Sobre: Alexandre Mauro

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

Postagens recentes por Alexandre Mauro

Obrigado por tudo, Marly

Olá, estou de volta! Passei essas três semanas me reinventando. Ao longo desses dias não consegui escrever uma linha sequer e hoje entendi o porquê. Precisava por pra fora esse sentimento que me acompanhava.

Dia 23 de agosto minha mãe faleceu e está sendo muito difícil conviver com isso. Sei que era de se esperar que um dia isso acontecesse, mas nunca estamos preparados para viver esse momento. É como se estivessem tirando a força, o alicerce que me orientava em tudo, não importando a idade, sempre seremos o filho que precisa do colo de mãe. Aproveito aqui para agradecer todas as palavras de carinho e gestos de pessoas amigas e que eu nem conhecia direito que fizeram com que a dor fosse anestesiada e o coração massageado.

Aproveitando a oportunidade, queria muito que minha mensagem de hoje servisse de alento e reflexão para todos. Num mundo em que vivemos, onde a ganância e...

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Nascemos todos artistas de nosso espetáculo

Cada dia que passa nos tornamos mais e mais dependentes da tecnologia. Um vício que se faz presente a todos nós e acaba nos levando à dependência tech. De 2000 para cá impossível imaginar uma criança de 3 anos sem um celular na mão vendo postagens e ouvindo música. Lembro-me que na minha época eu fiz curso de datilografia e quase desisti por achar extremamente difícil decorar as posições dos teclados.

Acabei de me lembrar também que sou péssimo em decorar, apesar de gostar muito de história e geografia. Mas nada é perfeito, sempre teremos algo a tentar superar e acho que o meu "algo" é decorar. Entrei para aula de teatro e estou adorando. Já fiz uma montagem e gostei muito. Você vai me perguntar se consegui quebrar meu obstáculo de decorar e eu te respondo que ainda não. Não vou...

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Dowload ou upload ?

Vivemos num mundo totalmente diferente daquele de 40 anos atrás. A tecnologia veio para nos conectar ao mundo. Lembro-me bem de quando tinha meus 14 anos e começava a sair com os amigos para festinhas. Na época o termo "balada" não era empregado para as noitadas e sim para aquelas músicas românticas que tocavam nas rádios e nos bailes e que se dançava juntinho.

Os Hi-Fis, ou festinhas americanas, eram onde os adolescentes se encontravam para ouvir o som do momento e dançar e, claro, namorar. O detalhe ficava por conta das meninas levarem os salgadinhos e os rapazes as bebidas. Curti muito esses sons que rolavam todo sábado, geralmente na casa de um amigo. Era uma época de alegria e diversão onde o que mais importava era se relacionar, fazer amizades, conhecer o novo.

Fico hoje imaginando se na minha adolescência já existisse celular e computador e como seria. Estranho até mesmo para...

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The Voice: da homenagem ao talento

Passei a noite de quinta em casa vendo TV para tentar encontrar algo de novo e acabei em mais um "mais do mesmo" de todos os dias. Programas de fofocas, novelas, telejornais e mais novelas.

Continuei zapeando quando parei no The Voice Brasil. Eu tenho um carinho enorme por esse programa, primeiro porque é uma invenção de fora, que traz alguma coisa diferente, depois porque mostra novos talentos pelo Brasil afora. Não acompanho muito, mas hoje tive que parar e ficar vendo o programa, pois estava bem interessante.

Houve momentos peculiares como o que uma talentosa concorrente de nome Yolanda de Paulo, que trouxe um clássico de Sandy & Júnior, "Desperdiçou" e teve ao final de sua apresentação seu nome cantado pelos quatro "professores" (Teló, Iza, Ivete e Lulu) pela canção de mesmo título de Chico Buarque, momento emocionante ouvindo os quatro cantando...

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De Schopenhauer a Márquez, uma inspiração para a vida

Na semana que temos a Flip 2019 me deparo com uma triste constatação, estamos lendo menos. De 10 a 14 de julho em Paraty acontece a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) com várias atrações e debates sobre temas relevantes da sociedade contemporânea. E nós aqui no país tupiniquim esquecemos que quanto mais lemos mais consciente ficamos e a mente absorve conteúdos que nos farão viajar e entender o mundo que vivemos.

Mas enfim, o que fazer para retornarmos ao hábito, pois como diz o ditado popular: o hábito faz o monge. Onde foi que erramos ao não impulsionar de forma clara e objetiva o hábito da leitura nas novas gerações? Aí você vai me falar que hoje em dia se lê muito mais que tempos atrás. É verdade, mas que tipo de leitura? Leituras oriundas do computador? Textos compactados de redes sociais? Bem, não é disso que estou falando e não...

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