Sobre: Alexandre Mauro

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

Postagens recentes por Alexandre Mauro

De Schopenhauer a Márquez, uma inspiração para a vida

Na semana que temos a Flip 2019 me deparo com uma triste constatação, estamos lendo menos. De 10 a 14 de julho em Paraty acontece a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) com várias atrações e debates sobre temas relevantes da sociedade contemporânea. E nós aqui no país tupiniquim esquecemos que quanto mais lemos mais consciente ficamos e a mente absorve conteúdos que nos farão viajar e entender o mundo que vivemos.

Mas enfim, o que fazer para retornarmos ao hábito, pois como diz o ditado popular: o hábito faz o monge. Onde foi que erramos ao não impulsionar de forma clara e objetiva o hábito da leitura nas novas gerações? Aí você vai me falar que hoje em dia se lê muito mais que tempos atrás. É verdade, mas que tipo de leitura? Leituras oriundas do computador? Textos compactados de redes sociais? Bem, não é disso que estou falando e não...

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Estamos no meio do ciclo… ainda dá tempo!

Finalmente a onda de frio chegou ao Sudeste. Desde quarta-feira à noite fortes ventos e chuvas, além da baixa na temperatura causam alegria a boa parte da população. O inverno no país normalmente é brando e as vezes até com muito calor, então o que esperar dessa onda de frio que parece que está chegando essa semana?

Bem, eu não sei. Só sei que hoje a noite está gostosa e agradável. Enquanto escrevo essa coluna bebo um chocolate bem quentinho e uma torrada para acompanhar. Me recupero de uma forte gripe que fazia anos que eu não tinha. O fato é que o friozinho no inverno é esperado por muita gente e pelos mais variados motivos.

Para mim, o friozinho que dizer momento de equilíbrio. Sou uma pessoa do calor, do verão. Adoro a temperatura elevada, mas não posso negar que de vez em quando uma queda ajuda muito a equilibrar o...

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Liberdade! Liberdade! A Turma do Sítio pede passagem para novas emoções

Agora poderemos ver a Emília com o celular na mão marcando um encontro com seu namorado, um primo distante do Ken. O Visconde de Sabugosa dando aula numa faculdade. A Tia Anastácia agora é dona de uma franquia de bolos caseiros, a “Bolos da Anastácia”. O Pedrinho, bem, esse menino que sempre gostou de aventuras, agora participa de vários esportes radicais. O último foi a escalada ao Monte Everest. Narizinho virou modelo e às vezes é vista no castelo de Caras dando dicas para as meninas, pois virou digital influencer.

O Saci Pererê finalmente conseguiu junto à Previdência uma prótese, mas enquanto aguarda a entrega, utiliza uma bengala ao estilo Charlie Chaplin. Está um charme. Entrou para um grupo de funkeiros e agora cria toda semana um vídeo no youtube.

A obra de José Bento Renato Monteiro Lobato ou apenas Monteiro Lobato agora é de...

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Olha a chuva! É mentira! Vamos embarcar nessa viagem sem medo de engordar

Chegou o meio do ano e com ele o momento que a balança nos trai de forma escandalosa. É tempo das festas juninas e muita comilança nos aguarda. Canjica, arroz doce, cural, bolo de milho, cuscuz, maçã do amor, pé de moleque, paçoca e pipoca. E não para por aí não, tem salsichão, cachorro quente, caldo verde, caldo de feijão e muito mais.

É a veneração a São João, Santo Antônio e São Pedro. As Festas Juninas, muito tradicionais no Brasil, também conhecida como festa de São João, teve origem na Europa como uma festa pagã, em comemoração à fertilidade da terra e às boas colheitas. Na Idade Média, a festa se tornou parte do calendário cristão e uma festa da Igreja Católica em homenagem aos três santos: Santo Antônio (13 de junho, mas as comemorações já acontecem no dia 12), conhecido pelo santo do casamento, São João (24 de junho) e São...

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A balada abalada!

Vejo que ultimamente as noites têm ficado mais tristes e isso se deve a falta de segurança e o medo eminente que assola o Rio de Janeiro. Há pelo menos 4 anos estamos vivenciando o abando das ruas. Isso mesmo, as pessoas que antes esperavam pela noite para bater aquele papo e beber uma cerveja gelada ou um chopp agora estão em casa assistindo Netflix ou ouvindo o Spotify. Uma pena chegarmos a esse ponto. E não vejo uma luz no fim do túnel para que esse novo modelo de diversão mude.

Lembro-me bem quando os bares ficavam cheios, filas para entrar. Boates lotadas. A forma de diversão principalmente na grande Rio mudou muito. Eu, por conta do meu trabalho, muitas vezes acabo chegando depois de meia noite em casa e pelo caminho posso perceber lugares antes cheios e animados hoje entregue às moscas. Uma pena. Conheço um bar que depois...

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