Sobre: Alexandre Mauro

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

Postagens recentes por Alexandre Mauro

Chegou a hora de viver um novo Re…começo

E parece que as coisas estão querendo voltar a um "novo" normal. Será que eu entendi direito? "Novo normal. O que é isso? Uma espécie de nova era? Nova fase de um game? Acho que não, parece mais uma forma que achamos de tentar dar nome a nova etapa que o planeta irá começar a partir de agora, que se deu início com a descoberta do novo coronavírus e a pandemia que se alastrou pelo mundo no ano de 2020. Parece até um roteiro de filme do Steven Spielberg.

Estamos realmente presenciando uma nova perspectiva de vida na Terra e isso requer tempo para adaptação. Ao contrário dos filmes, a sociedade precisa de um tempo maior para decorar suas falas e seu posicionamento na cena seguinte. Isso exigirá muita determinação e talento. Talento que faltou até agora em nossos governantes para que chegássemos ao novo milênio mais amáveis e sensíveis. Isso é o...

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O homem da capa de chuva

Em tempos de pandemia ficamos sabendo de casos e histórias que dariam um livro. Hoje venho aqui contar uma que me chegou através de um amigo muito especial, o Juarez Botelho. Ele estava fora do Brasil fazia uns bons anos e voltou agora por conta da COVID-19. Veio ficar com os seus e esperar essa onda passar, pois ninguém sabe ainda quando e como isso vai acontecer. Mas enfim, ele está de volta ao Brasil e, como uma pessoa muito experiente, sempre nos conta algo que se torna muto interessante quando vem se sua imaginação fértil e equilibrada.

Veio ele outro dia me contar que um vizinho de sua mãe no condomínio que ela mora, anda deixando os moradores com uma pulga atrás da orelha. Isso porque ele toda vez que tem que sair para buscar alguma encomenda na portaria ou jogar o lixo fora, ele aparece de capa de chuva e máscara,...

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O bolo da Vovó

Uma tarde com a avó depois de um café com um bolo de fubá. Quem não gostaria de reviver esse momento? Pois é exatamente o que estou revivendo agora. Existem coisas ou objetos que nos levam a viajar no tempo e lembrar-se de momentos que nos foram tão sublimes. Esse é um deles, café com leite e bolo de fubá. Ah, minha vó Célia, como era gostoso o seu bolo de fubá! Lembra-se das vezes em que ficavam meu irmão e eu puxando a barra de seu vestido lhe implorando para que tirasse a forma do forno e nos desse aquela massa mesmo que sem estar 100% cozida? Pois é, tempos bons não eram?

Hoje eu me lembrei desses dias. Minha esposa fez um bolo de fubá que vinha pedindo fazia um tempo. Essa pandemia está acabando com a gente. São tantos pedidos e exigências que não sei como vamos parar....

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Vendo a noite passar pela janela

Olhando da minha janela percebo uma noite calma e silenciosa. A lua até deu o ar de sua graça, mas já se recolheu ao aconchego das nuvens que teimam em não derramar uma gota sequer. Será que estão secas ou frívolas diante de tanto pessimismo e sofrimento aqui embaixo?

Questões que não sei responder. Aliás, são tantas as questões sem respostas que não me arrisco a enumerar. Voltarei para a noite. Essa sim, já foi incrível. Quantos amores começaram e terminaram diante de seus olhos, ou melhor, suas estrelas. E quantos prazeres já testemunhou ao longo de seus dias, ou seriam noites? Fica a seu critério, pois narrativa poética não tem compromisso literário. E eu adoro me sentir um poeta.

Certo dia meu amigo Juarez Botelho disse-me o seguinte: "A noite foi feita para ser contemplada e respeitada em sua totalidade". Confesso que a princípio não entendi muito bem. Juarez é um amigo...

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“…Ah, esse maldito fecho éclair…”

Diante de tantas teorias da conspiração não sei mais o que é verdade e o que é inventado. O fato pode ser fake, desde que não me leve daqui. A vida pode ser breve, mas se for e daí? Não sabemos quando acender o fogo, mas nos preocupamos com a fumaça. Existir no dias de hoje já é por si só uma verdadeira batalha freudiana. E quem nos levará, será que está só? Não sei, mas não me atrevo a perguntar. Somente depois do leite derramado é que me sentirei seguro, pois uma vez no chão, não poderá me ferir.

Diante de tantas incertezas, só me pego pensando em como superar. Sonhamos muitas vezes alto demais e não percebemos que a queda é inevitável. Podemos sofrer com isso, mas e daí? Todos sofrerão um dia por alguma coisa. E com esse pensamento...

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