Sobre: Guilherme da Franca

* Publicitário. Título de Comendador em Comunicação Social 2019. Um dos emancipadores de Mesquita. Tenho alguns ditados: - 'A Cultura eleva a alto estima de uma comunidade, engrandece e deixa nobre sua população'. - 'O político é corrupto, porque quem o elegeu foi sua imagem e semelhança: seu eleitor'.

Postagens recentes por Guilherme da Franca

A “onda amarela” que virou um “rio de lama”, em Mesquita

"Ele é muito Águia meu irmão, eu o conheço a anos... É maquiavélico, rancoroso e vingativo", relata Marcos Nunes (nome fictício, como sigilo), que conhece bem o atual prefeito.

Quando um candidato chega ao poder como prefeito, ele tem que olhar para sua cidade como se fosse a sua própria casa e seus moradores como seus filhos. Quem não quer uma casa bem arrumada, decorada e limpa e seus filhos felizes onde moram? Mas quando este governante não vê o município desta forma e trata mal a população que lá habita, certamente tem um comportamento perigoso, sinistro. É o que acontece na cidade de Mesquita, região metropolitana do Rio de Janeiro.

No mês de fevereiro deste ano, a cidade sofreu com forte chuvas, e uma tubulação do cano da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos...

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Representantes de bairros versus vereadores

De quatro em quatro anos, milhões de brasileiros vão às urnas forçadamente – já que não temos o direito do voto facultativo – para elegermos os nossos representantes municipais - prefeitos e vereadores, que irá acontecer neste ano, de 2020.

Vereadores representantes? Na verdade, não o são de forma alguma, salvo o prefeito que lhe é de direito executar todos os Projetos de Lei enviados pela Câmara dos Vereadores, além dos seus.

E para que servem os vereadores? Servem para criar Projetos de Lei, vistoriar e indicar ao prefeito as soluções de alguns problemas de bairros e/ou redutos eleitorais, fiscalizar o executivo e, primordialmente, servir de elo e representação daqueles que o elegeram. Mas isso acontece? Principalmente na região da Baixada Fluminense, no Estado do Rio, isso não é real. Existe tal vereador preocupado com interesse de sua comunidade? Raramente encontraremos…

E...

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Emancipação de Mesquita. Quem denunciou a fraude?

No plebiscito de Mesquita, em 26 de novembro de 1995, por volta das 7h30min, milhares de eleitores em todas as seções eleitorais já estavam ansiosos para votar. Cerca de 70 mil eleitores foram às urnas naquele dia e disseram sim para Mesquita se emancipar de Nova Iguaçu.

Infelizmente houve fraude. E comentou-se ter existido a manipulação, do então ex-governador Marcelo Alencar, do ex-prefeito Altamir Gomes, junto com o ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador Antonio Carlos Amorim, que teriam prejudicado o plebiscito através de uma firma de informática chamada Rentar, com seus equipamentos totalmente bichados. Além de ter existido uma oposição, que contou com a participação de todos os vereadores representantes na época, do ex-deputado estadual Fernando Gonçalves e ex-deputado federal Nelson Bornier – ambos filhos de Nova Iguaçu – que também foram contra a emancipação.

Na verdade, o grande emancipador de Mesquita foi a população,...

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A concretização da evolução feminina

O homem está perdendo o terreno para “o sexo frágil”. Termo de como ele foi educado. E, quando às vezes discorda da persistência e derrocada Turma do Bolinha, é mal visto no grupo.

É, mas a mulher que durante muito tempo era considerada sexo frágil, já provou ao contrário, sempre foi e será o desequilibro do homem. Mesmo na idade média, que elas eram umas simples servas e não tinha conhecimento de seu domínio sobre ele, ela o tinha inconscientemente: bastava rebelar, que o homem desequilibrava em sua estrutura e a temia. Como exemplo das muitas que houve na história, Joana D’Arc, e no misticismo, as bruxas ou feiticeiras.

Por outro lado, a igreja Católica castrava as mulheres do seu prazer, pois tinha conhecimento de suas sensualidades femininas, e sabia que qualquer mulher, no seu pleno orgasmo, dominava o homem com esta magia, prisão que até...

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Os sub-raças

A região da baixada fluminense possui um comportamento impar em comparação aos demais municípios do Estado do Rio. Nela, quando se tem cidadãos que se destacam como valores profissionais, intelectuais, ou políticos, e não se submetem aos “poderosos de plantão”, normalmente são mantidos à margem, através desses “poderosos” que eu denomino de sub-raças, no quais incluo certos políticos e empresários, de comportamentos mesquinhos, oportunistas e incapazes intelectualmente, os quais chegaram a uma situação social e financeira só Deus sabe como, e que não procuram ajudar sua cidade, pois, o seu objetivo maior é a ganância e o bem-estar pessoal.

Durante esse tempo vivendo e convivendo nessa região, não vi sequer uma evolução cultural que tenha a participação desses indivíduos.

Somos baixada, pois nos impuseram essa denominação. No entanto, estamos um pouco acima do nível do mar, quando o certo deveria ser recôncavo, ou deveria ser citado...

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