Sobre: Guilherme da Franca

* Publicitário. Comendador em comunicação 2019. Um dos emancipadores de Mesquita. Tenho alguns ditados: - 'A Cultura eleva a alto estima de uma comunidade, engrandece e deixa nobre sua população'. - 'O político é corrupto, porque quem o elegeu foi sua imagem e semelhança: seu eleitor'.

Postagens recentes por Guilherme da Franca

O aipim

Tempos remotos, antes do descobrimento do Brasil, andou um chinês por essas terras, chamado Chin Chan Pin. Chegou ao país por acaso, como os demais não descobridores do Brasil, quão Pedro Álvares Cabral.

Pin conheceu uma tribo em Manaus e se apaixonou por uma índia, filha do cacique que era do cacete. O chefe era mandão e sua filha Potira era quem sugeria o nome de todas as plantas que os índios descobriam na selva.

Certo dia, Pin e Potira foram dar umazinha no mato. Pin, muito safado, pegou a índia por trás e…Creuuu!!! A índia gostou e se segurando como podia colocou a mão numa raiz, já revirando os olhos começou a gritar:

– Aí Pin…Aí Pin…

E, assim se deu o nome da raiz que todos os brasileiros hoje conhecem. Graças à mandioca do Pin e o gemido da índia Potira.

Case verídico

Um advogado comentou certo dia na redação de um webjornal, que seu cliente, um empresário de renome na cidade do Rio de Janeiro, estava entre amigos e convidados na maior farra num restaurante na Barra da Tijuca, quando uma jovem sentada ao seu lado, começou a contar a história da amiga de sua mãe, ex-secretária executiva de uma multinacional, e que teve três filhos com seu chefe, e o marido achava que todos eram dele. Segundo ela, o interessante é que o marido era o tipo de homem que toda mulher gostaria de ter: corpo atlético, um metro e noventa de altura e boa pinta. E, o amante o oposto dele: gordo, baixinho e feio.

Conta o advogado que, quando a jovem terminou de relatar o fato, o empresário que permaneceu o tempo todo calado ouvindo a jovem, fez uma reflexão e achou o comentário coincidência...

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O matuto e o vereador

Sergipano, apesar do nome, morava no interior da Paraíba. Homem de roça e semianalfabeto, seu português era quase nada, falava tudo errado. Mas era um cara politizado e gostava de discutir política com seus conterrâneos da cidadezinha onde morava.

O matuto andava fulo da vida com seu vereador, afinal tinha votado nele e o desgraçado do edil nada fazia para sua cidade, onde continuava sem quaisquer condições de sobrevivência: sem água, sem ruas urbanizadas, sem posto de saúde, nada.

Tutussia era um vereador corrupto que vivia sempre se dando bem. Tinha posto de gasolina, embarcação de mil pés, casa de praia, carro importado, fazenda em Mato Grosso, e só ganhava 17 mil reais como edil e outros benefícios criados pela "Constituição Benéfica do Brasil". Mas o vereador corrupto resolveu se candidatar a prefeito da cidade e ia fazer um discurso no palanque da única pracinha da região. Sergipano aguardava...

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Mesquita tem voto de sobra para eleger seu representante na Alerj

O município de Mesquita, situado na Baixada Fluminense, tem cerca de 136.681 eleitores. Baseado nisso, a  cidade tem condições de eleger seu candidato represente na Assembleia Legislativa e até na Câmara dos Deputados. O que falta à população-eleitora é tomar consciência disso e deixar de votar em candidato de fora, que nada vai acrescentar ao futuro para melhoria de onde mora.  Mesquita é cidade vizinha de Nova Iguaçu e Nilópolis. Estes três municípios são considerados cidades-dormitório. Sua população, em maioria, trabalha em bairros no Rio de Janeiro, como Copacabana,  Ipanema, Barra da Tijuca, e Centro, dentre outros. Os eleitores de Mesquita não possuem um comportamento voltado para a cidade quando as eleições são para deputado estadual ou federal. Normalmente têm o hábito de votar  errado, em candidatos de outras regiões ou municípios, por conviver dia a dia mais próximos dos problemas daquele local onde trabalham, esquecendo do bairro onde moram, deixando a cidade sem uma...
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Não venda seu voto! Você será cúmplice

A campanha politica já está nas ruas desde o dia 16 de agosto. Chegou a hora de fazer jus ao seu voto e escolher aquele candidato em que você possa confiar. Tudo na vida é um contrato de risco, mas se você estiver consciente do que está fazendo os riscos serão menores. Quando um  eleitor vende seu voto para um candidato, ele, além de perder a dignidade diante de sua família e amigos, está destruindo o seu futuro, de sua família e principalmente de seus filhos. Vender o voto por 50 reais, ou outra quantia qualquer, torna o eleitor cúmplice daquele político corrupto que ficará quatro anos desviando verbas da saúde, da segurança pública e de outras secretarias. Tal político ficará milionário e o eleitor será vítima consciente de seu ato. Tudo isso está acontecendo principalmente em nosso Estado, o Rio de Janeiro. E em todo Brasil. O Estado do Rio, hoje, virou um caos. Não tem saúde: faltam médicos,...
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