A “onda amarela” que virou um “rio de lama”, em Mesquita

Quando o atual prefeito veio a ser candidato em Mesquita, Jorge Miranda era um insignificante morador da cidade, na verdade nem mais morava nela e sim fora do país

“Ele é muito Águia meu irmão, eu o conheço a anos… É maquiavélico, rancoroso e vingativo”, relata Marcos Nunes (nome fictício, como sigilo), que conhece bem o atual prefeito.

Quando um candidato chega ao poder como prefeito, ele tem que olhar para sua cidade como se fosse a sua própria casa e seus moradores como seus filhos. Quem não quer uma casa bem arrumada, decorada e limpa e seus filhos felizes onde moram? Mas quando este governante não vê o município desta forma e trata mal a população que lá habita, certamente tem um comportamento perigoso, sinistro. É o que acontece na cidade de Mesquita, região metropolitana do Rio de Janeiro.

No mês de fevereiro deste ano, a cidade sofreu com forte chuvas, e uma tubulação do cano da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) se rompeu, na rua Franca Leite, no bairro Chatuba, elevando o volume de água a um rio próximo, atingindo e deixando diversos moradores com água até o pescoço, inclusive na cidade vizinha, Nilópolis.

O prefeito atual Jorge Miranda, mas conhecido como “Jorge Merenda” (por não distribuir alimentação as crianças das escolas municipais, uniformes grandes para a idade infantil, gastou na educação 78 milhões de reais, e não se sabe para onde este dinheiro foi), de forma sinistra sem a sensibilidade de olhar com carinho o momento crítico que aqueles moradores passavam, declarou:

“Eu não construí casas na beira do rio, reclame com papai do céu”, disse ele num vídeo que viralizou no Face e WhatsApp.

E, simplesmente, o prefeito que foi eleito como a “onda amarela”, que veio de um governo anterior de corrupções do ex-prefeito Gelsinho Guerreiro, sendo secretário de saúde desviou cerca de 52 milhões de reais e elegeu a mulher do mesmo, era também quem mandava na secretaria de educação, conforme depoimento do professor Roque, em entrevista ao jornal Hoje. E querendo ainda mais, vem se comportando também como o prefeito da corrupção, fazendo de Mesquita, “um “rio de lama”.

O beijo do Judas

Quando o atual prefeito veio a ser candidato em Mesquita, Jorge Miranda era um insignificante morador da cidade, na verdade nem mais morava nela e sim fora do país. No governo anterior do ex-prefeito Gelsinho Guerreiro (GG), como secretário de saúde, nem médico e enfermeiro era e, sendo traído pelo GG, resolveu por vingança se candidatar a prefeito da cidade; como vice, Waltinho Paixão, sobrinho do primeiro prefeito da cidade, que lhe carregou no colo na campanha, como se fosse um filho. Já eleito, foi beijado (foto ao lado) e traído e não teve sequer uma Secretaria para ajudar em sua gestão.

Sua pequenez é tão grande na cidade, que na época não conseguiu eleger um vereador, pois a maioria dos eleitos já era cúmplice de Gelsinho Guerreiro. No entanto hoje estão apoiando-o, graças às caridades que ele faz, segundo comentários no meio político e nos quatros cantos na cidade.

Coronavírus

Mesquita tem hoje cerca 130 milhões de reais para investir na saúde e o governo recentemente liberou 28 milhões de reais devido à pandemia do Covid-19. Mas a região não possui um grande número de pessoas contaminadas, porém Jorge Miranda decretou calamidade pública na cidade, onde não tem um hospital de emergência para a população ser atendida e nenhuma campanha na rua sobre a pandemia. A cidade só possui algumas clínicas de família sem salas equipadas para os casos do coronavírus.

Então para onde vai esse dinheiro? Temos eleições este ano para prefeito e vereadores em todo Brasil, pode-se imaginar qual será o seu destino. Além mar?

Douglas Matias, morador a 46 anos no bairro Coreia, desabafa:

“Não podemos fechar os olhos por toda maquiagem em três anos e quatro meses, que o atual prefeito tenta nos enganar nos tirando como burros e sem noção. Assaltou as secretarias, colocando seu irmão com secretário de nove delas e não realizou uma obra de infraestrutura. Acabou com a saúde e humilhou crianças. Nós Mesquitenses não toleramos esse tipo de administração covarde e incompetente. Estamos prontos para brigar por uma mudança melhor e de competência. Somos uma população carente, mas não somos ignorantes para não exergar. 2020, é o ano de mudança para uma administração melhor, o que nosso povo merece”.

Fala Jacutinga!

Um bairro que fica sempre esquecido pelos prefeitos e vereadores eleitos no local, além da saúde e principalmente em falta de água.

“Estamos cansados desses vereadores daqui e do atual prefeito, que não fazem nada. São mais de 30 anos que a gente não tem água na bica. Aqui tem que acordar 3 horas da manhã para pegar da rua de baixo. E, às vezes, ficamos 8 dias sem água. Só falam que vão ‘botar’ uma bomba na praça para jogar água para cima e até hoje nada. Todo ano de eleições é a mesma ladainha”, desabafa a dona de casa Janete Souza.

Novo prefeito e vereadores

Portanto, os eleitores de Mesquita têm que se conscientizar desde já, não se pode mais manter um prefeito com comportamento maquiavélico e ególatra. Escolher alguém nas eleições de 4 de outurbo deste ano que realmente possa mudar esta cidade para melhor, sem maquiagem, na saúde e demais secretarias, como educação, cultura local, serviço social e transporte.

A Câmara dos Vereadores também tem ser renovada 100%. Excluir os atuais vereadores que estão aí com vícios de corrupção do governo e alguns que são ainda sustentados por sabe-se lá quem.

O voto é secreto e a cidade está nas mãos do eleitor; ou muda ou se vive de falcatruas durante mais 4 anos. E, assim vai…

Em breve esta coluna terá mais informações. Aguarde!

Enquanto isso… Assista aos vídeos. Verdade ou Mentira

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Por

* Publicitário. Título de Comendador em Comunicação Social 2019. Um dos emancipadores de Mesquita. Tenho alguns ditados: - 'A Cultura eleva a alto estima de uma comunidade, engrandece e deixa nobre sua população'. - 'O político é corrupto, porque quem o elegeu foi sua imagem e semelhança: seu eleitor'.

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