Sobre: Alexandre Mauro

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

Postagens recentes por Alexandre Mauro

Lições de Guerra

O ano já começou e os desafios já começam a nos deixar de cabelos em pé (quem os tem, é claro), pois são os mesmos de 2020. Como viver num mundo novo? Como superar e aniquilar o vírus que até agora nos vez sofrer e ver nossos parentes e amigos sucumbirem a ele? Como falei na última coluna de 2020, o ano para esquecermos definitivamente. Não que com isso esqueçamos as perdas que tivemos, não, mas o que ele nos trouxe e nos tirou.

2021 já começa com a certeza de que teremos a vacina em breve. A verdade é que muitas pessoas não acreditam que no primeiro momento ela virá como a verdadeira salvação! A cura contra A COVID-19. E estão certos. Eu também acredito que se a primeiro momento ela desestabilizar o vírus, enfraquecê-lo, fazer com que nosso organismo se torne mais resistente e, com isso, superarmos...

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2020: O ano que não queremos lembrar

O que esperar da nova década que se inicia? Sinceramente não sabemos ao certo.  O mundo precisa desse conhecimento. A vida agradece.

E o ano finalmente acabou. Quando escrevi essa coluna ainda tínhamos alguns dias de 2020 e sinceramente eu não via a hora de terminar. Esse ano teve tantas coisas que vamos demorar a esquecer, mas que nos fizeram mais fortes. Firmes em nossos propósitos, podemos comemorar como vencedores. Vencemos uma batalha, a guerra ainda está longe de terminar, mas estamos reagindo. Viva a vida!

Começamos um ano promissor com várias expectativas e sonhos e logo em fevereiro um vírus resolveu nos fazer uma visita indesejada. No início houve certa indiferença de algumas pessoas sobre sua eficácia mortal. Tivemos com isso um carnaval pra ninguém colocar defeito, cheio de gente e a aglomeração se fez presente. O mais engraçado é que assim que acabou o Carnaval,...

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A viagem do Paulinho

Eu liguei o rádio e sintonizei a Rádio Cidade FM 102,9 (rádio FM na cidade do Rio de janeiro) e ouvi a mensagem de natal de 1979. Naquele momento conheci “Os Famks”. As vozes na canção eram dos locutores da rádio, mas o coro e os músicos eram eles. E no ano seguinte eles lançam seu primeiro LP como Roupa Nova.

A história do nome já é conhecida do grande público, foi o produtor musical que sugeriu o nome. Eles cantavam em inglês e passaram a cantar em português. O ano era 1980 e dali até os dias de hoje se tornaram a banda vocal mais importante do cenário brasileiro. Mas voltando ao início, e lá se vão 40 anos, muitos sucessos, trabalho ininterrupto ao longo dos anos. Uma verdadeira fábrica de sucessos. É impossível não gostar de Roupa Nova. É impossível não conhecer pelo menos meia dúzia de...

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O poder para as pessoas: Ah! Böwakawa, poussé,poussé

Todo dia 8 de dezembro me traz um sentimento de vazio. Acho que para muitas pessoas ao redor do mundo, pois foi quando há 40 anos morria assassinado John Winston Ono Lennon.

Horas antes havia dado um autógrafo para seu algoz na porta do Edifício Dakota, onde morava, em Nova York. Lembro-me muito bem do momento em que recebi a notícia de sua morte, estava na cama já para dormir, quando o locutor da Rádio Cidade FM (102,9) no Rio de Janeiro, disse que havia recebido um telefonema de Nova York falando a respeito do episódio. Naquele momento não consegui mensurar o tamanho do que representaria aquela perda. Justo na hora em que ele voltava a trabalhar depois de cinco anos sabáticos e cuidando de seu filho Sean.

Não, pensei que a notícia poderia estar errada. Confusão de nomes. Essas coisas. Fui dormir e no...

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November Tears

Estive ausente um tempo por conta de organização. Isso mesmo, estava organizando meu novo estúdio e buscando novas ideias para por em prática. E no meio disso tudo me deparei com algumas notícias que nos pegaram de surpresa e nos deixaram muito triste.

São tantas que não sei se o espaço dará para enumerá-las. Mas vou tentar ser o mais breve possível. Começamos com o feriadão de finados, muita gente saiu às ruas, promoveu festas e bailes, encheram praias e bares nos deixando apreensivos com o que chegaria dias depois. Ainda no feriadão, tivemos a morte do ator Tom Veiga, 47, que interpretava o Louro José. Pegou todos de surpresa. Uma morte prematura de certa forma. Por falha humana novamente, depois de uma tempestade em Amapá, 13 cidades do estado ficaram sem energia elétrica por vinte e dois dias. Imagina a dor das pessoas que diante de uma pandemia que insiste em continuar...

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