartphones e alguns agentes virtuais para atendimento via chat. Este movimento vai além da disponibilidade de canais de relacionamento via redes sociais.

Porém, em muitos casos, a percepção de qualidade de atendimento por parte dos clientes é menor do que aquela medida pelos processos internos das centrais de relacionamento. Estas estatísticas apontam para algumas questões. A primeira é que o consumidor...

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