“…Ah, esse maldito fecho éclair…”

Diante de tantas teorias da conspiração não sei mais o que é verdade e o que é inventado. O fato pode ser fake, desde que não me leve daqui. A vida pode ser breve, mas se for e daí? Não sabemos quando acender o fogo, mas nos preocupamos com a fumaça. Existir no dias de hoje já é por si só uma verdadeira batalha freudiana. E quem nos levará, será que está só? Não sei, mas não me atrevo a perguntar. Somente depois do leite derramado é que me sentirei seguro, pois uma vez no chão, não poderá me ferir.

Diante de tantas incertezas, só me pego pensando em como superar. Sonhamos muitas vezes alto demais e não percebemos que a queda é inevitável. Podemos sofrer com isso, mas e daí? Todos sofrerão um dia por alguma coisa. E com esse pensamento óbvio podemos enfim respirar mais oxigênio e emanar amor por aí. E daí, se ninguém notar? O aroma ficará no ar para a próxima temporada de flores. E com certeza a violeta reacenderá a vontade de amar. Amar é o caminho da liberdade e do prazer e ser feliz é tudo que se quer.

Diante de tudo, somos nada. Seremos a bagaceira do planeta à medida que esquecemos quem somos, e não é difícil de imaginar. A borboleta em suas nuances de multicor nos faz perceber a luminosidade da vida, mas não sabemos como explorá-la sem deixá-la cair e despedaçar. Por isso percebo que a cada segundo ela se escorrega de minhas mãos e temo não conseguir encontrá-la novamente. A vida, bem, a vida é tudo isso e muito mais, mas não temos tempo para ela. E isso é que nos fará acreditar em qualquer coisa que venham nos falar ao pé do ouvido ou na tela do computador. Esse é o perigo.

Diante de tanto alarme, não consigo apertar o botão de socorro e chamar por você para salvar a humanidade em passos de guepardo a fim de exterminar a insegurança e a maldade que assolam a vida de todos e que por algum motivo, não aparente, nos faz perder as esperanças. Mas sou persistente e acredito num futuro melhor depois do pote de arco íris e nenhum muro irá sobreviver para nos separar. A humanidade já passou por turbulências demais para ainda nos dias de hoje sofrer tanto. Acredito num bem maior e numa nova oportunidade. Precisamos de uma nova chance para mostrar que não somos errantes e sim seres do bem.

Diante de tudo isso só posso dizer que tenho fé em Deus e acredito no homem. E que tudo tem jeito, uma vez que, o amor entre nos corações e a paz reine soberana entre nós. Tantas coisas podem mudar com o tempo e a compreensão que não há motivos para pânico. Quem dera que fosse verdade essa última frase, mas mesmo não sendo, podemos nos reinventar e mostrar para Deus que temos salvação. Temos chace de ainda dar certo. Espero não estar errado, pois seria uma tremenda decepção se estiver.

Diante de você que está lendo esse texto agora me coloco para mostrar o meu apreço e meu carinho com tanta gentileza empregada em doar seu tempo para essa leitura que pode parecer desesperada, mas nada mais é que uma tentativa de mostrar o quão significante é a vida e pela qual precisamos lutar até o fim.

Por

Jornalista e comentarista esportivo. Moro em Niterói há 22 anos. Fã de cultura e esportes. Ex-editor em jornais na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente me dedico à interatividade cultural. Acredito na importância da divulgação por todos os meios da cultura nesse país.

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