Sobre: Alexandre Mauro

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

Postagens recentes por Alexandre Mauro

Não podemos perder a fé

Ninguém sabe onde isso vai parar ou acabar. Todos precisam de uma luz no fim de um túnel que se apresenta sem saída. Em quem podemos ou devemos apoiar. 

Setembro em breve estará terminando e o que restará para o fim deste ano? Eu sei, mais três longos meses de incertezas e medo. E temos algum remédio para amenizar os estragos? Acredito que não, ou melhor, temos a fé. Isso mesmo, podem achar que estou levando nossa esperança para esferas espirituais, mas é exatamente isso. O ano de 2020 se tornou um espaço no tempo em que paramos para um ano sabático. Mas todos ao mesmo tempo? Como parar o planeta com todos repensando suas vidas e seus projetos? Estranho, mas foi mais ou menos isso que aconteceu por um certo tempo.

De março até setembro nos deparamos com muitas incertezas e desconfianças. Paramos para ver se continuaríamos. Brigamos para saber quem estava certo....

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Hora de transformar o cinza em azul

Mudanças são sempre mudanças. Nos levam à comodidade e nos mostra a possibilidade. Mudamos sempre em relação a tudo que nos cerca quase que instantaneamente e nem percebemos, mas sofremos e levamos muito a sério quando a mudança é programada. Nos adaptamos diariamente e quase que por osmose a tudo que permitimos e desejamos. Agora, quando o assunto é mudar com data e hora, aí a coisa complica.

Essa semana me permitir a mudar a cor do meu fundo de tela, já estava cansado do vermelho que abria toda vez que iniciava meu notebook. Mudei para o amarelo, aliás, são as duas cores que eu mais gosto. E não é porque são primárias não, apesar de eu me identificar com cores fortes. Mas essas duas cores representam força, energia e poder. Está explicado o meu total apreço por essas duas cores. Mas, voltando ao notebook, mudei porque já estava na hora....

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Como diz Sheldon Cooper: Uma bebida quente para quem está preocupado

Sentei em frente ao notebook e fiquei pensando no que escrever e de repente um branco invadiu minha mente. Não saiu nada. Quando parecia que iria fluir um assunto, logo percebia que o mesmo não vingaria mais que duas ou três linhas. Mas o que está acontecendo comigo? Será que a escassez de ideias começou? Será que a partir de agora ficarei entregue a lapsos de pensamentos? Logo eu, que tenho memória eidética? Bem, não vamos entrar em pânico, pois pode ser apenas um bloqueio temporário.

E continuei por mais de hora sentado e olhando fixamente à minha frente e não vendo nada atrás do pote de ouro. Por fim, resolvi levantar e buscar ums caneca de cappuccino de baunilha, o meu preferido. Às vezes acredito que quando nos falta inspiração devemos buscá-la em algo. E lá fui eu beber uma bebida quente, como diz o Sheldon Cooper em The Big...

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O ano que ainda não começou

Já estamos quase terminando o ano e o que fizemos? Essa pergunta venho me fazendo faz algum tempo e não consigo encontrar uma resposta plausível. Será porque não existe? Ou se existe, está difícil de acreditar? Não sei. Sinceramente.

A única sensação que tenho é de que 2020 ainda não começou. Isso tudo é um grande sonho que ainda não acordamos para entrar realmente no ano. Uma coisa que me faz crer nessa hipótese é o fato de ter dias em que acordo e não consigo lembrar que dia é realmente. Já acordei domingo achando que era terça e que quarta era sexta e por aí em diante.

No início o sono era mais real, talvez por eu estar mais livre de horários e dormindo mais que o normal ou mesmo trocando os horários. A fase REM (sigla em inglês para movimento rápido dos olhos), em que...

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Agosto já começou com desgosto

E já estamos em agosto e o ano praticamente dando os sinais de que em breve estará nos deixando. E como nos deixou. Na verdade nos deixou totalmente destruídos. E digo isso em todos os sentidos da palavra. Conheço muitas pessoas que dizem que poderíamos tirar do nosso calendário o ano de 2020 e não faria a menor diferença, exceto pelas tragédias que não anunciou e nos permitiu vivenciá-las. Pobre de nós que viramos o ano na esperança de dias melhores e nos deparamos com isolamento e perdas. Além de disputas e orgulhos que não nos deram a proteção e o suporte que precisávamos para seguir em frente.

Hoje nos encontramos à deriva de um navio que está perto de virar e afundar de vez. A esperança de que isso não ocorra esbarra na mentalidade de quem o conduz. E quem na verdade está no leme? Acho que ninguém sabe. O homem conseguiu...

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